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Surpreendente a sua nova Honda CBR 1000RR

Para 2017, com o 25º aniversário da Fireblade Honda actualiza o seu CBR emblemática. Com novas funcionalidades, tais como acelerador-by-wire , que trabalha com modos de passeio selecionáveis, nova carroçaria. Algumas das novas funcionalidades no modelo SP são revistos quadro e tanque de combustível feito de titânio e um 13: 1 razão de compressão. Um motor afinado novamente que agora produz um reivindicou 189 hp (141 kW), um aumento de 10 cv e um (33lbs) redução de peso 14 kg. Também adicionando uma produção variante ainda mais exótico limitado "SP2" com rodas Marchesini forjados e com válvulas maiores de que (500 unidades) serão vendidos A CBR1000RR foi premiado motocicleta Internacional do Ano do Ciclo Mundial para 2008-09 pelas comunidades moto-jornal do mundo, bem como jornalistas. A CBR1000RR 2009 ganhou o Melhor Sportbike of the Year Award em Motorcycle EUA Best of 2009 Awards, tendo também ganhou a classe sportbike aberto mais de 750 cc em 2008, o 2012 CBR1000RR ganhou outro tiroteio Cycle World , bem como uma melhor rua motocicleta EUA e acompanhar comparações. A nova Honda 1000RR passa a ter um pacote eletrônico completo, incluindo a suspensão da Öhlins controlada eletronicamente. O motor recebeu 10 cv extras, enquanto o peso foi reduzido em 15 kg, melhorando a relação peso-potência em 14%. Para acompanhar o novo estilo, o painel de instrumentos agora é composto por uma tela TFT colorida de alta resolução. Além da mudança estética, as carenagens foram minimizadas para reduzir o material (e o peso) em determinadas áreas, como as tampas do motor, expondo mais as superfícies do propulsor. As carenagens superior e médias foram puxadas para dentro, de forma a deixar a moto mais estreita. Já o quadro da CBR 1000RR ficou 600 gramas mais leve, o mesmo acontecendo com o sub-chassi traseiro e o braço oscilante – que perderam 300 gramas cada um. As novas rodas de alumínio também contribuíram para o emagrecimento, livrando mais 100 gramas. No motor 4-cilindros, diversas peças foram redesenhadas e a taxa de compressão foi elevada de 12,3 para 13,0:1. Ao mesmo tempo, a rotação máxima passou de 12.250 para 13 mil rpm, resultando num total de 190 cv. Para acompanhar, a embreagem passou a ser assistida (17% mais leve de acionar) e com sistema de deslizamento. Já o tanque de combustível agora é feito de titânio, pela primeira vez numa moto de rua – outra medida para salvar peso. O pacote de auxílios à pilotagem inclui ABS, controle de tração com nove níveis, controle anti-empinadas, três níveis de quick-shift (para marchas acima e abaixo), acelerador eletrônico e a sofisticada suspensão da Öhlins com garfos de 43 mm na dianteira e monoamortecedor traseiro TTX. Uma central Bosch MM5.10 IMU (semelhante à da Ducati Panigale 959) envia dados da moto em tempo real para os componentes da suspensão para otimizar instantaneamente a compressão e o amortecimento por meio de servo-motores. Versão de pista: Desenvolvida pelo time de corridas da Honda (HRC), a CBR 1000RR SP2 tem como principais diferenças o cabeçote as rodas. No motor, as válvulas de admissão e escape são maiores e foram posicionadas em ângulos diferentes da original. Já as rodas são de alumínio forjado, da Marchesini, com vantagens em massa e equilíbrio. Mas a única razão de existir uma versão de rua da SP2 é para se qualificar para o maior número possível de classes de competição. Ela é, em suma, uma moto para circuitos fechados.

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