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Paris Motor Show 2016: O sucesso do auto elétrico. No Brasil com incientivo

Associação do Veículo Elétrico quer incentivos para concorrer com veículos a combustão. O setor de veículos elétricos e híbridos está buscando um lugar que já deveria ter conquistado no mercado brasileiro. Vários países já têm as vendas e a estrutura de abastecimento de carros elétricos avançadas, mas por aqui essa motorização ainda é vista com reservas. Vamos esperar que o Salão do Automóvel em São Paulo não fique para trás sem apresentação de autos elétricos, pois é está a mudança para os próximos anos em todas as montadoras. Os poucos carros elétricos que rodam o fazem em caráter experimental: táxis que circulam em rotas restritas e uma ou outra empresa que usa o carro para um experimento mais técnico; pra avaliar a viabilidade econômica. E alguns ônibus urbanos, muito poucos: uma das empresas, a BYD tem dez ônibus em Campinas e um em São Paulo. Foram vendidos em todo o País no ano passado apenas 720 híbridos e 127 elétricos, entre todos os tipos de veículos. Um volume, como se vê, insignificante.A frota total dos dois não passa de 2,5 mil unidades O que querem os fabricantes e importadores?Incentivo do governo, subsídios.É que a tecnologia é nova, cara, e não tem a menor chance de concorrer com os veículos a gasolina e diesel.Além disso, é preciso montar uma infra-estrutura de abastecimento. Mas se o Brasil quiser se atualizar, reduzir as emissões de poluentes e criar uma mobilidade sustentável. Sempre são feitos apelos as autoridades no sentido de incentivar os fabricantes e importadores de carros elétricos, lembrando que o segmento avança em todo o mundo e que o Brasil vai ficar pra trás se não tomar medidas que façam as vendas e o uso do elétrico crescerem. No Brasil são 3,5 mil carros e um posto de abastecimento na rodovia Anhanguera e uma meia dúzia em shoppings e prédios comerciais.

  • Iniciativa conjunta
  • Os sete fabricantes acreditam que o desenvolvimento de um sistema de carga comum é benéfico para os consumidores, para a indústria e para os fornecedores de infraestrutura de carga. A padronização vai reduzir a complexidade de produção dos fabricantes, acelerar a instalação de sistemas comuns internacionalmente e, mais importante, melhorar a experiência dos motoristas no uso dos veículos elétricos. A seleção do sistema de carga comum partiu da revisão e análise dos equipamentos existentes, com foco na ergonomia do conector e nas preferências dos consumidores dos Estados Unidos e da Europa. Essa estratégia de convergência – incluindo diferentes países e fabricantes – cria uma base para o planejamento da infraestrutura futura, além de um protocolo de comunicação para facilitar a integração dos veículos elétricos com futuras aplicações das redes elétricas inteligentes. Os sete fabricantes também concordaram em usar o “HomePlug Green Phy” como protocolo de comunicação. Os fabricantes apontam o sucesso do “Nível 1” e “Nível 2” (para carga em 220 V nos Estados Unidos) como exemplo de padronização para aumentar o uso dos veículos elétricos e a satisfação dos clientes. O padrão adotado é compatível com o conector J1772 existente nos Estados Unidos e também com o sistema IEC 62196 Type 2, usado na Europa. A aprovação do padrão J1772 deu aos proprietários de veículos elétricos a tranquilidade de saber que podem recarregar em todas as estações de carga Nível 2. Antes dessa padronização, o proprietário não tinha como saber se a estação era compatível com o seu veículo.
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