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04 NOTÍCIAS PARA VOCÊ AGORA..!!!

  • Começa pré-venda do Cruze hatch partindo de R$ 89.990
  • A nova geração do Cruze Sport6 já foi apresentada ontem (8) durante a coletiva de imprensa da Chevrolet no Salão do Automóvel de São Paulo. Agora, a fabricante revela os preços da novidade, que já está em fase de pré-venda a partir de hoje. A previsão de lançamento do modelo é no final de novembro, mas as primeiras unidades devem ser entregues apenas em dezembro quando ele chegará às concessionárias. Vendida em duas versões de acabamento, a segunda geração tem preços partindo de R$ 89.990 - no modelo anterior o preço inicial era de R$ 81.090. E como aconteceu no sedã, o hatch passa a ser equipado com motor 1.4 turbo flex que rende 153 cv de potência e 24,5 kgfm de torque com etanol, sempre atuando em conjunto com o câmbio automático de seis marchas
  • Veja os preços do novo Chevrolet Cruze Sport6:
  • LT – R$ 89.990 (era R$ 81.090) LTZ – R$ 101.190 (era R$ 91.390) LTZ - R$ 110.990 (com pacote Hi-Tech) 

  • Fiat Uno 1.0 com três cilindros supera o de quatro
  • Foram R$ 2 bilhões investidos pelo grupo FCA (Fiat-Chrysler Automobiles) no desenvolvimento da nova família global de motores, numa conta que inclui a fábrica deles em Betim (MG), e a reestilização da linha 2017 do Uno. E embora não tenha sido possível avaliar o consumo do novo modelo, em termos de desempenho o inédito motor 1.0 de três cilindros já mostrou que o investimento valeu a pena. Antes de entrarmos em detalhes sobre o motor, visualmente a linha 2017 do Uno teve mudanças muito sutis em relação à anterior. A mais relevante é a grade frontal, que perdeu os três retângulos que adornavam a peça, à direita do emblema da marca, e agora exibe visual mais clássico. Como adiantamos, é sob o capô que o Uno está totalmente renovado. O motor 1.0 6V tricilíndrico batizado de Firefly (literalmente, "vagalume", em inglês) substitui o veterano 1.0 Fire EVO, de quatro cilindros. Com bloco e cabeçote de alumínio, a novidade tem como principal missão entregar bom torque em baixas rotações e ser mais eficiente. Para alcançar essas metas, a Fiat optou por uma arquitetura com apenas duas válvulas por cilindro. O argumento é o bom compromisso entre potência e redução de custos, já que só há um comando variável no cabeçote. Esse comando permite reproduzir parte do ciclo Miller e levar os gases queimados a recircular na câmara de combustão, reduzir as perdas por bombeamento e dar maior eficiência do motor. Além disso, a taxa de compressão de 13,2:1 (a mais alta da categoria) contribuiu para a Fiat obter notas A de consumo com o novo Uno 1.0 no programa do Inmetro, com média de 9,7 km/litro no percurso combinado cidade-estrada. A adoção da assistência elétrica na direção e soluções aerodinâmicas (como um defletor abaixo do para-choque frontal) completam a estratégia da Fiat para melhorar o consumo do popular. Já em relação ao desempenho, a Fiat afima que 90% dos 10,9 kgfm de torque são entregues ao redor das 2.000 rpm. Alia-se a isso o ganho de 2 cv em relação ao anterior (são 77 cv agora), e o resultado é o comportamento notavelmente mais ágil no Uno 1.0. Para se ter ideia, o Uno com novo motor superou o antigo por 2s74 na prova de aceleração de 0 a 100 km/h. Mas a mudança mais significativa foi sentida nas retomadas, especialmente na de 60 km/h a 120 km/h em quarta marcha, na qual a diferença entre os dois foi de 12s92. Como se não bastasse, o nível de ruído (um dos pontos críticos dos tricilíndricos) também mereceu atenção especial dos técnicos, resultando em um índice mais baixo que o do seu antecessor. Além do novo motor, o Fiat Uno 2017 ganhou tecnologias inéditas, como os controles de estabilidade e de tração (oferecidos como opcionais). De série, por R$ 41.840, a versão Attractive conta com ar-condicionado, faróis de neblina e travas e vidros dianteiros com acionamento elétrico. Assim como o ESC, o rádio com entrada auxiliar e conexão Bluetooth e os retrovisores com ajustes elétricos são opcionais. A gama do Uno chega a R$ 53.690.

  • Honda HR-V é o que menos perde valor após 1 ano
  • Registrando apenas 4,5% de depreciação após um ano de uso, o Honda HR-V foi o automóvel melhor avaliado na 3ª edição do Selo Maior Valor de Revenda - Autos 2016, promovido pela Agência AutoInforme em parceria com a Textofinal de Comunicação. Foram 17 categorias e o campeão geral.
  • Veja os escolhidos:
  • Entrada: Volkswagen up! (9,4%) Hatch Compacto: Chevrolet Onix (8,3%) Hatch Médio: Volkswagen Golf (13,2%) Hatch Premium: Fiat 500 (13,4%) Minivan/Monovolume: Honda Fit (10,5%) Perua: Volkswagen Golf Variant (13,1%) Picape Pequena: Fiat Strada (10,5%) Picape Média: Toyota Hilux (13,9%) Sedã de Entrada: Hyundai HB20S (11,6%) Sedã Compacto: Honda City (10,4%) Sedã Médio: Toyota Corolla (11,7%) Sedã Grande: Mercedes-Benz CLA (13,6%) SUV de Entrada: Honda HR-V (4,5%) SUV Compacto: Land Rover Discovery Sport (9,3%) SUV Médio: Volvo XC60 (11%) SUV Grande: Land Rover Discovery (12,4%) Crossover: Mitsubishi ASX (13,4%) Depois de três edições, o Selo Maior Valor de Revenda - Autos (que este ano abandonou a denominação "Prêmio" em favor de "selo") registra oito tricampeões: Onix, Golf, 500, Fit, Strada, Hilux, HB20S e Corolla. A pesquisa considerou os 132 modelos e versões zero km mais vendidos no Brasil, de 23 marcas nacionais e importadas. Além das marcas vencedoras, também foram analisados modelos de Audi, Chery, Citroën, Ford, JAC, Jeep, Kia Motors, Lifan, Mini, Nissan, Peugeot, Renault, Subaru e Suzuki. O jornalista Joel Leite, idealizador do selo e diretor da Agência AutoInforme, lembrou que "oito modelos vencedores desta edição pioraram suas posições em relação à segunda edição do estudo, com índices de depreciação maiores". Apenas um (o Honda Fit) melhorou o valor de revenda após um ano de uso. Por outro lado, sete modelos estrearam como campeões em suas categorias: Golf Variant, CLA, HR-V, Discovery Sport, XC60, Discovery e ASX.

  • 6 pontos de atenção ao comprar um carro
  • Comprar um carro usado pode parecer uma boa opção por conta do preço menor que possui, porém antes de fazer essa aquisição é precisos e atentar a alguns detalhes. Além de checar se toda a documentação está certa é preciso ter a certeza de que o carro reparado não apresenta nenhum problema. Muitas vezes os veículos passam por colisões leves e até mesmo perda total e são reparados para que possam voltar as ruas. Mas nem sempre se tem condições de fazer isso sem que haja risco para o motorista e passageiros ou o serviço é mau feito. Veja quais são os problemas que ele pode trazer.
  • Procedimentos:
  • 1 - Peças amassadas Fugindo um pouco do tema, você já possui um seguro auto? Eu te aconselho a fazer uma cotação agora. Quando a lataria ou alguma peça se amassa em um acidente ela nunca mais voltará a ser como era e nesse caso nem o martelinho de ouro faz mágica. Além da aparência não ficar tão bonita, o problema não é apenas uma questão de estética. As peças danificadas tendem a se deteriorar mais facilmente, um simples amassado ode acelerar o desgaste dela e também contribuir para a corrosão e ferrugem. E no caso de uma nova colisão tendem a presentar um risco maior, já que a segurança estará comprometida. 2 - Reparos mal feitos Nem todo o serviço de reparo é feito com qualidade e os riscos se agravam. Algumas situações são bastante simples e não vão apresentar nenhum riscos para os ocupantes do veículo, já outras é preciso muita atenção. Aproveite e faça a cotação do seu seguro auto! Um conserto mal feito pode não apenas afetar a peça que está com problema como outras que inicialmente estavam normais. Quando o profissional não sabe como manusear corretamente o carro, ao tirar uma peça para arrumar pode interferir no funcionamento de outras e isso só será percebido, muitas vezes, no futuro. Alguns itens caros, como air bags, podem ser reaproveitado ou então usadas peças de substituição de segunda mão, e na hora em que mais precisar eles não funcionarão corretamente. 3 - Teto recuperado O teto faz parte da estrutura do carro e garante que essa proporcione a proteção adequada. Se ele não for recuperado de forma adequada vai comprometer toda a estrutura do carro, colocando os seus ocupantes em risco. É preciso verificar se os danos possuem condições de serem reparados ou se é melhor considerar o carro perda total e não colocar vidas em risco. 4 - Coluna das portas danificada O risco das colunas tornas é o mesmo do teto, isso porque elas são responsáveis pela sustentação da carroceria. É preciso ficar atento a todos os sinais para que a proteção dos passageiros e motorista não seja afetada. 5 - Longarina soldada Se a longarina está soldada é bem provável que o veículo tenha passado por uma colisão bastante forte. Por mais que o trabalho seja bem feito, os riscos em relação ao desalinhamento e desgaste dos pneus fica maior. A suspensão também fica afetada, interferindo na dirigibilidade. O resultado disso pode ser acidentes fatais por perda do controle do veículo, principalmente quando se está em alta velocidade. 6 - Verifique se o documento tem a informação de salvado/recuperado O Denatran obriga que os veículos que passaram por colisões tenham em seus documentos a informação de que foram salvado/recuperados, mas infelizmente nem sempre se tem esse dados. Quando ele constar os cuidados devem ser redobrados, buscando identificar o tipo de dano ocorrido e o que foi feito. A atenção deve ser redobrada, sendo que uma inspeção de um profissional se faz necessária para identificar quais são os riscos que o carro pode apresentar e se está em condições de circular pelas ruas. Antes de comprar um veículo sempre se deve buscar o histórico dele e se perceber que existem problemas resultantes de acidentes, é melhor evitar a compra do carro reparado.
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