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Notícias:  Dezembro 2015

 
 
     
     
 

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Ducati Monster 821 Dark chega ao Brasil por R$ 45 mil
Honda convoca proprietários da Shadow 750 para recall
Jeep anuncia recall global para mais de 55 mil Cherokee; Brasil aguarda
“Carros média 15% mais caros em 2016”
Toyota Yaris poderá ser produzido no Brasil
Honda Accord novo em 2016 no Brasil em janeiro
Carro da Ford vai usar o Gorilla Glass no para-brisa
Saiba como deixar seu carro em dia
Hyundai Elantra N esportivo é flagrado
Motorista poderá escolher placa do zero-km
Novo BMW X1 fica quase R$ 20 mil mais caro
Mercedes-Benz antecipa o novo SLC
BMW faz estreia mundial de moto no Brasil
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Cresce 188% número de automóveis em recall
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Ducati Monster 821 Dark chega ao Brasil por R$ 45 mil
 

 
  A Ducati anuncia nesta semana a chegada da Monster 821 Dark ao Brasil. Já disponível nas concessionárias da marca, a moto com pintura na cor preto fosco (antes, somente nas versões vermelho e vermelho com branco) tem preço de R$ 45 mil.

Mecanicamente, a Monster 821 Dark está equipada com a segunda geração do motor Testastretta 11°. Desmodrômico e com refrigeração líquida, o propulsor entrega 112 cv a 9.250 rpm e torque máximo de 9,1 kgfm a 7.750 rpm
Com foco na experiência de condução, a Monster 821 Dark possui 3 modos de pilotagem, assento com ajuste de altura, controle de tração com 8 níveis, freios Brembo com ABS e farol com LED.

O modelo também possui a disposição uma ampla gama de acessórios para personalização, que inclui vários itens de fibra de carbono e de performance: escapamentos, bolha, malas entre outros.
 
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Honda convoca proprietários da Shadow 750 para recall
 

  A Moto Honda da Amazônia convoca os proprietários das motocicletas Shadow 750 - modelo que saiu da linha de produtos Honda em 2015 - a comparecerem, a partir de 1 de fevereiro de 2016, a uma concessionária Honda para a substituição gratuita do sensor de inclinação.

O sensor atua em casos de queda da motocicleta, interrompendo o funcionamento da bomba de combustível e, consequentemente, do motor. Constatou-se que, em algumas unidades, pode ocorrer a quebra da fiação do sensor de inclinação, provocando o desligamento súbito e irreversível do motor .

Nesse caso, a dirigibilidade poderá ser afetada e, dependendo das condições de pilotagem no momento da ocorrência (velocidade, tipo de via, etc.) e os usuários serão expostos a uma situação de risco de queda, podendo causar danos materiais e lesões graves ou até mesmo fatais aos ocupantes e/ou terceiros.

Campanha afeta 2 842 unidades da Shadow 750 e o procedimento será feito de forma gratuita, conforme a data de início do atendimento. Para sua comodidade, antes de ir à uma concessionária, confirme a necessidade do reparo no site honda.com.br/recall/motos ou na Central de Atendimento, pelo 0800-701-3432 (segunda a sexta-feira, das 08h às 20h - horário de Brasília).

Os endereços das concessionárias Honda em todo o Brasil podem ser consultados em: www.honda.com.br/concessionarias
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Jeep anuncia recall global para mais de 55 mil Cherokee; Brasil aguarda
 

  Jeep anuncia recall global para mais de 55 mil Cherokee; Brasil aguarda

A Jeep anuncia nesta semana a realização de um recall global envolvendo aproximadamente 55.687 unidades do crossover Cherokee. Conforme explica a marca, exemplares 2015/2016 produzidos entre 18 de fevereiro e 10 de setembro de 2015 devem voltar às concessionárias para solucionar uma falha identificada no power liftgate (sistema eletrônico de abertura e fechamento do porta-malas). Isso porque o dispositivo pode sofrer infiltrações, com consequente risco de curto-circuito e incêndio.No reparo será feita verificação e, se necessário, substituição das peças danificadas. Por precaução, a Jeep recomenda que os proprietários mantenham o porta-malas do carro sempre seco. Do total de unidades afetadas, 32.784 rodam nos Estados Unidos, 10.138 no Canadá e 924 no México. Os demais exemplares foram vendidos em diversos outros mercados. No Brasil ainda não está confirmada a realização do chamado. Mais informações serão divulgadas em breve.
 
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“Carros média 15% mais caros em 2016”
 

  Fim de ano é uma época de confraternizações e planos para o ano seguinte, e no setor automotivo não é diferente. Pena que, em 2015, os encontros da imprensa com o pessoal das montadoras agora em dezembro tenham tido clima de preocupação. Segundo a maioria dos executivos, o mercado de automóveis no Brasil ainda deverá cair um pouco mais antes de se estabilizar e, apesar disso, os carros ficarão mais caros.Entre os executivos, é consenso que o primeiro semestre de 2016 será ainda pior que o segundo semestre de 2015, a não ser que haja uma grande mudança política que influencie na economia – caso se concretize o impeachment da presidente Dilma Rousseff, por exemplo. De acordo com o dirigente de uma marca japonesa, as vendas deverão cair de 5% a 10% na primeira metade de 2016. Na primeira semana de janeiro, a Anfavea (associação que reúne as principais montadoras) anunciará suas previsões para o mercado de 2016. Para a entidade, as vendas se manterão estáveis em relação ao último trimestre deste ano.Ainda de acordo com o executivo japonês, o patamar de preços dos veículos 0 km também vai mudar. “Os carros ficarão, em média, 15% mais caros até o fim de 2016”, antecipou. Segundo ele, a pressão dos sindicatos, a alta da energia elétrica, o preço das commodities, o valor do aço e, principalmente, a explosão do dólar vão afetar sobremaneira o valor final dos veículos. “Ainda há muitos componentes importados na maioria dos modelos feitos no Brasil”, explica, e agora estes componentes já estão chegando com dólar de R$4,00.pesar de parecer contraditório o aumento de preços em época de retração do mercado, o fato é que hoje o Brasil está com uma inflação anual chegando perigosamente na casa dos dois dígitos, além de contas públicas no vermelho e benefícios sociais indexados à inflação. Para o presidente do Banco Central, Alexandre Tombini, os atrasos no ajuste fiscal atrapalham a convergência da inflação para o centro da meta.A previsão dos executivos do setor já se tornou realidade em pelo menos duas marcas, BMW e Mercedes-Benz, que já anunciaram suas tabelas de preço para janeiro de 2016 com aumentos expressivos. E o mesmo deve se seguir com as demais fabricantes. Resta saber se, com a recessão, ainda haverá consumidores dispostos a pagar cada vez mais caro por um carro ou se, com as vendas emperradas, pode surgir um novo plano de apoio ao setor por parte do governo para evitar ainda mais demissões do que já houve em 2015.
 
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Toyota Yaris poderá ser produzido no Brasil
 

 
  Toyota Yaris poderá ser produzido no Brasil

Especulados há bastante tempo, os planos da Toyota para produção de um modelo maior que o Etios no Brasil ganham cada vez mais força. Durante o lançamento da nova geração do SW4 na Argentina, a marca confirmou a estreia do Yaris tailandês no mercado local em 2016 e logo foi levantada a possibilidade de o compacto ser produzido no Brasil. De acordo com o site Autoblog Argentina, as chances de nacionalização giram em torno da aceitação do modelo por parte dos argentinos.Posicionado acima do Etios, o Yaris tem medidas suficientes para preencher a lacuna existente atualmente entre o compacto desenvolvido na Índia e o Corolla. De quebra, o modelo pode perfeitamente representar a marca em um segmento onde hoje estão Ford New Fiesta, Honda Fit, Citroën C3 e Peugeot 208. Vale lembrar que a versão tailandesa é diferente do Yaris vendido na Europa e nos Estados Unidos, considerado mais sofisticado.Na Argentina, o modelo será equipado sempre com motor 1.5 a gasolina de 107 cv. O câmbio poderá ser manual ou automático.
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Honda Accord novo em 2016 no Brasil em janeiro
 

  A Honda decidiu trazer de volta o sedã Accord ao Brasil. O carro será posicionado (novamente) no topo da gama da marca, lugar ocupado em 2015 pelo CR-V. Ele chega em janeiro de 2016 com visual renovado -- inspirado no novo padrão de desenho da empresa, que também serve de base para a nova geração do Civic, e ligeiramente parecido com o dos carros da Acura (submarca de luxo da empresa) -- e novas tecnologias, incluindo alto nível de conectividade, com central multimídia com GPS com informações de trânsito em tempo real e acesso à internet.

O preço ainda não foi anunciado oficialmente, mas deverá se manter próximo ao do maior rival, o sedã Toyota Camry, que custa a partir de R$ 179.320. Outros competidores da categoria, como Ford Fusion, Volkswagen Passat e Hyundai Azera, custam menos em suas versões de entrada -- R$ 108.400, R$ 144.500 e R$ 157.990, respectivamente.

O segmento de sedãs grandes não anda em alta. Em 2015, foram vendidos 6.666 unidades do Fusion, o líder do segmento, 811 do Azera e 360 do Passat, segundo dados de janeiro a novembro. Os números do Camry sequer foram divulgados pela Fenabrave, associação das revendedoras.No exterior, a frente chama a atenção por conta da semelhança com os modelos esportivos da Acura, como já dito. Os faróis e luzes de neblina são em LED. O visual esportivo segue pelas laterais, realçado por novas rodas de 18 polegadas, e chegam à traseira, que traz um novo para-choque, lanternas em LED e um pequeno aerofólio na tampa do porta-malas.

No interior, as pedaleiras passam a ser em alumínio com iluminação, algo surpreendente para um carro com espírito não tão jovem. O, acabamento, porém, segue o padrão conservador que o modelo precisa ter e é inteiramente revestido na cor preta, com detalhes de plástico que imitam madeira.
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Carro da Ford vai usar o Gorilla Glass no para-brisa
 

  A Ford anunciou que o Ford GT será o primeiro carro da indústria a usar o Gorilla Glass, vidro usado nos smartphones, que dificulta rachaduras e quebras. O material é mais resistente e 30% mais leve do que os vidros convencionais.

O vidro é até 2mm mais fino, mais robbusto e tem resistência maior ou igual do que os usados atualmente. De acordo com a Ford, além de melhorar a aceleração, a frenagem e economizar combustível, o vidro vai reduzir o peso no alto da carroceria, ajudando a baixar o centro de gravidade e melhorando a dirigibilidade do carro.Como funciona?

Um para-brisa laminado tradicional é uma espécie de sanduíche de duas camadas de vidro temperado, que são coladas sobre um agente termoplástico transparente. O novo vidro usa múltiplas camadas : placa híbrida temperada especial na camada interna, uma camada termoplástica avançada absorvedora de ruído no centro e vidro temperado na camada externa. No final das contas, ele reduz 5,4 kg do peso total.

"Contrariando um pouco a intuição, aprendemos que a camada interna mais rígida é a chave para o sucesso do para-brisa híbrido", explica Paul Linden, engenheiro de carroceria da Ford.
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Saiba como deixar seu carro em dia
 

   

Veja o que fazer para manter a lataria brilhando, a suspensão em linha e o som afinado.Sabe aquele carro reluzente, que se encontra em showroom de loja, com pintura brilhando e interior impecável? No dia a dia, é difícil manter o veículo assim. Em dias chuvosos, o spray formado por outros veículos tende a impregnar a carroceria. Sem chuva, o pó toma conta da lataria. E o interior não está imune a infiltração de poeira, ou a restos de comida – quem tem criança sabe o que é isso.

Mas há formas de manter o automóvel limpo, e em boas condições de rodagem, por mais tempo. Alguns serviços podem ser feitos em casa. Para outros, é aconselhável mão de obra profissional. A vida em apartamento e a crise de água praticamente sepultaram a tradicional prática de lavar o próprio carro. Em compensação, as prateleiras de mercados e lojas especializadas estão repletas de produtos que fazem a limpeza “a seco”. Alguns deles já trazem cera em sua composição.

Os produtos de lavagem custam a partir de R$ 10 na MasterCleaner (3666-5679). As ceras são encontradas em pasta, spray e líquido, e têm preços que começam em R$ 20. Na DryWash (3797-0777), o serviço custa R$ 40, para o Civic.

Quando a pintura apresenta pequenos riscos e a cera não é suficiente para devolver o brilho original, só o polimento resolve. É disponível em líquido ou pasta, e tem preços a partir de R$ 20. Na Washing Lavagem Automotiva (5845-2944), o serviço custa R$ 450, e, de acordo com o especialista Renato Morato, dura cerca de seis meses.

A cristalização, que forma uma película sobre a lataria, custa de R$ 300 a R$ 350 na EsteticCar (2362-4868), e dura cerca de seis meses.

Para limpeza interna, usam-se produtos conhecidos como “extratores”, removedores de manchas e encardidos. Custam a partir de R$ 30 na MasterCleaner. A Washing cobra R$ 220 pelo serviço.

De olho na mecânica: parte elétrica, pneus e suspensão do carro exigem atenção constante

Mais importante que cuidar da aparência do carro é manter a mecânica em dia. Motor, suspensão, direção, pneus e parte elétrica precisam de atenção constante, pois falhas nesses sistemas podem causar acidentes e gastos inesperados.

Itens como vidros e travas elétricas são simples e não costumam dar muito defeito, mas podem precisar de manutenção em veículos mais antigos. Se uma porta não tranca com o comando central, o motor da trava pode estar avariado. Só a troca da peça resolve o problema. Na Jocar (jocar.com.br), o componente para o Volkswagen Gol parte de R$ 95.

Se o problema é nos vidros elétricos, que podem subir com dificuldade, “agarrando” nas canaletas, um pouco de grafite pode ajudar na passagem. Mas se o sistema fizer barulho quando acionado, ou travar, é necessária intervenção. Uma máquina nova para o Gol custa R$ 105 na Jocar.Pneus. Fique de olho na marca TWI, um pequeno “calombo” no sulco dos pneus. Quando ela ficar no mesmo nível da borracha do componente, significa que ele precisa ser trocado. Cortes e bolhas demandam substituição imediata, pois comprometem a estrutura dos pneus.

Se o carro trepidar em velocidade alta, ou “puxar” para algum lado, alinhamento e balanceamento resolvem o defeito. O serviço custa R$ 120, em média, em oficinas da capital.

Instalação de som pede cuidados

Dirigir ao som da música favorita é sempre uma experiência prazerosa. Mas e se o carro não tem som de fábrica? A saída é instalar um sistema após a compra, mas o processo exige alguns cuidados especiais. Se o veículo já tem preparação para som, basta retirar a tampa do painel e encaixar o aparelho no lugar, ligando o conector na traseira.

Caso contrário, é necessário instalar toda a fiação e os alto-falantes, além de fazer a ligação com os chicotes do veículo, para que tudo funcione. É preciso, porém, consultar as regras de cada fabricante, pois esses serviços podem cancelar a garantia do veículo.

Não é o caso da Fiat, que admite instalação de produtos homologados pela marca mesmo fora da concessionária.

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Hyundai Elantra N esportivo para 2016
 

   

Modelo criado pela nova divisão esportiva da marca já está pronto e deve ser lançado em breve.Toda marca que quer ganhar mais respeito no mundo automotivo cria uma subdivisão esportiva. A Hyundai é a próxima, com a sua divisão N, e ao que parece o primeiro modelo a ser modificado será o novo Elantra, lançado recentemente na Coreia do Sul.

A escolha do Elantra faz muito sentido porque ele é o carro chefe da marca no mundo e acabou de ganhar uma reestilização. Na foto do modelo é possível ver que a grade é diferente, muito parecida com a dos RS da Audi, as luzes dirunas de LEDs também são diferentes e há spoiler e saias.

Fora isso, o modelo tem menor altura em relação ao solo e rodas exclusivas, com pinças de freios vermelhas.

Além do Elantra, outro modelo pronto para usar a sigla N é i30, que já foi flagrado em testes de rodagem no circuito de Nürburgring, na Alemanha.

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Motorista poderá escolher placa do zero-km
 

 
  No Estado de SP, combinação alfanumérica custará R$ 82,28, além da taxa de emplacamento, já cobrada.Os donos de veículos zero-km do Estado de São Paulo poderão escolher a combinação alfanumérica de suas placas em breve. A nova lei foi aprovada na última quinta-feira (17) pela Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo (Alesp), e entrará em vigor a partir de 90 dias após a publicação no Diário Oficial do Estado.

Para isso, no entanto, o proprietário pagará um valor extra de de R$ 82,28, além da taxa de emplacamento cobrada atualmente que varia de acordo com o tipo de veículo. A lacração custa R$ 88,40 para motos, R$ 91,63 para reboque e semirreboque e R$ 106,40 para os demais veículos. O objetivo é atender às pessoas que solicitam placas personalizadas e evitar possíveis fraudes no processo. Não há regulamentação federal para o serviço, que fica a critério de cada Estado.
 
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BMW faz estreia mundial de moto no Brasil
 

 
  Modelo Concept Stunt G310 antecipa menor moto da marca alemã com motor monocilíndrico e ênfase na agilidade.A BMW decidiu transformar o Salão Duas Rodas em palco para um lançamento mundial. A marca apresentou no evento a inédita Concept Stunt G310, voltada inicialmente para a prática da modalidade ‘stunt riding’, em que o piloto se equilibra na moto em apenas um roda, uma espécie de malabarismo a motor.

O design da moto contou inclusive com a ajuda do tetracampeão da categoria, o alemão Chris Pfeiffer e por isso conta com algumas características voltadas à sua prática. No entanto, a nova moto é apenas um aperitivo para uma versão de produção que colocará a BMW num segmento muito mais volumoso.A marca, especializada em motos de grande porte, não tem nenhum modelo abaixo de 500 cc. Com a G310, a fabricante deve passar a competir entre as motos de média cilindrada e com um projeto diferenciado.A naked conta com motor monocilíndrico instalado ao contrário, com admissão frontal e escape traseiro, o que contribui para tornar o conjunto compacto. A moto também tem a traseira alta e a frente baixa. Essa configuração aprimora a agilidade e a condução dinâmica, garante a BMW.
 
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Mercedes-Benz antecipa o novo SLC
 

 
  Modelo é o sucessor do SLK, carro que praticamente criou o segmento dos conversíveis compactos há 20 anos.
O lançamento está previsto para janeiro no Salão de Detroit, mas a Mercedes-Benz resolveu antecipar o SLC nesta semana. O modelo é o sucessor do SLK e recebeu apenas algumas melhorias no visual, porém passa a contar com novos motores.

As mudanças no design concentram-se em especial na dianteira, com uma nova grade frontal no formato diamante que “destaca o formato de “flecha” do capô” explica a marca.

Todos os SLC contarão com o sistema Dynamic Select, que ajusta as respostas do motor, transmissão, suspensão e direção de acordo com a preferência do motorista, podendo variar entre mais conforto ou esportividade.

O SLC 180, versão de entrada do roadster, utilizará o motor 1.6 turbo de 156 cv associado a uma câmbio manual de 6 marchas ou automático com 9 velocidades. Acima dele a Mercedes-Benz vai oferecer o SLC 200, com o 2.0 turbo de 184 cv. O mesmo motor também figura no SLC 300, porém com potência elevada para 245 cv.Já para quem quer mais esportividade, o conversível terá a opção Mercedes-AMG SLC 43, que utiliza um 3.0 V6 biturbo de 367 cv. Segundo dados da fabricante, o roadster nessa configuração acelera de 0 a 100 km/h em apenas 4,7 segundos.No campo da segurança, o SLC contará com o assistente de frenagem Active Brake Assist, uma tecnologia de condução semi-autônoma que monitora o tráfego ao redor do veículo e pode realizar frenagens automaticamente em caso de emergência, e os faróis de led com o Intelligent Light System, que adapta a iluminação ao tipo de condição na qual o carro está trafegando.

Um aprimoramento no mecanismo do “vario-roof”, permite que se inicie a abertura ou fechamento do teto com o veículo parado podendo seguir o com processo em uma velocidade de até 40 km/h. Quando fechado, o teto de vidro oferece visão panorâmica e permite aos passageiros controlar a transparência por meio do Magic Sky Control. Basta o toque de um botão para escurer o vidro ou deixá-lo mais transparente.
 
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Novo BMW X1 fica quase R$ 20 mil mais caro
 

 
  Nova geração do SUV será produzido em Araquari a partir de 2016
Um ano após o início da produção do X1 na fábrica de Araquari (SC), a BMW anunciou a chegada da nova geração do SUV no País, que também será produzido localmente. O modelo está disponível em pré-venda e deverá estrear nas concessionárias no começo de 2016, ainda como importado. A versão nacional está prevista para ser lançada no fim do primeiro trimestre de 2016.

O novo BMW X1 está disponível em três versões sDrive20i GP, sDrive20i X-Line e xDrive25i Sport, com preços de R$ 166.950, R$ 179.950 e R$ 199.950, respectivamente. Em comparação com o antigo, o SUV renovado está quase R$ 20 mil mais caro.

Nos três casos, há um motor 2.0 litros TwinPower Turbo de quatro cilindros a gasolina, capaz de entregar 192 ou 231 cv de potência, a 5.000 rpm, e torque de 28,5 kgfm (no caso do sDrive20i) e de 35,7 kgfm (no xDrive25i), a 1.250 rpm. A transmissão é uma automática de 8 marchas, com tração dianteira ou integral no caso da opção xDrive. Com a tração nas quatro rodas, o X1 vai de 0 a 100 km/h em 6,5 segundos.

Em comparação com a geração anterior, o novo BMW está 53 milímetros mais alto e 23 mm mais largo. Por conta disso, o espaço para as pernas dos ocupantes de trás foi ampliado em 74 mm, enquanto a posição de dirigir subiu 40 mm. Já o porta-malas agora comporta 505 litros, podendo chegar a 1.550 l com os bancos traseiros rebatidos.Nos itens de série, o BMW X1 2016 dispõe de 6 airbags, controle de estabilidade e tração, pneus runflat, faróis Full LED, sistema de navegação com tela de 6,5 polegadas, sensores de estacionamento traseiro, sensor de chuva, sensor de luminosidade e rodas de liga-leve de 18 polegadas. O sDrive20i X-Line ganha ainda bancos elétricos, retrovisores rebatíveis eletricamente, porta-malas com fechamento eletrônico e teto solar panorâmico. O xDrive25i Sport oferece rodas aro 19 e som HiFi.

As três versões serão disponibilizadas com cinco opções de cores externas, sendo duas sólidas (Branco Alpino e Preto II) e três metálicas (Preto Safira, Prata Glacier e Cinza Mineral). Os modelos sDrive20i GP e sDrive20i X-Line contarão com duas opções de revestimento Sensatec (Preto e Bege Canberra). O xDrive25i, por sua vez, virá com bancos esportivos revestidos exclusivamente em Sensatec Preto.
 
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Faróis também de manutenção. Infração Grave
 

 
  Faróis, lanternas, piscas e luz de freio. Os recursos de iluminação são extremamente importantes e obrigatórios para garantir a segurança no trânsito. Entretanto, tem gente que se esquece que eles também precisam de manutenção periódica. Muitas vezes, o componente fica desregulado ou acaba queimando, e essas irregularidades colocam em risco a integridade do motorista, dos passageiros e até das pessoas que estão em volta.

O artigo 223 do Código de Trânsito Brasileiro (CTB) indica que os motoristas não podem transitar com o farol desregulado ou com o facho de luz alta de forma a perturbar a visão de outro condutor. Se a regra for descumprida, o condutor poderá ser multado em R$ 127,69 e perder cinco pontos na Carteira Nacional de Habilitação (CNH) – a infração é considerada grave.

“O farol desregulado faz com que o motorista perca a visibilidade, pois a iluminação fica desfocada”, explica Cícero Santos, proprietário da Frontal Autopeças, localizada em Santo André, região do Grande ABC, em São Paulo. Além disso, se posicionada de forma errada, a luz pode atrapalhar a visão de motoristas que estão vindo em sentido contrário.

O profissional ressalta que não é muito comum os faróis se desregularem sozinhos, entretanto, vale a pena checá-los durante as revisões periódicas. “A maioria dos casos são vistos em carros que trepidam muito ou foram batidos. E não precisa ser algo muito grave, só uma ‘encostadinha’ já faz isso”.

Mas resolver o problema até que é fácil. Segundo Santos, o processo nem exige a desmontagem do farol, já que os originais contam com reguladores próprios – um deles serve para mexer na abertura do foco e o outro na altura do facho de luz. Esse tipo de serviço é feito com o auxílio de um equipamento especial e leva cerca de 15 minutos. Os preços ficam na faixa de R$ 30,00 a R$ 40,00, dependendo do modelo do carro.
Lâmpadas queimadas

O motorista também precisa ficar de olho nas lâmpadas e verificar se todas elas estão funcionando. O item XXII do artigo 230 do CTB indica que veículos com defeitos no sistema de iluminação, sinalização ou com lâmpadas queimadas devem ser parados e multados. O valor é de R$ 85,13 e mais quatro pontos na CNH.

Santos comenta que não dá para prever o tempo de vida das lâmpadas automotivas. “Tudo depende da qualidade e até do uso do veículo”, diz. E o especialista recomenda que o motorista troque as duas lâmpadas, mesmo se apenas uma estiver queimada. Isso acontece porque ambas são programadas para ter o mesmo tempo de vida, então se uma já queimou, a outra deve estar próxima.

E para verificar se todas as lâmpadas do automóvel estão reguladas e funcionando corretamente, a dica é parar o carro em frente a uma parede branca e ligar os farois, a fim de verificar seu reflexo. No caso das lanternas traseiras e luzes de freio, o ideal é pedir ajuda de algum amigo ou parente
 
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Cresce 188% número de automóveis em recall
 

 
  O número de automóveis participantes de campanhas de recall cresceu 188% em 2015, considerando os meses de janeiro a novembro em comparação com o mesmo período de 2014.

Foram atingidos 2.783.979 automóveis em 106 campanhas em 2015, contra 963.802 veículos em 83 campanhas em 2014. Os dados são de levantamento feito pela Fundação Procon-SP, órgão vinculado à Secretaria da Justiça e da Defesa da Cidadania.

O principal problema enfrentado foi com airbag, respondendo por 20 campanhas e 1.363.718 veículos afetados. Segundo o Procon-SP, houve uma falha com um fornecedor mundial de airbags que atende a montadoras brasileiras. O assessório apresentou erro no dispositivo de disparado, o que libera fragmentos contra os ocupantes do automóvel.

Vejas as montadoras que mais realizaram recall em 2015:Mercedes-Benz: 9 Volkswagen: 8Jeep: 6Land Rover: 6

O que é recall?

O recall é um chamado que as empresas fazem quando um produto ou serviço apresenta um defeito que coloque em risco a saúde e a segurança do consumidor. O objetivo é corrigir problemas e prevenir acidentes. A medida está prevista no artigo 10 do Código de Defesa do Consumidor (CDC).
 
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Oferta Fusion 2,5 Flex
 

 
 

Fusion 2.5 Flex 2016 (cat UCB6) a partir de R$ 108.400,00 à vista ou Entrada de R$ 65.040,00, Taxa Zero e saldo em 24x de R$ 1.878,00.
Motor 2.5 Duratec Flex (175CV)
Transmissão Automática de 6 velocidades
Cintos de Segurança traseiros com Airbags
SYNC Media System com MyFord Touch: Sistema de navegação, Radio AM/FM, CD player MP3, USB/iPod, Bluetooth, Tela de LCD multifuncional touchscreen no painel central de 8”, 6 alto-falantes e 4 tweeters, comandos de voz com funções de audio, telefone, ar-condicionado e navegador e Assistência de Emergência
Camera de ré
8 airbags (Frontais, Laterais e Cortina e Joelhos para motorista e passageiro)
AdvanceTrac® - Controle eletrônico de estabilidade (ESC) e tração (TCS)
Bancos e portas revestidos em couro**
Ajuste elétrico do banco do motorista com 10 posições
Ar condicionado automático e digital com controle individual de temperatura para motorista e passageiro
Acendimento automático de faróis
Espelhos retrovisores interno e externo (motorista) eletrocrômicos
Espelhos retrovisores externos com rebatimento elétrico
Rodas de liga leve 17”

SAIBA MAIS: http://www.ford.com.br/carros/fusion

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Modelos raros são leiloados em Nova York
 

 
  Ferrari, Bugatti, Porsche e Mercedes-Benz: modelos raros são leiloados em Nova York.
Carros exóticos e vintage nunca saem de moda. Na semana passada, a casa de leilões RM Sotheby’s fez um leilão especial de final de ano com alguns dos modelos mais incríveis que existem. Desde as primeiras Bugattis até as mais raras Ferraris. Alguns dos números da venda foram incríveis, como a Ferrari que alcançou o valor de quase R$ 100 milhões. Junte-se a nós para ver alguns modelos
 
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Yamaha V-Max ganha edição especial de 60 anos
 

  Diversos modelos da Yamaha ganharam a pintura especial Sport Heritage (herança esportiva) na linha 2016, em homenagem aos 60 anos da marca. O grafismo nas cores amarela, preta e branca ficou famoso no fim dos anos 1970, quando o norte-americano Kenny Roberts se destacou com uma Yamaha nestas cores na motovelocidade.No caso da impetuosa V-Max, o motorzão V4, as tomadas de admissão e as rodas aro 18" ganharam um banho de tinta preta fosca, enquanto os detalhes em amarelo e branco ficaram restritos ao tanque e à rabeta, atravessando a moto como uma faixa longitudinal.Mecanicamente, nada muda na V-Max Sport Heritage: o motor de 1.679 cc segue entregando 200 cv de potência e 17 kgfm de torque. Equipada com câmbio de cinco marchas, a moto foi desenvolvida para arrancadas brutais. É vendida no Brasil (em pintura normal) por R$ 130 mil, importada do Japão.
 
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Edição especial Scrambler Italia Independent
 

 
  A Ducati uniu-se à marca de eyewear Italia Independent para apresentar suas novas criações durante a exposição de arte contemporânea “Art Basel”, realizada no Hotel Setai em Miami, Estados Unidos, no último final de semana. As duas marcas “Made in Italy” apresentaram uma edição especial e limitada da Scrambler, além de uma coleção de óculos baseada na moto.

A parceria global, baseada em um contrato de três anos, visa criar produtos com o estilo das duas marcas. A “Ducati Scrambler Italia Independent” é inspirada nas motos cafe racer e traz diversos detalhes únicos e feitos à mão. Limitada a 1.077 unidades, o modelo traz um logo exclusivo e uma placa de alumínio com o número de série de cada unidade. O logo “Ducati Scrambler - Italia Independent” aparece nos dois painéis do tanque e também no exclusive assento de couro criado para o modelo.

A Ducati Scrambler Italia Independent traz o motor L2 de 796 cc pintado de preto com acabamentos usinados, escapamento Termignoni também na cor preta, guidão mais baixo com os espelhos retrovisores de alumínio montados na extremidade. O curto paralama dianteiro, a carenagem do farol, o quadro e as rodas foram pintadas na cor “cobre noturna”, criada especialmente pelas duas empresas para essa edição exclusiva.

Já a coleção de óculos escuros criada pela parceria traz uma inspiração clássica e elegante com um toque de esportividade. As lentes espelhadas e outros detalhes dos óculos remetem à pintura da moto. Outros quatro modelos de óculos escuros são baseadas nos outros modelos da Scrambler, como a Icon, Classic, Full Throttle e a Urban Enduro.
 
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2017 lançamento da Scooter aventureiro da Honda
 

  Apresentado pela Honda como conceito no último Salão de Milão, em novembro, o City Adventure vai originar uma versão de produção para 2017, segundo a imprensa europeia. De acordo com fontes ligadas ao braço francês da Honda, o projeto se encontra em "fase avançada de desenvolvimento".Com possível nome final de ADV (como revelavam os badges do conceito), o novo modelo da Honda tem como sacada combinar as vantagens de um scooter com a versatilidade de uma trail, unindo coisas como porta-objetos debaixo do banco e câmbio automático à suspensões de longo curso e pneus de uso misto. A base é da scooter Integra, que por sua vez usa o motor da nossa conhecida NC 750X (bicilíndrico de 745 cc e 54 cv), mas com transmissão DCT de dupla embreagemAinda não explorado por nenhuma marca, o mercado das scooters feitas para pisos ruins pode ter boa acolhida não somente em alguns países da Europa, mas especialmente aqui na América do Sul. O que acha, Honda do Brasil?
 
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Nova Ranger e as primeiras imagens
 

A Ford divulgou as primeiras imagens da Nova Ranger, picape global da marca que deverá ser lançada em vários países da América do Sul, incluindo o Brasil, a partir de 2016. A versão apresentada nas fotos é a Limited, topo de linha, cujo lançamento mundial está ocorrendo em diversos mercados. E o modelo para o continente sul-americano será produzido na Argentina.Segundo a montadora, o novo design externo e muita tecnologia embarcada serão os pontos fortes do veículo. No momento, a Ford apenas divulgou detalhes externos, em que se destacam o visual dianteiro com capô musculoso e nova grade trapezoidal, alinhada com a tendência global de design da marca para veículos da linha de utilitários.

Os faróis têm um desenho afilado e com projetores internos. Na versão da foto, sobressaem também os para-choques e os faróis de neblina com novo formato. A cor selecionada é o vermelho Toscana.
O lançamento faz parte de um ciclo de investimentos de US$ 220 milhões (cerca de R$ 850 milhões) na unidade industrial da Ford em Pacheco, próxima a Buenos Aires, que recebeu diversos aprimoramentos para a produção da nova picape global.
 
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Carro do Ano e o mais SEGURO do Brasil
 

 
  O Jeep Renegade conta com duas versões: Sport e Longitude. Elas podem vir com o motor 1.8L 16V E.torQ Evo Flex capaz de gerar até 132cv. Também pode se optar por câmbio manual de cinco marchas ou automático de seis. A tração é sempre dianteira, o que ajuda na economia de combustível. Acelerou o Renegade. Na cidade. Na estrada. A resposta é sempre rápida.

Grade frontal do Jeep Renegade

A grade frontal com a sete aberturas acompanhada pelos os faróis redondos proporcionam ao Renegade o DNA aventureiro da marca Jeep. É a tradição se inovando.

Rodas e pneus do Jeep Renegade

As rodas de liga leve do Jeep Renegade Sport são de 16”. Já no Longitude, podem ser de 17” ou 18”. Na versão Trailhawk, conte com exclusivas rodas de 17” com design para o off-road.

Lanternas traseiras do Jeep Renegade

As lanternas traseiras com detalhes inspirados nos antigos galões de gasolina militares dão ao Renegade um estilo único.
Um SUV que chegou para ampliar seus horizontes.

O Jeep Renegade não chegou só para mudar a categoria. Chegou para você ter mais conforto e liberdade em qualquer estrada. Seja no rush ou na trilha, o primeiro carro da Jeep fabricado no Brasil está pronto para você fazer história onde quiser.
É verdade que o Jeep Renegade é um SUV compacto e perfeito para a cidade. Mesmo assim, os faróis redondos e a grade frontal com sete barras carregam o DNA aventureiro da marca. É um utilitário esportivo com um legado de 70 anos que não foi feito pra ficar parado.Por dentro, segue um design inovador, que combina espaço interno e refinamento com o melhor da tecnologia. O Renegade marca uma geração que une o DNA Jeep com muita versatilidade. Começando pelo volante multifuncional até o controle automático de velocidade de cruzeiro, ar-condicionado digital de duas zonas, central multimídia com tela touch screen de 5 ou 6,5 polegadas e sistema de som premium com oito alto-falantes, subwoofer e amplificador Beats.O Jeep Renegade não chegou para ser só mais um SUV. Chegou para você fazer mais viagens com motor flex ou diesel, criar novos atalhos com o câmbio automático de 9 marchas e ainda ter mais aventuras com o melhor 4x4 da categoria. E para não deixar o conforto de lado, ele conta com: ar-condicionado Dual Zone, sistema multimídia Uconnect, e ainda duas opções de teto solar. Tudo isso sem falar nos mais de 60 itens de segurança para você dirigir em qualquer estrada com muita tranquilidade e sem riscos. Não é por menos que o Jeep Renegade ganhou cinco estrelas como o carro mais seguro fabricado no Brasil, segundo o Latin NCAP.


VEJA O VÍDEO : https://www.youtube.com/watch?v=zQ8rw3Bne5c
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Elétrico da Audi terá autonomia de 500 km
 

  Numa parceria com a LG e a Samsung, a Audi está desenvolvendo uma nova tecnologia de baterias que permitirão que o veículo elétrico rode mais de 500 km sem recarregar.

O projeto, que representa uma mudança importante no mercado de veículos elétricos, está sendo realizado na Europa. A nova tecnologia de células elétricas é uma solução que deixará os carros elétricos mais atrativos aos motoristas, já que um dos maiores problemas desse tipo de carro é exatamente a baixa autonomia, combinada com a falta de infra-estrutura para abastecimento.

Ideal para percursos curtos, o carro elétrico não é a melhor alternativa quando se trata de longas distâncias.

O Audi Q6 e-tron estará no mercado em 2018. Terá três motores elétricos: um na parte dianteira e dois na traseira, com potência máxima de 496 cavalos, sendo quase tão rápido como o esportivo Audi RS3.
 
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Novo Míni Clubman chega mais conectado
 
  O compacto premium Míni Clubman, do grupo BMW, chegou com algumas novidades, dentre elas o aumento de espaço interno. O carro é 27 centímetros mais comprido do que a versão anterior e o porta-malas tem agora capacidade para 360 litros.Um dos atrativos do carro é a conectividade: o aplicativo Journey Mate permite o usuário de Iphone planejar viagens, calcular o combustível disponível e receber dados em tempo real da via, entre outras funções. Para ativar o sistema basta conectar o smarthphone no painel.O carro tem potência de 192 cavalos e vem com a tecnologia Twin Power, que utiliza dois motores. Custa R$179.950,00.


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Inflação do Carro dispara em novembro

 
Com 3,08% no mês e 12,14% no ano, Inflação do Carro é mais alta do que o IPC da FIPE: 10,2% .Levantamento da Agência AutoInforme apurou alta de 3,08% na Inflação do Carro em novembro, a maior alta registrada no ano. O resultado fez o índice chegar a 12,14% no acumulado do ano (janeiro a novembro). O indice é superior ao IPC da FIPE, que mede a inflação oficial do país, que é de 10,2% no acumulado de janeiro a novembro.

Os combustíveis mais uma vez foram os vilões. A gasolina ficou 4% mais cara e o preço do álcool subiu 12,1%. No acumulado do ano o estrago é grande: a gasolina está 16,8% mais cara e o etanol 28,1%. Com essa situação o motorista deve ficar atento na hora de abastecer e analisar qual combustível é mais econômico para o seu carro. A conta é simples: divida o valor do álcool pelo valor da gasolina: se o resultado for menor que 0,70, ponha álcool se for acima de 0,70, ponha gasolina.A Inflação do Carro é a evolução dos preços de serviços e produtos que o motorista usa para andar de carros e fazer a manutenção preventiva; para chegar ao índice mensal, a equipe da AutoInforme pesquisa os preços de oito cestas de produtos: peças, mão de obra e serviços, imposto de circulação, combustíveis e seguro.

O conjunto das peças de reposição ficou 0,63% mais caro, sendo que a lona de freio (alta de 1,12%) e o óleo do motor (+1%) foram os itens que mais subiram.

Já os preços dos serviços estão mais acomodados, tiveram alta de 0,11%, mas o estacionamento (+ 0,54%) e a lavagem simples contribuíram para o aumento da inflação.
Itens que ficaram mais caros em novembro

Itens Variação %
Álcool 12,14
Gasolina 3,96
Lona de freio 1,12
Óleo motor 1,01
Pneus 0,94
Fonte: AutoInforme
 
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Lexus ES 350 ganha com mais luxo na linha 2016

 
Sedã da Lexus usa um motor V6 de até 277 cv de potência.Com novo visual e interior ainda mais refinado, o sedã ES 350 da Lexus acaba de estrear sua linha 2016 no mercado brasileiro. O novo modelo está disponível em apenas uma versão de acabamento, com preço de R$ 253,3 mil, equipado com um motor 3.5 litros V6 Dual VVT-i, que rende 277 cavalos de potência, a 6.200 rpm, e 35,3 kgfm de torque, a 4.700 rpm, com câmbio automático de 6 marchas.

Na parte estética, o novo Lexus ES 350 se diferencia da linha anterior pela nova grade frontal, acabamento cromado e extremidades das barras laterais chanfradas. Há ainda escapamentos duplos cromados com formato diamante, o mesmo utilizado no NX 200t, parte inferior do para-choque traseiro alargada e acabamento cromado do porta-malas integrado às lanternas traseiras.

Já na cabine, o Lexus agora está disponível com duas opções de cores para o revestimento do painel: preto ou marrom. O sedã recebeu também revestimento dos bancos em couro legítimo, estofados e costuras ao lado do console central, nova manopla do câmbio (a mesma do IS), comandos das portas do motorista e passageiro com ornamentação na cor prata, superfície de acrílico transparente no painel de instrumentos e volante com uma pequena elevação central, que indica o centro rotacional.A lista de itens de série do Lexus ES 350 oferece 10 airbags, freios ABS com distribuição eletrônica de frenagem e assistência à frenagem, faróis adaptativos e com acendimento automático e xenônio, sensor de chuva, controle de tração e de estabilidade e som Premium Sound System (com DVD, CD-R/RW, MP3, WMA e AAC, rádio AM/FM, sistema de navegação GPS, TV digital, câmera de ré, bluetooth na tela LCD de 8”, entrada para conexão USB e Aux-in e 8 alto-falantes).

Há ainda bancos dianteiros com regulagem elétrica em 10 modos, ar-condicionado automático digital de três zonas, abertura das portas e partida do motor sem chave, aquecimento e ventilação nos bancos dianteiros, volante com regulagem de altura e profundidade e recolhimento automático, teto solar elétrico, faróis em LED com dispositivo de nivelamento e sistema follow me home, entre outros.
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Câmbios automáticos entenda como eles funcionam
 

 
  O câmbio automático não é uma invenção nova, mas ao menos no Brasil ele tem se tornado cada vez mais popular nos últimos anos. Existem hoje no mercado diversas opções e por preços variados.
Mas, afinal, de contas vale a pena ter um carro com transmissão automática? É mais difícil dirigir um carro com ela? O carro morre se esquecer de algo? O bê-a-bá desse equipamento a seguir:

Cadê a embreagem?

Eis a primeira diferença num sistema de trocas automáticas: o pedal de embreagem não existe. As trocas, independentemente do sistema, são feitas através de um sistema eletro-hidráulico e também por softwares que sabem exatamente a hora de encaixar uma nova marcha.O que faço com o pé esquerdo?

Deixe ele descansar. Se você é novato na condução de um carro automático uma boa dica é cruzar a perna esquerda por detrás da perna direita de forma a bloquear qualquer ímpeto de procurar por um pedal de embreagem. Com o tempo você se acostuma e não vai querer saber mais de usá-la mesmo.É mais difícil dirigir um automóvel com câmbio automático?

É bem mais fácil. Sem precisar tirar a mão do volante ou procurar mentalmente pela marcha ideal numa manobra, você se concentra com mais facilidade apenas em dirigir. Basta um pouco de paciência e calma para se acostumar com esse novo jeito de guiar.O que são as letras que vemos nas manoplas de câmbios automáticos?

Elas geralmente variam, mas algumas são quase padrão na indústria. É o caso da letra ‘D’, a mais objetiva possível. Significa ‘Drive’, ou seja, é a marcha que usamos para rodar com o carro. Alguns modelos como o Fiat Uno Dualogic há também um botão ‘S’. Sua função é tornar as trocas mais ágeis por isso a letra ‘S’ que vem de ‘Sport’.

Carros automáticos também possuem o ponto morto (N) e a posição ‘P’, de parking (estacionamento). Ou seja, quando você quiser estacionar o carro será preciso mover a alavanca até a posição P para que o carro possa ficar parado com segurança – sem esquecer que o freio de estacionamento também terá de ser acionado.O que são os sinais de mais e menos de alguns câmbios?

É um advento mais recente dos câmbios automáticos, a chamada troca sequencial. Com ele, a transmissão automática passa ter trocas manuais sob o comando do motorista. A diferença para um câmbio manual é que você não vai direto para a marcha desejada e sim eleva ou reduz na sequencia. A grande sacada é que, por não precisar de embreagem, manipular a alavanca é extremamente fácil.

Existem câmbios com trocas longitudinais (para frente desce a marcha e para trás sobe como no Fiat Bravo) e transversais (direita desce, esquerda sobe, como no Fiat Freemont), mas o funcionamento é idêntico.Como usar as borboletas atrás do volante?

As borboletas são uma herança da Fórmula 1 como a que equipa os carros da escuderia Ferrari. Também chamadas de ‘paddle-shifts’ elas funcionam de forma parecida com a alavanca: num lado elevam as marchas e do outro reduzem. A vantagem é que elas ficam à mão (veja abaixo o volante do Uno), o que permite trocas mais rápidas.Câmbio automático consome mais combustível?

Isso já ocorreu no passado, quando as transmissões tinham poucas marchas e funcionamento menos preciso. Hoje em dia há carros automáticos que são até mais econômicos que os manuais, como o Grand Siena Dualogic.Como o carro adivinha como eu quero acelerar?

Os câmbios modernos possuem 'pequenos computadores' que registram a forma que o motorista dirige e cruzam esses dados com o perfil de funcionamento do veículo. Com o tempo, o carro "aprende" como você gosta de dirigir e busca responder a essa necessidade. É o caso da transmissão Dualogic Plus que equipa modelos como o Linea.
 
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Chevrolet lança Tracker por R$ 76.990
 

 
  Nova configuração do SUV compacto perde itens como a central multimídia MyLink e rodas de liga leve aro 18";Além do modelo LTZ, o Chevrolet Tracker agora está sendo oferecido também na versão LT, que chega para se posicionar como a opção de entrada da linha. A novidade usa o mesmo conjunto mecânico da variante topo de linha, mas teve sua lista de equipamentos reduzida para ficar mais barata. O novo modelo custa R$ 76.990, o que representa uma redução de R$ 5,6 mil.

Em relação ao Tracker LTZ, o LT perdeu as rodas de liga-leve de 18 polegadas (agora com 16 polegadas) e maçanetas com acabamento cromado (pintadas somente na cor da carroceria). Já no interior, o SUV da Chevrolet deixa de oferecer o volante multifuncional com acabamento prateado e revestimento de couro, assim como os bancos de couro e sistema multimídia MyLink.

Nos itens de série, há faróis e lanternas de neblina, barras longitudinais no teto, som com CD player, computador de bordo, volante e banco do motorista com regulagem de altura, porta-óculos no console de teto, ar-condicionado, direção hidráulica, trio elétrico, airbags frontais, freios ABS com EBD, Isofix e cinto de três pontos e encosto de cabeça para todos os ocupantes.O motor é o 1.8 litro 16V Ecotec, que rende 140 cavalos com gasolina e 144 cv com etanol, a 6.300 rpm, e 17,8 kgfm e 18,9 kgfm de torque, respectivamente, a 3.800 rpm. O câmbio é um automático de 6 marchas, com opções de trocas no modo manual sequencial.

Para voltar a ativa no segmento

Com a nova versão, o Tracker que alavancar suas vendas no segmento de SUVs compactos e incomodar os demais modelos da categoria. De janeiro a novembro, o modelo da Chevrolet emplacou 9,5 mil exemplares, contra 44,6 mil do Honda HR-V, 32,2 mil do Jeep Renegade, 31,4 mil do Renault Duster e 31,4 mil do Ford EcoSport. Porém, ainda sim, o Tracker ficou à frente do recém-chegado Peugeot 2008, que teve 5,3 mil unidades vendidas, e do JAC T6, com apenas 996 carros.
 
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Nissan GT-R Nismo o carro indomável
 

 
  É possível deixar o Nissan GT-R ainda mais insanamente divertido? A Nismo conseguiu. Ao usar turbos de maior diâmetro no motor V6 3.8, suspensões recalibradas, peças aerodinâmicas em fibra de carbono e acabamento mais esportivo no interior, a divisão esportiva da marca japonesa elevou o "Godzilla" a 600 cv de potência e 66,5 kgfm de torque, para atingir máxima de 315 km/h.

Acoplada a transmissão automatizada (dupla embreagem) de seis velocidades, a versão endiabrada detém o atual recorde de tempo entre veículos de rua no "Inferno Verde" de Nürburgring, e é vendida nos Estados Unidos por US$ 151 mil (cerca de R$ 570 mil). Quer conhecer detalhes do endiabrado superesportivo os detalhes? Assista ao vídeo dos parceiros do Auto+.

Lembrando que a Nissan brasileira confirmou a importação do GT-R convencional a partir de 2016, a preço ainda não definido (UOL Carros aposta em valores próximos a R$ 1 milhão). Nossa reportagem já domou o monstro em circuito fechado. Relembre a experiência no álbum exclusivo.
 
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Customização tem moto folheada a ouro por R$ 300 mil
 

 
  Para alguns projetistas, o requinte está na simplicidade das formas. Já os customizadores de motos preferem ver o desenho original "passado a limpo", ganhando linhas mais criativas, exclusivas e que se fundem com a personalidade do próprio motociclista. Neste cenário, a cultura custom vem ganhando cada vez mais adeptos ao redor do mundo.

No Brasil não é diferente. Prova disso é a realização da sexta edição do Hot Rods Brasil 2015, que reuniu na última semana, em São Paulo (SP), cerca de 300 veículos customizados, restaurados ou clássicos 100% originais -- sendo 200 motocicletas.

Os trabalhos mostraram diversas vertentes da customização, entre motos nos estilos bobber (modelos rústicos dos anos 20 e 30), cafe racer (despojadas de carenagens e guidão baixo) e chopper (suspensão dianteira alongada e guidão alto). Sem falar nos carros Hot Rods, com motores V8 à mostra e visual radical.

As principais oficinas de customização em duas rodas marcaram presença. O estúdio paulistano Spades Custom expôs uma Harley-Davidson Panhead 1958, com peças folhadas a ouro e outros materiais artesanais que deixaram a obra-de-arte avaliada em cerca de R$ 300 mil.

Shows de bandas de rock e rockabilly completaram a festa, junto com aulas de dança, serviço de barbearia e praça de alimentação com food trucks. Rolou até uma exposição com venda de móveis, obras de arte e acessórios da atmosfera vintage.
 
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Kia confirma novo Sportage e Rio no Brasil e inovação para 2016
 

 
  Kia anunciou seus próximos planos para o Brasil. Após apresentar as novas gerações do Sorento e da Grand Carnival, a marca coreana anunciou que, em março de 2016, o país receberá duas novidades. A primeira delas é o novo Sportage, apresentado durante o Salão do automóvel de Frankfurt, em setembro.A quarta geração do Sportage chega com desenho mais agressivo. A dianteira segue com a grade no estilo “nariz de tigre”, além de luzes de LED no formato de cubos de gelo. A traseira ganhou uma barra horizontal cromada que liga as lanternas, enquanto que as setas e as luzes de ré ficam logo acima das ponteiras duplas do escapamento.A segundo novidade prometida para o terceiro mês do próximo ano é sedã Optima reestilizado. Logo em seguida, outro modelo que chegará com visual retocado será sedã médio Cerato, que marca o início das operações da nova fábrica da Kia no México. A unidade fabril será fundamental para os planos de expansão da empresa.Segundo José Luiz Gandini, presidente da Kia Motors e da Geely do Brasil, no cenário atual é impossível vender carro fora da cota de importação. Atualmente, a empresa só pode importar 4.800 unidades por ano mas, ainda assim, prevê que fechará 2015 com 16 mil vendas. Apesar disso, de acordo com o executivo, esse volume representa um sacrifício enorme, além da perda de muito dinheiro. A fábrica mexicana terá capacidade de produção de 300 mil unidades anuais – 20% desse total devem ser destinados ao Brasil e outros países da América do Sul. A partir desse momento, a Kia passará a trazer os veículos sem os 35% de imposto de importação cobrados pelo governo brasileiro.Em julho de 2016, a Kia apresentará o compacto Rio feito na Coréia do Sul. O modelo será importado do México a partir de novembro nas configurações de três e cinco portas. Com isso, a fabricante pretende mudar o cenário, uma vez que atualmente passou de 180 concessionárias para 125, dificultando ainda mais as vendas.
 
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Kawasaki H2R é atração da marca japonesa no Salão Duas Rodas
 

 
  Kawasaki H2R é atração da marca japonesa no Salão Duas Rodas

A Kawasaki também marca presença no Salão Duas Rodas. Entre os dias 7 e 12 e outubro, a montadora japonesa mostrará ao público uma gama de 42 modelos, incluindo a naked Z300, a estradeira Vulcan S, as aventureiras Versys 650 e Versys 100, as off-roads KLX110 e KX450F, e os novos jet skis Ultra 310 XL e Ultra 310R. O destaque, porém, fica por conta das Ninja H2 e Ninja H2R.

A nova Kawasaki Ninja H2 foi lançada no mercado brasileiro em março deste ano e teve apenas 28 exemplares importados, todos já comercializados, cada um pela bagatela de R$ 120 mil. Já a Ninja H2R é apenas uma atração da marca no evento e não deve ser comercializada por aqui. Trata-se da versão exclusiva para uso em pista da motocicleta topo de linha da Kawasaki.

A H2R é equipada com um motor quatro cilindros supercharger capaz de entregar 326 cavalos de potência, potência brutal para um veículo de duas rodas, apesar do bloco ter um desenho compacto compatível com as outras motocicletas de 1.000 cilindradas do mercado. O conjunto usa a tecnologia da Gas Turbine & Machinery Company, da Aerospace Company e da Corporate Technology Division.

Nos demais destaques, a Kawasaki Ninja H2R apresenta asas superiores e inferiores em fibra de carbono, que adicionam estabilidade para a condução em altíssimas velocidades, projetadas com o apoio do braço aeroespacial da marca.
 
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Honda CG vende mais que o Chevrolet Onix
 

  Honda CG vende mais que o Chevrolet Onix

Segundo pesquisa da Fenabrave (Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores), a Honda CG 160 – apresentada em agosto - foi o veículo mais vendido em novembro, com 14.350 unidades. Só para comparar, o Chevrolet Onix teve 11.991 unidades emplacadas no mês passado. Porém, no acumulado do ano, a pequena CG 150/160 abre grande vantagem sobre o hatch de pequeno porte da Chevrolet : 310.760 unidades licenciadas da CG, contra 110.845 unidades do Onix. Dessa forma, a moto Honda é o veículo mais vendido do País. Com todos os segmentos em baixa, o setor de duas rodas deve fechar o ano com pouco mais de 1.200.000 unidades comercializadas, que coloca o mercado de duas rodas no mesmo patamar de 2005.

Segundo pesquisa da Fenabrave (Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores), a Honda CG 160 – apresentada em agosto - foi o veículo mais vendido em novembro, com 14.350 unidades. Só para comparar, o Chevrolet Onix teve 11.991 unidades emplacadas no mês passado. Porém, no acumulado do ano, a pequena CG 150/160 abre grande vantagem sobre o hatch de pequeno porte da Chevrolet : 310.760 unidades licenciadas da CG, contra 110.845 unidades do Onix. Dessa forma, a moto Honda é o veículo mais vendido do País. Com todos os segmentos em baixa, o setor de duas rodas deve fechar o ano com pouco mais de 1.200.000 unidades comercializadas, que coloca o mercado de duas rodas no mesmo patamar de 2005;
 
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Anfavea: vendas caem 25,2% no acumulado; novembro tem leve reação
 

 
  Anfavea: vendas caem 25,2% no acumulado; novembro tem leve reação

De acordo com o relatório mensal divulgado pela Anfavea (Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores) nesta sexta-feira (4), a indústria automotiva apresentou queda de 25,2% nas vendas no acumulado do ano, se comparado ao mesmo período de 2014. Foram 2,34 milhões de unidades emplacadas em 2015 contra 3,12 milhões no ano passado.

No mês de novembro, as vendas tiveram queda de expressivos 33,8% na comparação com o mesmo período do ano passado – de 294,7 mil unidades em 2014, para 195,2 mil neste ano. Todavia, em relação ao resultado de outubro (192,1 mil), houve crescimento de 1,6%.
Luiz Moan Yabiku Junior, presidente da Anfavea, destaca a estabilidade das vendas diárias no período: “A média diária de vendas em novembro apresentou um ligeiro aumento com relação a outubro, fato que confirma a expectativa de estabilidade do ritmo de licenciamento esperada para este último trimestre. O cenário mostra que se faz cada vez mais necessário resolver os entraves políticos, que corroem a economia brasileira, com o estabelecimento de uma agenda positiva para alavancar os pilares de sustentação da confiança e da retomada do crescimento”.

Produção

No mês passado foram produzidos 176 mil veículos, uma retração de 14,2% se comparado com os 205,1 mil de outubro e de 33,5% em relação a novembro do ano passado, com 264,8 mil unidades. No acumulado do ano, 2,28 milhões de unidades deixaram as linhas de montagem: queda de 22,3% frente a 2014, que teve 2,94 milhões de veículos produzidos
Com queda de 8,4% em relação a outubro, as exportações em novembro cresceram 40,3% na comparação com o mesmo período de 2014. Foram 36,4 mil unidades exportadas no mês passado contra 39,8 mil em outubro. Em novembro do ano passado 26 mil veículos deixaram o país.

No período que vai de janeiro a novembro de 2015, o resultado foi positivo em 18,9%. Este ano foram 369,5 mil unidades exportadas contra 310,8 mil no ano passado
 
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Nova CB Twister já vende mais que a antecessora CB300R e encosta na Fazer 250
 

  Nova CB Twister já vende mais que a antecessora CB300R e encosta na Fazer 250

A nova CB Twister nem completou um mês cheio de loja e já desponta com números de venda animadores: emplacamentos registrados até esta quarta-feira (25) apontavam a street 250 da Honda à frente de sua antecessora CB300R (abaixo, que ainda divide as lojas com a novidade até o fim dos estoques) e colada na rival Yamaha Fazer 250, que deve ficar para trás até o fim de novembro se considerada a média de vendas dos últimos dias.Neste momento, a Twister ocupa a décima sexta posição do ranking de motos mais vendidas da Fenabrave, com 1.026 emplacamentos acumulados em novembro, enquanto a CB300R caiu para a décima nona colocação, registrando 876 unidades. Já a Yamaha Fazer 250 (abaixo), que foi levemente atualizada recentemente para a linha 2016, vem na décima quinta colocação, tendo emplacado 1.139 motos neste mês até agora.
 
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Ducati XDiavel traz marca para as cruisers
 

 
  Ducati XDiavel traz marca para as cruisers

Eleita a moto mais bonita do Salão de Milão, XDiavel marca entrada da Ducati no segmento cruiser

XDiavel, eleita a moto mais bonita do Salão de Milão 2015, marca a entrada da italiana Ducati no segmento cruiser

Eleita a moto mais bonita do Salão de Milão (Eicma 2015), realizado na cidade italiana entre 19 e 22 de novembro, a nova Ducati XDiavel quer ser mais do que apenas um rostinho bonito. Além de todo seu apelo estético, a moto traz muitas novidades de motorização e ciclística para marcar a entrada da Ducati no segmento cruiser.
Um dos diferenciais do modelo é ser a primeira moto Ducati equipada com transmissão final por correia dentada, uma característica das Harley-Davidson. A nova cruiser da marca italiana quer ditar novos parâmetros entre as motos estradeiras de perfil mais esportivo. Na Europa, a XDiavel chegará às lojas em fevereiro - com preços a partir de 20.000 Euros para a versão Standard e pouco mais de 23.000 Euros para a S, top de linha.
Muito bela
Prova em metal do refinado senso estético italiano, a XDiavel é uma obra de arte em duas rodas: do belo farol em LED em forma de U invertido até o largo pneu de 240 mm que calça uma sofisticada roda traseira feita em liga leve. Mais longa e baixa que a Diavel original, o modelo anabolizado traz quadro em treliça, escape curto que fica praticamente posicionado sob a moto (do lado direito) e várias outras peças e suportes feitos também em liga leve.
O painel de instrumentos é composto por uma tela de cristal líquido (iluminação em vermelho), com as luzes-espia separadas e instaladas sobre o guidão. A versão S conta ainda com módulo Bluetooth, que permite parear o smartphone com a moto. Ou seja, no painel da XDiavel S o piloto pode monitorar chamadas e mensagens de texto, bem como visualizar a faixa de música que está sendo executada.
Novo bicilíndrico de 1.262 cm³
A nova versão da Ducati Diavel ganhou um motor completamente novo, com comando desmodrômico variável de válvulas, o tal DVT, que já equipa a Multistrada 1200. O propulsor de dois cilindros em L, teve sua capacidade aumentada para 1.262 cm³ em relação à Diavel original e vendida no Brasil. O novo L2 produz menos potência 156 cv a 9500 rpm, mas oferece mais torque: 13,35 kgf.m já a 5000 giros. Ou seja, muita elasticidade e força em qualquer condição, seja em uma aceleração radical ou em uma retomada vigorosa.
Outra novidade se refere à transmissão final, que, pela primeira vez na história da Ducati, é feita por intermédio de uma correia dentada, abandonando a tradicional corrente. A opção da marca italiana significa menor manutenção e maior durabilidade da transmissão.
Na parte eletrônica, a XDiavel também traz um completo pacote eletrônico com três modos de pilotagem - Sport, Touring e Urban -, que são customizáveis pelo piloto. Além do controle de tração, piloto automático e sistema de freios ABS que atuam em curvas. Mas a novidade é um inédito sistema de controle de largada para domar o torque brutal da XDiavel. Chamado de Ducati Power Launch, o sistema promete uma arrancada com segurança: basta o piloto acionar a embreagem, engatar a primeira marcha e acelerar tudo para uma aceleração digna de um dragster!

Ciclística e ergonomia

Na nova XDiavel, o motor, suspensões e freios estão ancorados a um chassi de treliça de aço tubular, uma assinatura das motos da Casa de Borgo Panigale. Na parte dianteira suspensão invertida e totalmente ajustável de Marzocchi, com tubos de 50mm de diâmetro; e freios de fixação radial da grife Brembo, com dois discos de 320mm. Na traseira, monoamortecedor fixado praticamente de forma horizontal e disco simples de 265 mm, instalado junto ao cubo da roda.

Detalhe: o braço oscilante está composto por duas partes: a inferior é fundida, enquanto superior é feita em treliça, que pode ser removível para ajudar na troca, por exemplo, da correia de transmissão. O peso a seco do conjunto é de 220 kg. Uma prova de que a XDiavel é uma cruiser esportiva é seu ângulo de inclinação em curvas: 40 graus sem raspar as pedaleiras.

Outra grande novidade da XDiavel é sua ergonomia ajustável em 60 posições. O número alardeado pela Ducati refere-se às combinações oferecidas pelas pedaleiras (quatro), pelo banco (cinco) e pelo guidão (três).
 
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Futuro cupê esportivo da Toyota cai na mão de especialistas
 

 
  Futuro cupê esportivo da Toyota cai na mão de especialistas

Depois de apresentar o S-FR Concept Racing no Salão de Tóquio, em outubro, a Toyota entregou o conceito à divisão esportiva Gazoo Racing, para que ela faça algumas alterações e o apresente no Tokyo Auto Salon (evento de carros de performance), que acontecerá entre 15 e 17 de janeiro.O carro tem configuração para duas pessoas, que ficam sentadas quase sobre o eixo traseiro -- o cupê tem uma frente extensa e a traseira bem curta. A dianteira é marcada pela enorme grade frontal e por faróis redondos "cortados". Na traseira, há um aerofólio e o parachoque incorpora a saída de dupla do escapamento.

Segundo a Gazoo, o conceito que será apresentado no dia 15 de janeiro teve altura diminuída em 5,1 cm, para ficar mais colado ao chão e ter uma tocada ainda mais esportiva. A motorização que equipará o esportivo definitivo, oriundo do S-FR Concept Racing, não foi divulgada.
 
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Gol, Fox e Voyage à venda com preço de nota fiscal de fábrica
 

  Campanha vale até o dia 15 de dezembro em toda a rede de concessionárias Volkswagen
A Volkswagen do Brasil lançou a campanha “Dezembro Exclusivo” para divulgar suas ofertas para o último mês do ano, disponíveis em toda a rede de concessionárias da marca no País.

Até o dia 15, o Gol Comfortline 1.0, o Fox 1.0 Trendline e o Voyage 1.0 (foto), todos completos, serão ofertados com preço de nota fiscal de fábrica. Além disso, os dois hatchs estão com taxa de financiamento zero e saldo em até 24 meses.

Os três são equipados com o mesmo motor 1.0, que desenvolve 76 cavalos de potência com etanol e 72 cv com gasolina, ambos a 5.250 rpm, e 10,6 kgfm (etanol) ou 9,7 kgfm (gasolina) a 3.850 rpm. O câmbio é manual de cinco velocidades.
 
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Versões Sporting do Uno e Palio ganham série especial
 
  Depois do Linea Blackmotion, agora a Fiat lança a versão Blue Edition para o Novo Uno Sporting 1.4 e o Novo Palio Sporting 1.6. Ela oferece caracterização exclusiva, acabamento diferenciado, novos equipamentos e está disponível somente nas cores externas Branco Banchisa, Branco Kalahari, Prata Bari e Preto Vesúvio.

Por R$ 46.550, o Novo Uno Sporting 1.4 SE Blue Edition traz rodas de liga leve esportivas com pintura exclusiva, anéis estéticos da grade dianteira na cor azul, retrovisores externos na cor cinza, adesivos nas cores azul e cinza no capô, na lateral e no porta-malas e siglas “Blue Edition” nas colunas C.

No interior, destaque para banco traseiro bipartido, banco do motorista com regulagem de altura e 3º apoio de cabeça do banco traseiro, apoia-braço central no banco do motorista, porta-objetos para smartphone, cinto de segurança traseiro central retrátil de 3 pontos, quadro de instrumentos e volante com detalhes em azul, novos tecidos com costura azul, maçanetas internas pintadas na cor preto Onix e pedais esportivos
O modelo traz ainda rádio Connect com USB/BTH, retrovisores Externos elétricos com tilt down, volante com comandos de mídia, vidros elétricos traseiros, chave canivete com telecomando e alarme.

O Novo Palio Sporting 1.6 Blue Edition, por sua vez, traz, além dos itens do modelo anterior, detalhe na parte inferior da grade dianteira na cor azul, volante em couro, coifa do câmbio com costura azul, maçanetas internas e aro do alto falante pintados na cor azul, nova Saída de ar central e lateral, interior escurecido e cintos de segurança na cor preta.

Na lista de novos conteúdos estão teto Solar Elétrico Sky Wind, vidros elétricos traseiros, volante em couro com comandos de rádio, alarme e parafusos antifurto. O preço do modelo é de R$ 55.140.
 
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Ducati lança 959 Panigale para substituir modelo 899
 
 
  Ducati lança 959 Panigale para substituir modelo 899

Nova esportiva da Ducati usa motor bicilíndrico, que entrega até 157 cavalos.A linha Panigale da Ducati passou por boas mudanças para 2016. Depois do modelo 1199 Panigale ter sido substituído por uma versão equipada com um novo motor 1299, foi a vez da 899 Panigale sair de linha. Agora a montadora italiana oferece a 959 Panigale, apresentada durante o Salão de Milão. A novidade chega para atingir as novas normas de emissões de poluentes para motocicletas na Europa, o Euro 4, além de cumprir as exigências de ruído.

O novo motor bicilíndrico que equipa a Ducati 959 Panigale é capaz de desenvolver 157 cavalos de potência, o que representa um aumento de 11 cv em relação ao modelo anterior. O torque passou para 10,9 kgfm, disponível a partir de 9.000 giros. Além do curso de pistão mais longo, o propulsor recebeu virabrequim redesenhado, novas biela, corpos de aceleração ovais, entre outros.No visual, a 959 Panigale recebeu uma carenagem maior, com entradas de ar mais amplas, além de um para-brisa mais largo e alto. O assento é inspirado no da irmã maior Panigale 1299. O painel de instrumentos que equipa a Ducati é totalmente digital.

Entre os equipamentos, há freios ABS, controle de tração com ajustes em diversos níveis e modos de pilotagem. Como opcional, há o “Ducati Data Analyser”, um banco de dados do tipo “plug and play” capaz de armazenar e analisar o desempenho da motocicleta em termos de tempo de volta, posição do acelerador, velocidade, entre outros.
 
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Yamaha apresenta nova naked topo de linha MT-10
 
 
  Modelo topo de linha da família MT (Master of Torque) da Yamaha. A montadora japonesa apresentou no Salão de Milão a nova MT-10, que é praticamente uma versão naked da R1. A nova motocicleta será comercializada no mercado europeu a partir do ano que vem e também deverá ser oferecida no Brasil, mas ainda sem data de lançamento prevista.

A nova Yamaha MT-10 é equipada com o mesmo motor de 999 cm³ e quatro cilindros da superesportiva, que recebeu nova tomada de ar, sistema de injeção eletrônica exclusivo e novo escape, visando entregar mais torque em baixa e médias rotações. Dados de potência e torque não foram divulgados, mas naked deverá entregar cerca de 190 cavalos.

Assim como a R1, a MT-10 oferece sistema de controle de tração em três níveis, três modos de pilotagem através do mapeamento de aceleração Yamaha D-Mode (Standard, que oferece um desempenho suave, “A”, que entrega todo o poder do conjunto, e “B”, indicado para dias de chuva e ruas escorregadias), embreagem deslizante, entre outros.
Chassi de alumínio, suspensão (Kayaba com garfos invertidos de 43 mm e 120 mm de curso na dianteira e monoamortecida com link tipo Monocross na traseira) e freios (duplos na dianteira, com 320 mm de diâmetro, e simples na traseira, com 220 mm) também são os mesmos em ambos os modelos. A Yamaha oferece ainda tanque de combustível de 17 polegadas.

No visual, a Yamaha MT-10 traz como destaque o conjunto frontal, com faróis e piscas em LED. A lanterna traseira também é em LED. O painel da motocicleta é totalmente digital.
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Nova Ducati Monster 1200 chega ao Brasil por R$ 64.900
 
 
  Nova Ducati Monster 1200 chega ao Brasil por R$ 64.900
Mais moderna, nova geração da naked italiana começa a ser vendida neste mês nas versões 1200 e 1200S.Demorou, mas chegou. A nova geração da Ducati Monster causou muito furor no Salão de Milão em 2013, quando foi apresentada ao mundo - ela foi considerada a moto mais bonita do evento italiano. Finalmente, o modelo chega ao Brasil nas versões 1200 e 1200S por R$ 64.900 e R$ 73.900, respectivamente. Os dois modelos chegarão apenas em versões importadas e não serão fabricados no Brasil.

A Monster 1200 vem equipada com o motor 1198 Testastretta com dois cilindros em "L" (um "V" a 90°) - derivado da Superbike -, com 1198 cm³ de capacidade e, pela primeira vez, com refrigeração líquida - até então, todas integrantes da linha utilizavam propulsores com refrigeração a ar. O motor possui quatro válvulas por cilindro e é capaz de gerar 135 cv. Para a versão mais nervosa, S, o bicilíndrico gera 145 cv e 12,7 kgfm de torque máximo a 7.250 rpm. Inspirada nas potentes S4R e S4RS, a versão pesa apenas 182 kg a seco.

Ambas não abrem mão da eletrônica. O acelerador é eletrônico Ride-by-Wire e em ambas o piloto pode optar por modos de pilotagem (Urban, Touring e Sport), que podem ser alterados com um toque de botão, mesmo com a motocicleta em movimento.O chassi de treliça tubular é fixado diretamente ao motor, como nas Superbikes da marca. O piloto pode ainda ajustar a altura do assento, bem como 8 níveis de controle de tração, 3 níveis de intervenção da frenagem ABS, 3 níveis de perfil do acelerador, 2 níveis de mapeamento do motor (135-100 cv para a 1200 e 145-100 cv para a Monster 1200S).

A Monster S estará disponível apenas na cor vermelho Ducati com rodas pretas enquanto a mais apimentada será oferecida nas cores Ducati Red ou Star White (com chassi bronze.
 
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Fiesta estreia 1.0 turbo da Ford no Brasil em 2016
 
 
  Fiesta estreia 1.0 turbo da Ford no Brasil em 2016; Eco muda de cara

A expectativa da Ford para 2016 é ver um mercado de carros novos ainda menor que o deste ano, cuja queda já se aproxima dos 25%. Se as vendas não vão crescer, não há por que, na visão da montadora, expandir a linha de produtos (o que iria até contra a atual filosofia da marca, que possui uma das gamas mais enxutas entre as generalistas).

Portanto, esqueça Mustang (preço do dólar e necessidade de adaptação aos combustíveis locais continuam emperrando a importação oficial), Escape/Kuga e afins. No ano que vem, todos os lançamentos que a fabricante americana prepara para o mercado brasileiro envolvem atualizações de produtos já oferecidos aqui. O primeiro já foi inclusive anunciado: é a segunda geração do Suvão Edge, que, conforme antecipado por UOL Carros, será mesmo lançada no primeiro semestre, provavelmente algumas semanas depois do Carnaval.

Recheado de tecnologias semi-autônomas que permitem até estacioná-lo usando controle remoto, o utilitário-esporte promove no país a estreia da terceira geração do sistema multimídia Sync, com tela de oito polegadas em alta resolução e conectividade plena com celulares. O motor continuará a ser o V6 3.5 aspirado, recalibrado para entregar 289 cv, mas nossa reportagem apurou que a fabricante tentará também trazer uma versão com motor da família EcoBoost. Na América do Norte, as opções são 2.0 turbo com duplo rotor (o mesmo do Fusion), de 245 cv, e 2.7 biturbo de 313 cv.

Se a atual geração custa entre R$ 139.000 e R$ 171.000, o novo Edge deve se romper a faixa de R$ 200 mil. Culpa da desvalorização do real, segundo os executivos. Fiesta EcoBoost
A grande aposta da Ford, porém, estará na introdução do motor 1.0 3-cilindros, também EcoBoost, para as versões de topo do New Fiesta hatch (nacional), em substituição ao atual 1.6 aspirado. Por usar esse propulsor lá fora, o compacto premium é o carro que permite adaptação mais rápida e barata da tecnologia, que será nacionalizada e pode pintar, não antes de 2017, em outros modelos feitos no Brasil (leia-se Ka e EcoSport).

Vale lembrar que, em 2014, engenheiros da marca já haviam admitido que o atual 3-cilindros aspirado do Ka, derivado do 1.0 EcoBoost e fabricado localmente em Camaçari (BA), permite modificações para funcionar acoplado a um turbo. Já usada pelo Volkswagen up! e programada para equipar Honda Fit e City, a tecnologia visa a entregar mais desempenho -- a potência, no caso da Ford, deve ficar em 125 cv -- com consumo cada vez mais eficiente.

Novos Fusion, Ranger e... EcoSport
Também em meados de 2016 chegam as reestilizações da picape média Ranger e do sedã grande Fusion, este ainda a ser mostrado no Salão de Detroit, em janeiro. Para o fim do ano, provavelmente com apresentação no Salão de São Paulo, ficará o facelift do EcoSport, mantendo a atual motorização, porém com visual renovado e novas soluções de conectividade para tentar retomar liderança do segmento de SUVs compactos ante Honda HR-V e Jeep Renegade.
 
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Luxuoso, Volvo S90 promete parar para pessoas e animais
 
 
  Em 2010, a sueca Volvo Cars estava por baixo, sem dinheiro e com uma linha envelhecida, após o fim da parceria com a Ford. Foi quando surgiu a proposta de compra pelos controladores da chinesa Geely, aceita com poucos rodeios. A marca pôde manter sua filosofia de segurança e recebeu apoio financeiro para desenvolver uma nova base para carros e implementar o ambicioso projeto de carros que andam sozinhos. Agora, cinco anos e US$ 11 bilhões (mais de R$ 40 bilhões) depois, a marca usou uma conferência global via internet para apresentar o sedã de luxo S90 e afirmar: está por cima.

"Agora com o S90 entramos firme e claramente no jogo. Com investimentos de US$ 11 bilhões nos últimos cinco anos, estamos entregando a promessa de uma marca renovada e relevante", declarou Håkan Samuelsson, presidente e CEO global da Volvo Cars em declaração entregue à imprensa especializada.

Concorrente de modelos de ponta como BMW Série 7 e Mercedes-Benz Classe S, o S90 é a primeira experiência da marca no segmento de carros sedãs de luxo. Há outros modelos na lista, mas os dois alemães e mais o sueco são expoentes e prometem revolucionar a indústria nos próximos anos. Como? Oferecendo algo além de revestimento premium, espaço interno e mimos ao dono de carro, que senta no banco traseiro. Todos prometem ser autônomos até 2020, evitando acidentes e mortes. E a Volvo quer fazer isso antes dos rivais.

"Nossa ideia é trazer algo inteiramente novo para esse universo conservador, entregando pelo design uma expressão visual que se traduza em liderança e confiança. Por dentro, levamos o S90 a outro nível, oferecendo uma experiência de luxo high-end, cujos principais atributos são o conforto e controle", explicou Thomas Ingenlath, vice-presidente de design da Volvo.

Claro, custará caro, mas a Volvo ainda não fala de valores. O carro só estreia em janeiro, no Salão de Detroit 2016, e mira sobretudo o endinheirado americano. Além dele, europeus e chineses serão o principal mercado. UOL Carros procurou a representação local da marca, que afirmou não ter informações sobre a possível chegada do modelo ao Brasil. Os rivais rodam em poucas unidades por aqui. O SUV XC90, que é precursor do sedã S90 e tem tecnologia de avião (que o S90 também terá), já é vendido no país.
 
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Nova York e França: Planejam maior frota de carros elétricos
 
 
Nova York e França: Planejam maior frota de carros elétricos

O prefeito de Nova York, Bill de Blasio, anunciou nesta terça-feira seus planos para construir o que chamou de maior frota municipal de automóveis elétricos dos Estados Unidos, visando reduzir as emissões do tráfego na cidade.

O programa "NYC Clean Fleet" prevê reduzir as emissões de gases poluentes dos veículos em 80% até 2035.

Bill de Blasio revelou que pretende substituir 2 mil automóveis do município que funcionam com combustíveis fósseis por veículos elétricos nos próximos 10 anos, com o objetivo de reduzir o consumo de gasolina em 2,5 bilhões de galões por ano.

"Com a construção da maior frota municipal de veículos elétricos do país - e potencialmente do mundo - a cidade de Nova York continua dando exemplo", disse o prefeito.
"As cidades estão marcando o ritmo da ação contra o aquecimento global e com o futuro da nossa cidade e do nosso planeta em jogo, precisamos que em Paris os líderes tomem nota e ajam", declarou De Blasio sobre a cúpula do clima na capital francesa.

O prefeito de Nova York já anunciou planos para reduzir em 80% as emissões de gases do efeito estufa na cidade até 2050.

A comunidade internacional, reunida em Paris para uma conferência climática fundamental, estabeleceu o objetivo de limitar o aquecimento a 2°C em comparação aos tempos pré-industriais e agora deve chegar a um acordo sobre as modalidades para o fazer. Desde 1850, a temperatura da Terra já aumentou mais de 1°C.
  França planeja ter carro elétrico por menos de US$ 7.500

Durante as conversas sobre mudanças climáticas em Paris, o governo francês anunciou uma competição global que tem como objetivo criar um pequeno carro elétrico que custe menos de US$ 7.500.

Em sessão do evento, Ségolène Royal (ministra da ecologia, desenvolvimento sustentável e energia) explicou que ela queria “criar um carro elétrico para as pessoas”. Ela imagina que o carro deva ser pequeno, leve, rapidamente carregável, e com um design que não se pareça com carros elétricos tradicionais. Ela também sugeriu o preço máximo de € 7.000 — cerca de US$ 7.500 — e sugeriu que o preço inicial dos modelos seja na casa dos US$ 5.300.

Os planos da França em lançar carros de baixo custo é uma tentativa de mudar a frota de veículos do país para opções elétricas. Royal também disse que espera que a competição estimule a competição — no desenvolvimento de bateria e materiais, assim como novos modos de uso do carro. “Em países emergentes, a crescente classe média compra cada vez mais veículos e a maioria deles é movido a combustível fóssil”, disse. “Esta alternativa
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MV Agusta, agora oficialmente no Brasil
 

 
  Após acordo com Mercedes-AMG, marca de motos italiana assume operações em novos mercados; Dafra permanece como montadora.Dafra Motos e a MV Agusta anunciaram que a partir do próximo dia 1º de junho uma subsidiária brasileira da montadora italiana assumirá a gestão da marca em território nacional, cabendo a Dafra apenas a montagem das motos na fábrica de Manaus (AM).

Após o fim da parceria com o Grupo Izzo e de ter ficado um ano afastada do mercado brasileiro, a marca de motos italiana retornou ao Brasil em 2011 por intermédio da Dafra, que detinha a representação, montagem, distribuição, pós venda e comunicacão das motocicletas da marca no País.A partir desta nova fase, a MV “brasileira” assume a distribuição das motocicletas, pós-venda e comunicação. Segundo a montadora, a ação faz parte de um movimento global iniciado no final do ano passado, quando a MV firmou um acordo com a Mercedes-AMG, empresa do Grupo Daimler AG. Desde então, a AMG possui 25% das ações da marca italiana, incluindo atividades nas áreas de venda e marketing.

Jose Ricardo Siqueira, gerente de marcas da Dafra, declarou que a missão de reintroduzir a MV Agusta no Brasil foi cumprida com êxito. “Agora, a partir da reestruturação global a qual a companhia passa, seguimos com atribuições mais limitadas, o que nos permitirá concentrarmo-nos em outros projetos”, conclui.

À frende das operações da MV, agora está o executivo Vladimir Zaitseff, que acumula passagens pelas áreas comercial, marketing e pós-venda de empresas como BMW e Honda, Vladimir tem a tarefa de promover no Brasil as reformulações que já estão em andamento em outras localidades visando crescimento no médio/longo prazo. “Para este novo momento global da MV o Brasil, assim como Estados Unidos e Ásia, são mercados prioritários e certamente trabalharemos para fortalecer ainda mais a presença da marca no País”, diz Zaitseff.

Hoje, a MV Agusta conta com dez pontos de venda no Brasil e comercializa a naked Brutale 1090, a superbike F4 nas versões ABS e a top de linha RR, e a linha 800cc com a naked Brutale, a esportiva F3 e a motard Rivale. A moto mais em conta vendida pela marca por aqui é a tricilíndrica Brutale 800 - já avaliada pelo iG - por R$ 49.990.

A boa notícia, é que com a nova operação, a marca pode trazer novos modelos para o mercado brasileiro. “Continuamos com a parceria com a Dafra e para nós isso é muito importante, especialmente pelos planos de ampliação de nossa linha de modelos para o Brasil”,
 
Nova naked foi apresentada no Salão de Milão
 

 
  A família CB 500 da Honda está totalmente renovada para estrear em 2016. Depois da esportiva CBR 500R e da crossover CB 500X, mostradas no Salão de Tóquio, a montadora japonesa apresentou no Salão de Milão a nova linha da CB 500F. A exemplo de suas irmãs, a naked recebeu mudanças significativas no design e diversas outras melhorias.

Na estética, a Honda CB 500F 2016 adotou linhas mais agressivas, marcadas pelo novo farol com LED, mesma iluminação encontrada nos piscas e na lanterna traseira, que também foi redesenhada. Há ainda novo formato do tanque, novas aletas laterais e rabeta redesenhada. O escapamento também é novo e dispõe de um silenciador menor.O modelo ganhou ainda nova suspensão dianteira com ajuste de pré-carga, manete de freio com ajuste de distância em cinco posições e tanque com maior capacidade, agora de 16,7 litros (aumento de 1 l). Na motorização, porém, segue o mesmo propulsor bicilíndrico de até 48 cavalos de potência.

A nova CB 500F deverá chegar ao Brasil em meados do ano que vem, acompanhada da CBR 500R e da CB 500X.
   
Indian lança Scout Sixty com motor de 1.000 cm³
 

 
  Recém-chegada no Brasil, a Indian apresentou uma novidade para sua linha no Salão de Milão, na Itália. Trata-se da nova Scout Sixty, versão da custom equipada com um novo motor de dois cilindros em “V” e 999 cm³, com quatro válvulas e arrefecimento líquido, capaz de entregar 78 cavalos de potência e 9,12 kgfm de torque, acoplado a um câmbio de 5 marchas.

Além da nova motorização, a Indian Scout Sixty apresenta conjunto mecânico pintado na cor preta, com menos detalhes em cromado. O modelo oferece ainda uma ampla lista de acessórios, como banco diferenciado, guidão e pedaleiras maiores, sissy bar, rodas raiadas e escapamento da marca Remus.Segundo a Indian, a Sixty traz ainda como atrativo a altura do assento em relação ao solo, de apenas 64,2 centímetros.

No mercado europeu, a motocicleta será oferecida por 11.990 euros, se posicionando como a mais barata da linha da marca.
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Honda lança scooter de média cilindrada no Brasil
 

  Honda lança scooter de média cilindrada no Brasil

"Dona" do mercado brasileiro, com mais de 80% das vendas, a Honda quer mais. A marca apresentou na abertura do Salão Duas Rodas a SH 300i, uma scooter de média cilindrada que será produzida e vendida no Brasil no início de 2016.

O segmento de scooters é um dos que mais cresce no Brasil, mas a maior parte dos modelos têm cilindrada entre 100 e 200 cc. Com a SH 300i, a Honda enfrentará um concorrente que tem aproveitado sua ausência, a Dafra.

A fabricante brasileira vende com sucesso o modelo Citycom 300, uma scooter feita sob licença da tailandesa SYM. Com a chegada da SH 300i, essa situação deve mudar.

A SH 300i tem um visual urbano e mais convencional se comparado a irmã PCX. Ela traz farol com LED junto ao guidão e luzes de setas também em LED embutidas na carenagem. A Honda introduziu uma novidade para aumentar a praticidade do modelo, a Smart Key. Com a chave, é possível dar partida na moto ou abrir o banco a partir de 2 metros de distância.ABS ‘combinado’

A SH 300i usa um motor monocilíndrico de 279 cm³ 4 tempos e com 4 válvulas. Ele atua em conjunto com uma transmissão CVT cuja transmissão final é feita por correia dentada. A suspensão dianteira utiliza garfo telescópico e a traseira, duplo amortecimento. A scooter é equipada de série com o sistema C-ABS, que consegue distribuir a frenagem em ambas as rodas, conforme a necessidade.

A Honda prevê emplacar cerca de 1.500 unidades por ano, com garantia total de três anos.
 
Citroen Aircross de entrada vira boa opção de compacto POR R$50,00
 
  Citroen Aircross de entrada vira boa opção de compacto POR R$50,00

Por R$ 50 mil, versão de entrada substitui a minivan C3 Picasso com bom pacote de série e espaço maior que hatches aventureiros.Muitas vezes criticamos uma empresa por errar sua estratégia, mas geralmente esquecemos que as montadoras precisam planejar um produto com cerca de três anos de antecedência. Sim, o carro que você poderá comprar em 2019 está sendo pensado neste momento.

E como acertar na mosca sem saber exatamente o que o cliente buscará? Exatamente por isso hoje a Citroën decidiu encerrar a carreira do C3 Picasso, minivan compacta derivada do hatch C3 e que chegou ao Brasil em maio de 2011. Na época, parecia lógico ter um modelo familiar que usasse o nome da irmã maior C4 Picasso e de sua antecessora, a Xsara Picasso - o que o iG concordava, aliás.

O que a Citroën só descobriu depois é que o público estava mais a fim de levar para casa o Aircross, na essência o mesmo carro, mas com o visual de inspiração off-road. Então, por que não dar esse ar aventureiro também ao C3 Picasso?

É exatamente disso que se trata o novo Aircross 1.5 Start, versão mais em conta do modelo, com preço de R$ 49.990, simbolicamente encaixado abaixo dos R$ 50 mil. É pouco mais do que a Citroën cobrava do primeiro C3 Picasso GL (R$ 47.990), mas que tinha motor 1.6 litro.

Agora, no entanto, o cliente leva um carro mais alto, com um visual atraente e mais refinado, além de uma lista interessante de equipamentos de série.

De olho nos hatches aventureiros

A sacada da Citroën é clara: atrapalhar a vida dos hatches aventureiros como o CrossFox, Sandero Stepway e o HB20X recém renovado. Todos têm em comum os adereços off-road e alguns a suspensão elevada, para facilitar a passagem por pisos irregulares, mas o Aircross leva vantagem justamente pelo espaço interno bem mais generoso.

De quebra, para quem busca maior eficiência, a versão 1.5 não leva o estepe do lado de fora, o que dispensa o suporte para o pneu que pesa cerca de 18 kg, o mesmo que um criança pequena ou uma mala carregada.

E, para ser honesto, o Aircross não perdeu a graça sem o tal estepe de jipe antigo graças às boas soluções estéticas da equipe brasileira que o desenhou.Mesmo na versão 1.5, que não traz alguns itens do Aircross top de linha como ar-condicionado digital e paddle-shifts no volante, o ‘aventureiro’ agrada pelo interior espaçoso, a boa visibilidade e o conjunto mecânico recalibrado.

O motor 1.5 tem 93 cv de potência e pouco mais de 14 quilos de torque e o câmbio manual é o mesmo de cinco marchas já usado anteriormente com uma mudança importante: a relação do diferencial foi alterada em 5% deixando o carro mais econômico. Isso foi possível porque o novo Aircross passa a usar uma direção de assistência elétrica ante a hidráulica usada no modelo antigo. Como é mais eficiente, a direção elétrica permitiu um ganho de energia que permitiu alongar as marchas do carro.

A fabricante também revelou ter reforçado a suspensão para torná-la mais maleável e sem os conhecidos trancos de outros carros. Na prática, ainda assim o Aircross bateu seco em alguns buracos do percurso de teste.

A combinação motor, câmbio, suspensão e direção mostram um carro fácil de guiar e agora um pouco mais ágil em curvas e retomadas, mas é preciso ver como ele se comporta com mais peso – estávamos apenas em dois ocupantes e sem bagagem.

Cadê o botão de desligar a central?

O Aircross passa a incorporar a nova central multimídia da PSA, com espelhamento de smartphones pelo sistema CarPlay (Apple) e Mirror Link. Ela é um pouco confusa de operar já que há alguns botões físicos e outros na tela touchscreen, mas o que chamou nossa atenção mesmo foi a ausência do botão de ligar e desligar a central. Há apenas duas possibilidades de tirá-la do ar: ou desligando a tela por um caminho tortuoso ou apertando os botões de volume simultaneamente para acionar o ‘mute’.

A versão Start tem ar-condicionado manual e acabamento com menos detalhes, mas não transparece simplicidade.

Imagem da marca

A imensa aceitação da picape Hilux antiga mesmo há semanas da aposentadoria revela um aspecto impressionante no mercado brasileiro: o consumidor pesa muito mais o valor de uma marca do que muitas vezes do produto. Sem dúvida, esse é o grande desafio da Citroën. A marca, é verdade que em menor escala que sua irmã Peugeot, não goza de uma imagem tão boa quanto uma Toyota e portanto, não basta ter um bom carro nas mãos, o que parece ser o caso do novo Aircross, mas sim convencer o público de que vale a pena apostar nela.
CITROËN AIRCROSS 1.5 START MANUAL 2016
DADOS TÉCNICOS
Preço R$ 49.990
Velocidade máxima  n/d 0-100 km/h
Consumo n/d
Comprimento 4,097 m
Entre-eixos 2,542 m
Rodas Aro 16 polegadas
Potência 93 cv (etanol)
Tanque de combustível 55 litros/span>
Porta-malas 403 litros
 
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Conheça o OnStar em detalhes da Chevrolet
 

 
 

 
  Você tem um compromisso e não muito bem como chegar ao lugar? Quer ficar por dentro das notícias do dia? Resolveu cortar o cabelo e quer uma ajuda para marcar um horário? Agora você consegue fazer tudo isso apertando um pequeno botão azul no retrovisor interno do carro. Bom, pelo menos por enquanto para quem tem um Chevrolet Cruze 2016.

Uma tecnologia já bem difundida nos EUA e até em alguns países da América Latina, finalmente a GM conseguiu oferecer o serviço OnStar no Brasil, em primeiro lugar no Cruze, mas em breve em mais modelos de sua gama no país. Para quem nunca ouviu falar no recurso, ele traz o que há de mais avançado em telemática para o uso em veículos, capaz de realizar uma intrincada combinação entre dados de GPS, telefonia celular, banco de dados e interface humana para atendimento ao usuário.
“Pesquisas mostram que hoje os consumidores consideram muito mais importantes os itens de tecnologia que um carro oferece do que a potência do motor, por exemplo”, explica William Bertagni, vice-presidente de engenharia da General Motors América do Sul. Não é à toa que para criar toda a estrutura necessária para a nacionalização do OnStar por aqui a GM usou uma parte dos R$ 13 bilhões anunciados em seu mais recente ciclo de investimos no país.

Basicamente o OnStar atende cinco pilares: segurança, emergência, navegação, concierge e conectividade. Você pode começar a semana, por exemplo, sabendo a previsão do tempo para os próximo dias, pedir para o atendente o resultado do futebol no fim de semana, cotação do dólar e até o horóscopo. Outra grande facilidade do OnStar Concierge é poder até mesmo fazer uma reserva em um hotel ou procurar restaurantes.

No caso do Cruze LTZ, que conta com a central multimídia MyLink, você ainda tem a conveniência de pedir uma pesquisa de endereço e obter a orientação diretamente na tela do console central, dispensando o muitas vezes chato trabalho de ter que navegar pelo menu do GPS para inserir a rua desejada. No teste do iG Carros, o endereço foi enviado perfeitamente para o MyLink, porém só notamos uma certa demora entre a ligação para o OnStar e o início da navegação, mas fora isso o sistema funcionou sem nenhum problema.

Além disso, se você notar que está acabando o combustível ou simplesmente quer fazer um passeio pela cidade, o OnStar conta com alguns pontos de interesse que podem ser solicitados pelo motorista. Outro recurso bem útil do OnStar é o alerta do rodízio. No carro avaliado, por exemplo, bastou acionar a ignição em uma quinta-feira para ouvir a mensagem “OnStar informa, hoje é o rodízio do seu carro”. É um belo aliado para evitar uma multa por uma distração banal. O vídeo abaixo, da própria Chevrolet, mostra mais detalhes do OnStar Concierge: Assim como ocorre no sistema rival, no caso o Sync da Ford, caso os airbags do carro sejam deflagrados devido a uma colisão, a central do OnStar abre o canal de comunicação com o carro e, se não houver resposta, já aciona o serviço de resgate para o local. Uma ajuda que pode salvar vidas.

No campo da segurança patrimonial, o OnStar também ajuda muito. Além de contar com alguns sensores que são capazes de monitorar qualquer tipo de arrombamento, caso o veículo seja furtado a localização do mesmo é obtida em tempo real, bastando avisar as autoridades.

Duas outras funcionalidades/conveniências do OnStar que avaliamos foram o Monitoramento em rota e o Destino seguro. A primeira entra em contato com os ocupantes do carro caso algum desvio em uma rota pré-determinada for realizado sem avisar a central do OnStar, sendo que o atendente pode orientar o motorista a achar seu caminho ou verificar alguma ocorrência. Já o Destino seguro consiste em uma ligação para quem o dono do carro pedir avisando que ele chegou a determinado lugar. Nos dias de hoje, são recursos bem interessantes até para a traquilidade de algumas famílias.

O vídeo abaixo mostra o processo de recuperação do veículo feito pelo OnStar: Além do controle por voz realizado dentro do carro, também é possível monitorar o carro por meio de um aplicativo e um site do OnStar. O aplicativo é bem fácil de usar e mostrou-se bem útil para funções simples como trancar e destrancar o carro, além de mostrar sua localização.

Para os que temem algum tipo de “perseguição” ou que as pessoas por trás do sistema possam vigiar o carro, a GM garante que tem uma série de protocolos que impedem esse tipo de ação. Até mesmo os atendentes do OnStar trabalham em um local completamente blindado, onde poucos têm acesso até para garantir a integridade do sistema.

Pelo menos no primeiro ano os donos de Cruze terão direito a um ano do OnStar, sendo que a GM ainda não adiantou como será a feita a cobrança pelo serviço assim que o período terminar. De qualquer forma, o OnStar é um serviço muito interessante e completo, que, sem dúvida, pode virar até um argumento de venda para os veículos da marca. Uma tecnologia mais do que aprovada!

Conheça mais vendo estes vídeos no YOUTUBE: https://youtu.be/0mUbo38ruEU / https://youtu.be/I2DTwDmwYAM
VW Fox Track aposta em conectividade e ensina a ser econômico
 

 
  Conectividade se tornou tendência no meio automotivo. Aliás, esse é um movimento natural, uma vez que a internet, entre outras soluções tecnológicas, avança pelo mundo afora e os automóveis seguem a tendência de se tornarem um ambiente onde o motorista e os passageiros podem fazer praticamente tudo de tudo no mundo on line.

Uma das novidades apresentadas pela Volkswagen em 2015 é a central multimídia Discover Media, presente como opcional em toda a família Fox, inclusive na recém-lançada versão aventureira Track 1.0. A nova variante, dotada de visual mais “comportado” que o do CrossFox, traz de série um sistema mais simples, o Composition Touch. Assim como o equipamento opcional, o recurso permite espelhar smartphones com sistema operacional Android. Para os usuários de iPhone, somente as conexões Bluetooth e auxiliar estão disponíveis.
O modelo avaliado contava ainda com a central Discover Media, vidros traseiros elétricos, sensores de estacionamento, retrovisor interno fotocrômico, volante multifuncional e computador de bordo. Com todos esses opcionais, o preço final chega a R$ 51.126.Ainda assim, mesmo que o possível comprador recheie o modelo com todos os opcionais possíveis, o hatch ainda é o modelo com sistema multimídia espelhamento de celular mais barato do mercado. Outros carros que oferecem a tecnologia são: Hyundai HB20 1.6 Premium A/T (parte de R$ 63.535); JAC T6 (R$ 69.990); Honda HR-V EXL (R$ 92.900); Civic EXR (R$ 90.700); Citroën C4 Picasso (R$ 110.900); CR-V 2016 (R$ 136.900).

A central Discover Media faz valer o preço que cobra, ainda mais se pensarmos nas concorrentes. O equipamento da Volkswagen garante o uso do celular por comando de voz, além do uso da tela sensível ao toque de maneira muito intuitiva.

Porém, de todos os itens adicionados ao carro, o que mais faz valer a pena é o computador de bordo com função Eco-confort. O software pode ser adicionado por R$ 1.310, ou seja, o preço do Fox seria elevado para R$ 46.700. Porém, o principal diferencial está nas dicas voltadas informadas pelo sistema, voltadas à economia de combustível. Na tela digital no painel de instrumentos, o recurso indica o melhor momento para a troca de marchas e avisa, por exemplo, para fechar as janelas quando o ar-condicionado está ligado ou colocar o câmbio na posição neutro apenas quando o motor está funcionando abaixo dos 1.300 rpm.Esteticamente, o carro conta com faróis com máscaras negras e detalhes cromados; friso no para-choque dianteiro; faróis de neblina; rack de teto; rodas de liga leve aro 15 com desenho exclusivo; molduras nas caixas de rodas; logotipo da versão nas portas traseiras; adesivo preto no para-choque traseiro; e defletor na parte superior da tampa do porta-malas, ou seja, aquela perfumaria típica dos aventureiros urbanos.
Volkswagen chama 170.443 Gol por falha nas lanternas traseiras
 

  Chamado envolve unidades ano-modelo 2014 e 2015
A Volkswagen do Brasil anunciou recall para 170.443 unidades do compacto Gol, fabricadas entre 2 de dezembro de 2013 e 3 de agosto de 2015, por risco de falha na iluminação das lanternas traseiras.

Segundo a fabricante, "foi constatada a possibilidade de dano ao circuito elétrico do componente", que pode impedir o acionamento das luzes. Em casos extremos, especialmente à noite ou em situações de frenagem de emergência, o problema gera riscos de acidentes com danos materiais e/ou físicos graves, até fatais, a ocupantes do veículo e terceiros.

O chamado engloba exemplares do ano-modelo 2014 e 2015, com os seguintes códigos (não sequenciais) finais de chassis:

+Gol 2014: EP130414 até EP516153
+Gol 2015: FP000006 até FP571481

Na concessionária será feita a inspeção das lanternas e, caso necessário, instalação de componente adicional ou até substituição integral das lanternas danificadas. O tempo estimado de serviço é de 20 minutos. Mais informações estão disponíveis pelo telefone 0800 019 8866, ou pelo site www.vw.com.br. A Volkswagen informou ainda que enviará cartas de alerta aos proprietários dos carros convocados.
 
Onix passa o Palio e é líder no ano
 

 
  Hatch da Chevrolet supera Fiat Palio e mantém boa tendência para final do ano; só os dois modelos emplacaram mais de 100 mil unidades em 2015.HB20, Strada e Ka também estão entre os cinco mais vendidos em 2015.A liderança do Palio no mercado brasileiro, conquistada em 2014 depois de 27 anos de supremacia do Gol, pode durar pouco, pois nada garante que o hatch da Fiat vai manter a ponta no ranking em 2015. É que o Onix poderá fechar este ano como novo líder do mercado. O carro da GM acaba de passar o concorrente da Fiat nas vendas acumuladas em 2015.

O Onix vendeu de primeiro de janeiro até esta quinta-feira, 26 de novembro, 109.385 unidades, 930 a mais do que o Palio, que vendeu 108.455.

O Palio iniciou o ano na frente, mas em março foi superado pelo concorrente. No mês seguinte, ambos tiveram um volume de vendas parecido: o Palio vendeu 8.841 e o Onix 8.783.De maio a julho o Palio colocou uma boa diferença sobre o concorrente: até dois mil carros por mês. A partir daí, o Ônix vendeu mais, liderando o ranking de agosto a novembro.

Só os dois venderam até agora mais de 100 mil unidades, mas outros dois devem alcançar essa marca até o fim do ano: o HB20, terceiro colocado com 98.361 unidades até ontem, e a picape Strada, que vendeu 91.121. O quinto carro mais vendido em 2015, o Ka, tem 81.893 unidades.
Moto Ducati XDiavel eleita a “moto mais bonita” do Salão de Milão 2015
 

 
 

 
  Em concurso realizado por uma revista italiana, 60,78% dos visitantes elegeu a nova cruiser italiana como a mais bonita dessa 73ª edição do EICMA

Sentindo-se em casa, a Ducati apresentou sete novidades no Salão de Milão deste ano. Entre elas, a XDiavel que marca a entrada da fábrica no segmento cruiser. Com visual longo e baixo (long and low), a releitura da Diavel tem pedaleiras avançadas, um novo conjunto óptico e um design ainda mais radical. E quem diria que essa “cruiser'' poderia ser eleita pelos visitantes do Salão deste ano a moto mais bonita do evento?

Pois foi isso que aconteceu: em um concurso realizado pela Revista italiana “Motociclismo'', a mais tradicional e respeitada daquele País, em parceria com o EICMA, 6.910 dos 11.369 votantes escolheram a XDiavel a moto mais bonita lançada em Milão neste ano. Isso representa 60,78% dos votos. Embora não seja meu estilo mais preferido, a premiação foi justa a meu ver. E a lotação do espaço onde a XDiavel ficou exposta durante o evento já dava pistas de que o público curtiu mesmo o visual dessa radical cruiser.O espaço “Black'' reservado à nova XDiavel ficou sempre assim no Salão: abarrotado de gente para admirar a nova cruiser italiana (foto divulgação/EICMA)

Mas além do design arrebatador, a XDiavel tem como atração uma nova versão do motor de dois cilindros em “L” com a capacidade aumentada para 1262 cc e comando de válvulas variável. A potência é menor – 156 cv – que a Diavel à venda no Brasil, mas há mais torque em baixos giros: do máximo de 13,3 kgf.m, cerca de 10 kgf.m já estão disponíveis a 2.000 rpm.Na traseira, monobraço, roda forjada, saída dupla de escapamento e transmissão final por correia dentada

A ciclística tem garfo inclinado a 30 graus, como nas cruiser, e a transmissão final é feita por correia dentada, como nas Harley-Davidson, e as rodas são de 17 polegadas. O pacote eletrônico traz freios ABS, controle de tração e modos de pilotagem e um inédito sistema de controle de arrancadas. O painel é novo e lembra o da Monster 1200. Outro diferencial do modelo é a possibilidade de se ajustar a ergonomia em até 60 combinações diferentes, mudando a posição do banco, pedaleiras e guidão.Entre os outros modelos mostrado pela Ducati destaque para a nova versão “Enduro” da Multistrada, que promete ser uma verdadeira aventureira fora-de-estrada – vem para brigar com BMW R 1200 GS Adventure, a renovada Triumph Explorer 1200 e a Yamaha Super Ténéré 1200. Para isso, a Ducati trocou a roda dianteira de 17 por outra de 19 polegadas – e adotou raios. A Enduro ganhou tanque com mais 10 litros de capacidade: 30 litros para percorrer 450 km sem abastecer. A altura do solo é de 200 mm. O motor é o mesmo Testastretta DVT de 1.198 cc com 160 cv de potência máxima. Como não podia faltar, a nova aventureira italiana traz o completo pacote eletrônico da Ducati, porém com ABS off-road.
 
Brasil com lei que torna controle de estabilidade obrigatório
 

 
  Alguns compactos brasileiros, como o VW Fox, já trazem item em versões de topo
A 2ª Conferência Global de Alto Nível sobre Segurança no Trânsito, realizada semana passada em Brasília, foi meritória por reunir experiências nesse tema tão complicado ao redor do mundo. Serviu também para sinalizar que, aos poucos, o Brasil demonstra esforço para se enquadrar de vez nos padrões mais rígidos de segurança adotados em outros países.

No encontro o governo brasileiro anunciou, finalmente, sua adesão "em pouco tempo" ao protocolo WP.29 (Fórum Mundial para a Harmonização dos Regulamentos Veiculares), da ONU. Desde 1952 há tentativas, com maior ou menor sucesso, de coordenar os esforços de vários países em melhorar segurança veicular, emissões, eficiência energética e até dispositivos antifurto. O desastrado projeto de rastreadores no Brasil teria sido evitado sob o WP.29, fora outros desmandos.

Obrigatoriedade do sistema eletrônico de estabilidade (ESC, sigla em inglês), por exemplo, está em "fase final de discussão", segundo o Ministério das Cidades. Previsão de anúncio para todos os automóveis é o final deste ano, com prazo até 2020. Vale lembrar que, a partir do ano que vem, carros desprovidos do sistema não terão mais chances de obter cinco estrelas no Latin NCAP.

O ministério também acenou que iniciará, "em breve", estudos para implantar algum sistema de frenagem autônoma.

São bons sinais, claro, mas que devem chegar na hora errada. Ao não anunciar nenhuma medida concreta na própria conferência, o Brasil, perdeu a oportunidade de ter papel protagonista, pois dificilmente cumprirá a meta de redução pela metade do número de mortes, depois de o País ter aderido à "Década de Ação pela Segurança no Trânsito 2011-2020", outra campanha da ONU.

Já a organização Global NCAP lançou a iniciativa de âmbito mundial "Stop the crash" (em tradução livre, "Basta de acidentes"). Além do ESC e do ABS para motos, preconiza três níveis de frenagem emergencial a fim de evitar colisões em cidade e estrada, além de atropelamento em baixa velocidade (o mais comum). Cada acionamento automático de freio tem custo diferente, mas o conjunto deles ficaria mais barato de implantar, se houvesse adoção simultânea em muitos países. Também sugeriu sistema de monitoração da pressão de pneus, defendido por essa coluna por sua atraente relação custo-benefício.
 
Peugeot 208 com câmbio automático de graça
 

 
  Promoção vale só para versão Griffe 1.6; meta é "bombar" vendas do 208 mais caro
A Peugeot aposta tudo em ações agressivas para voltar a atrair clientes no Brasil. Depois de oferecer um "vale-acessório" de R$ 5 mil para donos de usados da marca que fizerem a troca pela linha reestilizada do sedã 408, a fabricante francesa iniciou "promoção-relâmpago" para o hatch 208: quem comprar a versão Griffe 1.6, a mais cara da gama, vai levar câmbio automático de graça. Funciona só até o fim de novembro.

Para tanto, o comprador do 208 Griffe 1.6 vai pagar R$ 59.290 para levar a configuração equipada com transmissão automática de quatro velocidades, mesmo preço da versão de topo manual. O desconto é de R$ 3.700, já que o valor de tabela da versão automática fica em R$ 62.990.

É sabido que a marca tem exemplos seguidos de modelos que sofrem para não cair no esquecimento, apesar da boa mecânica, visual e equipamentos. É o caso do 208. Nem mesmo a estratégia de lançar a linha 2016 com um pacote mais recheado sem alterar preços deu resultado: em vez de subirem para a meta de 1.300 unidades/mês, as vendas do compacto caíram para pouco mais de 800 exemplares em setembro. Em outubro, foi ainda pior: apenas 684 unidades emplacadas, quase metade do que a montadora almejava.

Atualmente, o 208 Griffe é responsável por 25% das vendas. Com a promoção, a Peugeot também espera aumentar esse percentual, visto que a versão de topo é a mais rentável da gama. Caso a ação seja bem-sucedida, a fabricante não descarta estendê-la até o fim do ano.
 
Clássico da Ford, Escort vira estrela na internet
 

 
Clássico da Ford, Escort vira estrela na internet

Um dos veículos de maior sucesso no Brasil na década de 1980, o Escort voltou ao estrelato. Dessa vez, no entanto, apenas na internet. O carro da Ford foi escolhido por Ken Block, piloto norte-americano de rali, para ser trasformado para a série Gymkhana.

O modelo escolhido foi o Escort RS MKs 1978. Mas antes de passar pelas modificações – projeto que levou mais de dois anos -, ele foi testado em várias competições de rali.

Primeiro modelo com tração traseira usado na série, o veículo foi preparado com as especificações máximas para asfalto do Campeonato Mundial de Rally, com motor 2.5 de quatro cilindros e mais de 330 cv de potência. O câmbio é sequencial de seis velocidades. Os arcos de rodas especiais foram projetados pela empresa Rocket Bunny.

No vídeo abaixo, é possível ver o teste do automóvel no circuito Grange Motor, no deserto da Califórnia, nos Estados Unidos.

Segurança na China

Além de estar chamando a atenção na internet, o Escort tem feito sucesso do outro lado do mundo. Isso porque s Ford lançou um modelo totalmente novo na China. Lá, inclusive, ele ele recebeu o selo 5 estrelas de segurança nos testes realizados pela C-NCAP, correspondente chinesa do Latin NCAP na América do Sul.

O modelo foi contemplado com a honraria graças a presença de airbags frontais e de cortina e dispositivos eletrônicos como controle de estabilidade e tração, assistente de partida em rampa, freio ABS e faróis de LED.
 
Picape ou limusine? Nova Toyota tem oito portas e nove lugares
 

 
Picape ou limusine? Embora ainda tenha a mesma altura e largura da Tundra original, a distância entre os eixos do carro passou de 2,29 metros para aproximadamente 6 metros.Pesado Pode ser considerado um dos carros mais completos da atualidade. Tem peso aproximado de 3,61 toneladas.Longo e espaçoso Com capacidade para nove passageiros, a Tundrasine tem quase outo metros (7,92 m) de comprimento.Tipicamente norte-americano O motor V8 5.7 é fabricado em San Antonio, no Texas. O modelo é, portanto, o veículo japonês mais norte-americano já visto.
 
Frontier ganha mais equipamentos na linha 2016
 

 
  A Nissan anunciou que a linha 2016 da picape Frontier começa a chegar às lojas de todo o País nesta semana. As novidades ficam por conta da lista de equipamentos, que ganhou novos itens nas opções SV Attack 4x4 e SL. E dos preços.

Sem mudanças, a configuração de entrada S 4x2 ficou R$ 5.100 mais barata, custando agora R$ 97.090. Já a S 4x4 sai por R$ 113.990, cobrando R$ 1.000 a mais que o modelo 2015. E as opções que receberam modificações também tiveram os preços aumentados: a SV Attack ficou pelo menos R$ 4.300 mais cara, enquanto a topo de linha SL está R$ 2.700 mais cara.

Itens de fábrica

A S (4x2 e 4x4) e a SV Attack 4x2 seguem com a mesma oferta de equipamentos de fábrica. A versão básica conta com ar-condicionado, direção hidráulica, trio elétrico, computador de bordo e rodas de liga leve aro 16. A SV acrescenta controlador de velocidade, faróis de neblina, estribos laterais, rack de teto, alarme e - a novidade na linha 2016 - central multimídia com tela de 6,2 polegadas, DVD, USB, comandos no volante, GPS e câmera de ré integrados.

Já a topo de linha SL inclui a mais rodas de liga leve aro 18, controle de tração e de estabilidade, ar-condicionado digital com duas zonas de temperatura, chave presencial, bancos revestidos de couro e santantônio, que foi incorporado como item de série agora no modelo 2016.

A motorização segue igual: 2.5 16V a diesel que rende 163 cv nas versões 4x2 e 190 cv nas opções 4x4, com câmbio automático de cinco marchas ou manual de seis velocidades, dependendo da configuração.

Veja a tabela de preços da Frontier 2016:

S 4x2 manual: R$ 97.090 (era R$ 102.190)

SV Attack 4x2 manual: R$ 109.690 (não mudou)

S 4x4 manual: R$ 113.990 (era R$ 112.990)

SV Attack 4x4 manual: R$ 128.090 (era R$ 123.590)

SV Attack 4x4 automática: R$ 132.790 (era R$ 128.490)

SL 4x4 automática: R$ 150.290 (era R$ 147.590)
Subaru inicia pré-venda dos novos Legacy e Outback
 

 
  Confirmados para a segunda quinzena de dezembro, o sedã chegará por R$ 152.900 e a perua aventureira por R$ 159.900

A CAOA, importadora oficial da Subaru no Brasil, anunciou ontem (23) o início da campanha de pré-venda para as novas gerações dos modelos Legacy e Outback, que chegarão ao País por R$ 152.900 e R$ 159.900, respectivamente. O lançamento oficial está marcado para a segunda quinzena de dezembro, as concessionárias da marca já aceitam encomendas.

De série, o Legacy e o Outback trazem itens como bancos revestidos de couro, rodas de liga leve, ar-condicionado de duas zonas, faróis de xenônio, câmera de ré, piloto automático, teto solar e central multimídia com tela sensível ao toque, conexões USB e Bluetooth, além de sistema de alto-falantes da marca Harman Kardon.

Comum a ambos é o conjunto mecânico, composto por um motor a gasolina 3.6 boxer com seis cilindros opostos e 256 cv de potência, que está associado a uma transmissão automática continuamente variável CVT e a um sistema de tração integral. Vale lembrar que, tanto o sedã como a perua aventureira serão oferecidos no Brasil em configurações únicas.
 
3 motocicletas mais caras do mercado
 

Citroën lança novo Aircross a partir de R$ 49.990
 

  A Citroën lança hoje (24) no Brasil a reestilização do Aircross, monovolume com apelo aventureiro que chegou ao Brasil em 2010 e desde então não mudou de visual. Por isso, a principal alteração no modelo 2016 é exatamente o estilo, que ganhou linhas bem mais modernas que seu antecessor sem perder o toque off-road. Fabricado em Porto Real (RJ), o novo Aircross chega às lojas brasileiras a partir desta semana com preços entre R$ 49.990 e R$ 69.290. Há mudanças ainda no catálogo: as versões Tendance e Exclusive foram renomeadas para Feel e Shine (mantendo os preços do modelo anterior), além de ganhar novas opções básicas chamadas Start e Live.

Sobre o visual, ele na verdade não é tão novidade assim. Há cerca de 20 dias a fabricante divulgou o primeiro teaser do facelift, que acabou revelado por completo há duas semanas. Na dianteira, a grade e os faróis estão mais finos e passam a ficar integrados, enquanto o para-choque foi redesenhado dando novo formato às luzes de neblina e incorporando luzes diurnas de LED. Completam a reestilização as rodas, os grafismos nas portas, o quadro de instrumentos e os tecidos internos novos – há até um revestimento opcional para os bancos que reproduz o desenho da calçada da praia de Ipanema, no Rio de Janeiro.

O interior também recebeu mais equipamentos, como a central multimídia com tela sensível ao toque de sete polegadas, GPS, câmera de ré, Bluetooth, USB, 16GB de memória e espelhamento do celular compatível com os sistemas MirrorLink (para Android) e CarPlay (para IOS). É possível ainda utilizar o aplicativo Link MyCitroën e acessar pelo smartphone informações do veículo como autonomia, consumo e localização onde está estacionado, entre outras funções.

O que muda mecanicamente?

Feito sobre a mesma plataforma de C3, C3 Picasso e Peugeot 208, o novo Aircross segue equipado com motor 1.6 16V flex com comando de válvulas variável que rende 122 cv e 16,4 kgfm de torque máximo com etanol ou 115 cv e 15,5 kgfm com gasolina. Contudo, esse propulsor recebeu melhorias para aprimorar a eficiência e reduzir o consumo de combustível. Entre essas melhorias estão cilindros, pistões e anéis com baixo atrito, além de bielas com peso reduzido.

A novidade é que ele passa a contar também com motor 1.5 - que já equipa o C3 Picasso - que rende 93 cv e 14,2 kgfm com etanol ou 89 cv e 13,4 kgfm com gasolina. O câmbio pode ser manual de cinco marchas ou automático de quatro velocidades, até aqui tudo igual ao modelo anterior. Contudo, ambos tiveram as relações alongadas em 5%. Além disso, a transmissão automática recebeu a função Eco, que reduz o consumo em ate 5% de acordo com a fabricante.

Foram modificadas ainda a direção (agora elétrica) e a suspensão traseira, que ganhou nova barra estabilizadora e amortecedores recalibrados para filtrar melhor as irregularidades do piso e aumentar assim o conforto. Os pneus seguem de uso misto e com as mesmas medidas (205/60 R16), mas agora eles têm baixa resistência ao rolamento, ajudando a reduzir o consumo.

Lista de equipamentos de série

Start - direção elétrica, ar-condicionado, pneus com baixa resistência ao rolamento, computador de bordo e trio elétrico (nas quatro portas). Não há estepe na tampa traseira.

Live - acrescenta rodas de liga leve aro 16, barras de teto longitudinais, luzes diurnas de LED e rádio com USB, Bluetooth e comandos no volante. Com câmbio automático, há ainda borboletas atrás do volante e função Eco. Não há estepe na tampa traseira.

Feel - acrescenta alarme. Versão automática ganha borboletas atrás do volante e função Eco.

Shine - acrescenta ar-condicionado automático, central multimídia com tela sensível ao toque, GPS e câmera de ré integrados, sensor de estacionamento traseiro e bancos revestidos de couro.

E o C3 Picasso? - Como já era especulado, o Aircross ganha uma versão básica sem o estepe na tampa traseira que chega ao mercado para substituir a minivan C3 Picasso, oferecida hoje com preços entre R$ 52.990 e R$ 63.990. "Com isso, conseguimos com um único carro atender à demanda que antes exigia dois modelos", afirma Carlos Gomes, presidente do grupo PSA para Brasil e América Latina.

Vai vender? - O Aircross é vendido somente na América Latina, somando mais de 50 mil unidades comercializadas em cinco anos no mercado. E segundo a empresa, o índice de fidelização do modelo é de 40%. Diante desse cenário, o Aircross reestilizado deve seguir os mesmos rumos que trilha hoje. A empresa espera que as novas versões Start e Live representem 30% das vendas do novo Aircross, com 70% para as configurações Feel e Shine.

Ele dificilmente contribuirá para uma expansão da marca no País, lembrando que a Citroën - assim como a Peugeot - vive um momento ruim no mercado brasileiro estando há meses entre as fabricantes com as maiores quedas nos emplacamentos. Para o presidente do Grupo PSA para o Brasil e a América Latina, Carlos Gomes, isso é reflexo da estratégia da empresa. "Nós seguimos aumentandos os preços conforme era necessário e não fizemos promoções, como as outras fabricantes. E isso motivou as quedas nas nossas vendas", defende. Para o próximo ano, Gomes afirma que essa estratégia continuará em vigor.

Veja a tabela de preços do Aircross 2016:

Start 1.5 manual - R$ 49.990

Live 1.5 manual - R$ 53.990

Live 1.6 automático - R$ 58.990

Feel 1.6 manual – R$ 58.990

Feel 1.6 automático – R$ 63.290

Shine 1.6 automático – R$ 69.290
 
Montadoras com descontos na Black Friday
 

  Três montadoras já confirmaram sua participarão na edição de 2015 da Black Friday: Renault, Volkswagen e Chevrolet. O evento, que já virou tradição nos Estados Unidos e foi importado para o Brasil a partir de 2010, reúne promoções de diversos produtos e serviços, desde eletrônicos até imóveis, e será realizado nesta sexta-feira (27) .

A Renault anuncia bônus de até 10 mil reais na compra à vista de modelos da marca. É o caso do Renault Duster e de modelos da linha de utilitários Kangoo.O Duster Expression 1.6 sai de 69.990 reais por 59.990 reais. Para veículos da linha Logan e Sandero, os descontos variam entre 5 mil reais e 7 mil reais. Um exemplo é o Sandero Authentique 1.0, que custava 39.610 reais e passa a ser vendido por 32.960 reais.

A montadora também oferece descontos na compra de pneus dos modelos Clio, Sandero, Logan e Duster. Na compra de quatro unidades, o cliente paga somente três. Para quem quer financiar, parcela o pagamento em até 36 vezes com taxa de juros zero.
As promoções da Renault são válidas até este sábado (28) ou enquanto durarem os estoques em todas as concessionárias da montadora no país.

Já a Volkswagen oferece descontos de cerca de 7% na versão Special do Gol. Ao retirar a margem de lucro da concessionária, a montadora dará descontos que variam entre 2,5 mil reais a 2,8 mil reais no preço do carro. Durante a campanha, o modelo irá custar a partir de 34.788 reais, preço do veículo básico e sem opcionais.

Caso a compra do carro seja financiada, a montadora permite dividir o pagamento em até 24 vezes com taxa de juros zero, desde que a entrada seja equivalente a 50% do valor do veículo. A promoção da Volkswagen é válida até segunda-feira (30) em qualquer concessionária autorizada.

Assim como a Renault, a Chevrolet também oferece até 11 mil reais de desconto na compra de veículos da marca. A promoção é válida para um lote de produtos e tem abrangência nacional. A montadora não deu mais detalhes sobre os modelos e preços que serão praticados.
 
Honda promete câmbio automático de 10 marchas para breve
 

 
  Depois de confirmar o lançamento de motores VTEC turbo em diversos mercado (incluindo o Brasil), a Honda anuncia mais uma importante novidade mecânica. Diretor de planejamento e estratégia da marca, Keiji Ohtsu confirmou que um inédito câmbio automático de 10 marchas está sendo desenvolvido e que a estreia do componente no mercado deve acontecer em um futuro próximo. Segundo o executivo, a caixa será usada em modelos de tração dianteira e substitui a transmissão atual de seis velocidades.Desenvolvido pela própria marca, o câmbio tem o mesmo tamanho da caixa de seis relações e esta característica o tornará compatível com a maioria dos carros da marca (incluindo também modelos da divisão de luxo Acura). A empresa garante ainda que as trocas de marchas serão 30% mais eficientes e que a economia de combustível será otimizada em algo em torno de 6%. Além disso, as retomadas de velocidade deverão ficar 14% mais rápidas.

Peugeot apresenta 308 renovado
 

A Peugeot avança com a sua estratégia de reposicionamento no país e renovação da gama de produtos com a apresentação do novo 308. Fabricado no Centro de Produção de El Palomar, na Argentina, o veículo incorpora a nova identidade da marca, apresentada primeiramente na versão atual do 508.

Com os novos traços de estilo, o volume do capô se prolonga até a nova grade frontal, que agora abriga o logotipo do leão. Afilados, os faróis tiveram o interior retrabalhado. O modelo conta ainda com luzes diurnas em LED, já características nos carros da montadora francesa, e conjunto ótico com máscara negra.A frente ainda integra um novo para-choque, que possui na área inferior uma grade em acabamento preto que atravessa todo o veículo para destacar sutilmente sua largura. A peça abriga as luzes diurnas em LED e os faróis de neblina, ambos itens de série desde a primeira versão.

Na parte de trás, novas lanternas com iluminação de LED foram introduzidas. Além disso, o hatch recebeu novas rodas de 17 polegadas. De grande diâmetro e multi-raios, seu aspecto bicolor é reforçado pelos aros diamantados no modelo topo de gama (Griffe).

Interior

Internamente, o 308 conta com um novo volante revestido em couro, coluna de direção com regulagem de altura e profundidade e com comando do rádio, que integra ainda o limitador e o regulador de velocidade. O veículo conta ainda com acionamento automático dos faróis e do limpador do para-brisa, computador de bordo, retrovisores externos elétricos, vidros elétricos sequenciais com sistema anti-esmagamento e sensor de estacionamento traseiro e ar-condicionado automático Bi-Zone, entre outros. Câmera de ré e sensor de estacionamento dianteiro são itens de série para a versão Griffe.

Com a reestilização, o painel recebeu um quadro de instrumentos de fundo branco com novos grafismos e materiais, a exemplo do black piano, que permeia todo o console. Os bancos também foram alvo de modificações em sua estrutura interna e na densidade na espuma.

Uma das principais características do hatch é o habitáculo de grande luminosidade, reforçado pelo teto panorâmico de vidro. O equipamento, de 0,83 m² de área, aumenta a superfície envidraçada do modelo para 4,86 m². E a entrada de luz no interior do novo 308 pode ser regulada pelo acionamento elétrico da cortina do teto.O modelo traz também nova central multimídia com tela sensível ao toque de sete polegadas que integra uma série de funções, tais como rádio AM/FM com memória; leitor de MP3 e fotos; conexão para USB/iPod, entrada auxiliar e Bluetooth para chamadas (quando o usuário dispõe de um telefone com esta característica), que transporta o catálogo de endereços do celular para a tela; audiostreaming, que permite ao usuário ouvir músicas registradas no celular ou em um aparelho MP3 sem a necessidade de cabo; computador de bordo com ajustes do veículo; função Jukebox (16 GB de memória interna para armazenar a seleção de músicas em MP3); indicações dos sensores de estacionamento e câmera de ré integrada (versão Griffe) e navegação por GPS com mapas da América Latina (versão Griffe).

O equipamento tem ainda as tecnologias Mirror Link e Carplay e a função My Peugeot – aplicativo gratuito para smartphones, disponível tanto para Android quanto para IOS, no qual é possível monitorar o consumo de combustível, continuar a navegação depois de estacionar o carro e localizar onde estacionou.

Motorização

Após a estreia no SUV compacto 2008, o novo 308 recebe, na versão Griffe, o motor turbo THP Flex com a tecnologia bicombustível de injeção direta com turbocompressor. Ele gera 173 cv de potência a 6.000 rpm quando abastecido com etanol. O torque máximo, de 24,5 kgfm, aparece a 1.400 rpm, permanecendo constante até 4.000 rpm.

Associado a este propulsor, a Peugeot passa a oferecer a nova transmissão automática EAT6, que introduz a função “ECO”. Ao mudar o mapeamento do motor e as leis de passagens de marcha, a caixa prioriza a economia no consumo de combustível, que chegou a até 7% em uso urbano.

Na versão intermediária (Allure Automática), o 308 é equipado com o motor 2.0 16V VVT Flex, de quatro cilindros e duplo comando de válvulas, e potência de 151 cv a 6.000 rpm (com etanol no tanque) e 143 cv (com gasolina). O torque máximo alcança 22 kgfm a 4.000 rpm, também abastecido com etanol (20 kgfm a 4.000 rpm no caso da gasolina). Esse conjunto é associado à caixa automática de seis velocidades AT6II, de segunda geração.

A gama de motorização também contempla o EC5 (1.6L 16V FlexStart), que dispõe do sistema que elimina o reservatório de gasolina para realizar a partida a frio. O propulsor desenvolve 122 cv de potência a 5.800 rpm quando abastecido com etanol, e torque máximo de 16,4 kgfm a 4.000 rpm. Ao utilizar gasolina, a potência é de 115 cv a 6.000 rpm e o torque de 15,5 kgfm.No quesito segurança, o hatch traz como itens de série, desde a versão de entrada, sistema ISOFIX para retenção de cadeiras infantis, seis airbags (dois frontais, dois laterais e dois do tipo cortina, com oito pontos de proteção), cinco cintos de segurança com três pontos de fixação (com alerta sonoro e visual de afivelamento do cinto do condutor e do acompanhante; na frente, os cintos têm pré-tensionadores pirotécnicos e bloqueio de folga; atrás, os laterais contam com bloqueio de folga) e apoios de cabeça dianteiros e traseiros (disponíveis para os três ocupantes).

O novo 308 vem equipado ainda com sistema de frenagem anti-travamento (ABS) de última geração com repartidor eletrônico de frenagem (REF) e auxílio a frenagem de emergência (AFU). O acendimento automático do pisca-alerta em caso de forte desaceleração completa este dispositivo.

Além disso, o controle de estabilidade (ESP) de última geração vem de série a partir da versão intermediária Allure Automática. O sistema detecta e corrige riscos de perda de aderência em situações como curvas fechadas, desvios bruscos e pisos escorregadios, atuando sobre os freios e o acelerador. O ESP pode ser desligado para favorecer manobras em baixa velocidade – a partir de 50 km/h ele é religado automaticamente.

O modelo está disponível nas versões 308 Allure 1.6 Flex Manual, 308 Allure 1.6 Flex Automático e 308 Allure 2.0 Automático. A paleta de cores é composta pelas tonalidades Vermelho Rubi (base), Branco Banquise (especial, exclusiva para Allure), Preto Perla Nera (metálica), Cinza Aluminium (metálica) e Branco Nacré (perolizada).
 
Honda lança o scooter City Adventure
 

 
  O uso de scooter no Brasil começa a ganhar adeptos por conta de sua agilidade e praticidade para o transporte de objetos, por exemplo. Porém, como usam rodas pequenas – a maioria traz aros de 14 ou 12 polegadas – conviver com o asfalto ruim é um problema para esse tipo de veículo. Talvez a solução venha de um protótipo mostrado pela Honda no Salão de Motos de Milão (ITA).

Batizado de City Adventure, o scooter usa pneus mistos (usados no fora de estrada), suspensão invertida de longo curso na dianteira, freio a disco com sistema ABS. O modelo pode ser uma solução da marca para popularizar o uso dos scooter em países que têm asfalto de péssima qualidade, como alguns lugares do Brasil.
 
BMW G310R
 

 
  Apresentada como moto conceito no Salão Duas Rodas de São Paulo, a G310R foi finalmente revelada por completo no Salão de Milão, e também marca a entrada da BMW no segmento de baixa cilindrada. O destaque, claro, fica por conta do motor de 313 cc com potência de 34 cv a 9.500 rpm e torque de 2,8 kgfm a 7.500 rpm. Trata-se de um inédito monocilíndrico refrigerado a água e quatro válvulas.

A G310R tem posição bastante confortável de pilotagem, com pegada precisa do guidão, altura adequada dos pedais e peso de 158,5 quilos. A altura do assento é de 785 mm, mas há como opcional o assento mais baixo de 760 mm ou o Confort Seat, de 815 mm.

Segundo a BMW, as proporções compactas, dinâmicas e a curta distância entre eixos prometem rápidas mudanças de direção. Roadster com visual esportivo, o design da motocicleta, disponível em três opções de cores, foi inspirado em motos de maior porte, como a S1000R. Ela será produzida pela indiana TVS Motor Company, parceira da BMW. Seu preço ainda não foi divulgado.
 
Yamaha MT-03
 

 
  Com a MT-03, equipada com motor de 321 cc, potência de 40 cv a 10.750 rpm e torque de 3 kgfm a 9.000 rpm, a Yamaha amplia a família de motos naked, composta pelas MT-125, MT-07, MT-09 e a corpulenta MT-10. Segundo a montadora, a motocicleta tem como foco o uso diário na cidade e foi pensada para dar conforto até mesmo no trânsito intenso, com o guidão de 573 mm fazendo um giro de até 68 graus.

A altura de assento é de 780 mm, e o banco em dois níveis conta com espaço confortável para o passageiro. Com visual agressivo, seu conjunto mecânico é baseado no propulsor utilizado na YZF-R3 – é um bicilindro refrigerado a ar com quatro válvulas. Na Itália, a MT-03 tem preço anunciado de 5.090 Euros (cerca de R$ 20.000).
 
Motos de 300 cc ganham destaque no Salão de Milão
 

 
  O Salão de Motos de Milão, o EICMA, que está sendo realizado na Itália, traz três grandes novidades na categoria de motos de 300 cc: Scrambler Sixty2, da Ducati, MT-03, da Yamaha, e G310R, da BMW. Embora na mesma faixa de cilindrada, elas têm estilos bem diferentes. Em comum, no entanto, está a intenção das montadoras de atingir um público mais amplo com versões mais leves.

Ducati Scrambler Sixty2.O lançamento marca a retomada da empresa italiana à categoria de baixa cilindrada. O motor bicilíndrico de 399 cc tem potência de 41 cv a 8.750 rpm e torque de 3,5 kgfm a 8.000 rpm. Assim, a nova Scrambler é uma moto bem mais calma do que suas irmãs mais robustas – a Sixty2 completa a linha formada pelas Scrambler Classic e Urban Enduro, ambas equipadas com motor de 803 cc, com potência de 75 cv a 8.250 rpm e torque de 6,9 kgfm a 5.750 rpm.

Com ela, a Ducati aposta em um público mais jovem. “A Scrambler Sixty2 não apenas amplia o leque de oferta da nova marca Ducati. Ela abre o caminho para um novo segmento de duas rodas que atenda aos requisitos das pessoas que procuram uma moto acessível, fácil de pilotar e com baixos custos de manutenção, mas sem perder a diversão”, afirma a empresa.

A inspiração para a criação do modelo veio da cultura jovem da rua, skatistas, música pop e, principalmente, da pop art. Isso fica evidente nas cores apresentadas, com destaque para o laranja e o azul vintage – há também a versão preta. Entre os acessórios mostrados no Salão de Milão, há até mesmo um rack para fixação do skate.

Ainda não foi possível fazer um test-ride, mas o Garagem 360 já subiu na moto. A primeira impressão é que a posição de pilotagem é bastante confortável em virtude do guidão longo e do assento com 790 mm de altura. A Scrambler Sixty2 deve ser vendido na Itália por 7.690 Euros (cerca de R$ 30.000) – ainda não há dados sobre produção e valores no Brasil.
 
Peugeot 408 mudanças radicais
 

 
Lanterninha entre os sedãs médios, modelo ganhou mesma solução do irmão 308 e parte de R$ 76 mil.Então veja qual a posição ocupada pelo sedã 408. Sim, o modelo da Peugeot só vende mais que alguns chineses e o caríssimo híbrido Prius, da Toyota. Até o importado Cerato de uma combalida Kia pós-Inovar Auto emplaca mais que o sedã argentino.

Foram apenas 1,2 mil unidades unidades até outubro, 40% do volume emplacado pelo irmão hatch, o 308. É essa complicada realidade que o novo 408 passa a encarar agora. Como havia antecipado no Salão de Buenos Aires, a Peugeot aplicou no modelo a mesma solução vista no 308, um retoque paliativo distante da nova geração dos modelos médios da marca na Europa.

Estão incluídos nesse ‘pacote’ a nova frente, que adapta o estilo da Peugeot atual ao visual anterior. Rodas de desenho modificado e lanternas com elementos renovados completam o tapa de estilo. Por dentro, um painel repensado e mais agradável e que traz recursos legais como o Mirrorscreen, que permite espelhar smartphones.O novo 408 também recebeu aprimoramentos técnicos. A suspensão, que antes era um tanto dura, está agora mais macia, segundo a Peugeot. O sedã seguiu a tendência do grupo PSA e passa a ser equipado com o motor 1.6 THP flex, que já está presente no SUV 2008 e no hatch 308. Ele atua em conjunto com uma transmissão automática de seis velocidades, exclusiva dessa versão, batizada de Griffe.

É o conjunto ideal para o Peugeot, mas custa R$ 86.990, até mais que o C4 Lounge Tendance com o mesmo motor e câmbio. Para quem não quer gastar tanto, a marca oferece também o 408 Allure por R$ 75.990. O problema é que aí você leva o motor 2.0 aspirado de 151 cv e o já cansado câmbio de quatro marchas herdado desde os tempos do 307 Sedan, seu antecessor. E ainda perde sensor de estacionamento dianteiro, câmera de ré, teto solar, bancos em couro perfurado e rodas diamantadas.

Clientes fieis

Com essa sacudida, o Peugeot 408 pode até reconquistar clientes e melhorar um pouco sua posição no ranking, mas convém não esperar muito. Os clientes de sedãs médios são muito fieis e procuram carros confiáveis e de boa revenda. Nesse aspecto, embora o 408 tenha evoluído muito comparado ao antecessor 307 Sedan, é o modelo da Peugeot que mais sofre com a imagem de pós-venda arranhada da marca. Pelo jeito, ele ainda deve segurar a lanterna por algum tempo.
 
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Jeep Renegade ganha nova versão
 

 
Opção Limited Edition chega por R$ 91,9 mil para bater de frente com Honda HR-VPara bater de frente com a versão topo de linha do Honda HR-V, o Jeep Renegade agora é oferecido com o pacote Limited Edition. Disponível para o modelo intermediário Longitude, o pack tem preço sugerido de R$ 7 mil, totalizando R$ 91,9 mil, ou exatos mil reais a menos que o jipinho da montadora japonesa, e se diferencia pela lista de equipamentos mais recheada.

O novo Jeep Renegade Longitude Limited Edition é equipado com rodas de liga-leve de 18 polegadas com pneus 225/55, bancos revestidos em couro, painel de instrumentos com tela configurável colorida de 7 polegadas e mais cinco airbags (dois laterais, dois de cortina e um para os joelhos do motorista). Há ainda emblema alusivo ao pacote nos para-lamas dianteiros e teto bicolor preto, a não ser que o carro seja inteiramente pintado nessa cor.

Sob o capô, o Limited Edition esconde o motor 1.8 litro flex de quatro cilindros, que entrega até 132 cavalos de potência e 19,1 kgfm de torque, com câmbio automático de seis velocidades e tração dianteira.

“A expectativa é de que esse pacote equipe pelo menos 5% do mix do Renegade a partir de agora”, afirma Sérgio Ferreira, diretor-geral da Chrysler Brasil e da Jeep para América Latina.Líder do segmento em outubro

Maior aposta do grupo FCA este ano, o Renegade é hoje um dos SUVs mais vendidos do país e, pela primeira vez, superou o rival da Honda em emplacamentos no mês passado. Foram 5.623 unidades contra 5.447 do HR-V em outubro - já no acumulado do ano, o modelo japonês mantém uma dianteira de 12 mil veículos.
 
Inflação do Carro sobe 2,6%
 

 
A maior alta do anoGasolina e álcool foram os itens que mais subiram em outubro.O custo para o motorista andar e manter o carro disparou em outubro: a Inflação do Carro da Agência Autoinforme – que levanta os preços de peças, serviços, seguros, combustíveis e impostos de circulação – registrou alta de 2,6% em outubro a maior do ano.
No acumulado de janeiro a outubro a Inflação do Carro é de 8,8%.

A alta expressiva foi impulsionada principalmente pelos combustíveis, que representam mais de 30% do total das despesas que o motorista tem com o carro.

A gasolina subiu 3,65% no mês e o álcool teve alta ainda maior, 9,62%. Na média, os combustíveis ficaram 7,47% mais caros. No acumulado do ano (janeiro a outubro) a gasolina já subiu 12,37% e o álcool 14,25%.

Também subiram de preço diversos itens. O óleo do motor ficou 2,39% mais caro, seguido pelo kit de embreagem, 1,32% e pneus, 1,14%. Na média, as peças de reposição ficaram 1,05% mais caras em apenas um mês.

Outro segmento importante na composição dos itens que compõem as despesas com o carro é o dos serviços, que no mês passado ficaram em média, 0,40% mais caros. A lavagem do carro foi o item que mais subiu +0,81%, em seguida veio o estacionamento por período curto (duas horas), com alta de 0,54%.
Onix mantém liderança na quinzena - Veja o Ranking
 

 
O HB20 é vicePalio cai para o terceiro lugar e quatro carros brigam pela quarta posição em outubro.O Onix está mantendo o bom desempenho registrado em outubro e muito provavelmente deverá fechar também novembro na liderança. Na primeira quinzena do mês o hatch da GM – ganhador do Prêmio Maior Valor de Revenda 2015 – vendeu 6.313 unidades, quase mil unidades a mais do que o segundo colocado, o HB20, da Hyundai, que ficou com 5.368.

Líder no ano passado e líder também no acumulado do ano o Palio começa a perder força. Na quinzena, ficou apenas com a terceira posição, com 4.311 unidades vendidas, prejudicando a Fiat na corrida pela liderança no mês: por enquanto é a GM que encabeça a lista das marcas mais vendidas.

A seguir, pelo menos três carros, Prisma, Ka e a picape Strada, brigam pela quarta posição (veja ranking abaixo). O Prisma vendeu 3.048 unidades, o Ka 2.978 e a Strada 2.950. Mas o Corolla (2.805 carros na quinzena) e o Renegade (2.753) tem volumes de vendas parecidos, portanto também são candidatos a uma vaga entre os quatro mais vendidos. Com 2.521 unidades o Honda HRV completa a lista dos dez mais vendidos na quinzena.

Logo a seguir, Uno, Fox, Sandero e Up brigam pela possibilidade de estar entre os Dez Mais em novembro

1) Onix 6.313
2) HB20 5.368
3) Palio 4.311
4) Prisma 3.048
5) Ka 2.976
6) Strada 2.950
7) Gol 2.882
8) Corolla 2.805
9) Renegade 2.753
10) HRV 2.521
11) Uno 2.448
12) Fox 2.295
13) Sandero 2.048
14) Up 2.032
15) Siena 1.846
16) HB20s 1.719
17) Palio 1.704
18) Ka+ 1.591
19) Saveiro 1.545
20) Voyage 1.490

 

Evoque ganha versão conversível com teto retrátil
 

 
Modelo será apresentado no Salão de Los Angeles, que começa na semana que vem.O “primeiro SUV compacto de luxo conversível”, como é chamado pela Land Rover, foi lançado. É o Ranger Rover Evoque com teto retrátil, que acaba de ser mostrado antes da sua apresentação oficial, que deverá acontecer na próxima semana, durante o Salão de Los Angeles.

Baseado na versão Coupé, de duas portas, do SUV, o conversível recebeu uma série de reforços na coluna A, novo subchassi, além do mecanismo da capota e ficou 270 kg mais pesado que a versão fechada.

Com 18 s para abrir e 21 s para fechar – podendo ser feito até os 50 km/h – a montadora garante que, com a capota fechada, o nível de ruído é o mesmo de um Evoque convencional. O porta-malas também mudou e agora tem 251 litros de capacidade contra 420 litros do Evoque com teto, além da abertura quase como uma gaveta.

As opções de conjunto mecânico são o 2.0 turbo a gasolina de 240 cv com câmbio automático de nove marchas e 2.0 turbodiesel de 180 cv com o mesmo câmbio. O Evoque Convertible também deve strar uma nova central multimídia, com tela sensível de 10,2 polegadas e que estará em todos os modelos da linha Jaguar-Land Rover nos próximos anos.

O modelo chega ao mercado no ano que vem e custará 50 mil dólares, algo na casa dos R$ 190 mil em conversão livre sem impostos. O Brasil ainda não tem previsão para receber a nova versão.
 
Audi A3 Sedan adaptado ao Brasil
 

 
O A3 Sedan que começa a ser vendido aqui no Brasil em meados deste mês não existe em nenhum outro lugar do mundo. Isso porque, além dele ser fabricado por aqui – em São José dos Pinhais (PR) -, ele ganhou um motor que bebe álcool além de gasolina e é oferecido com uma configuração mecânica “abrasileirada”. Digamos que ele ficou um pouco menos refinado, mas ganhou quase 30 cv de potência a mais e praticamente manteve o preço da versão importada da Hungria.

A versão de entrada Attraction custa R$ 99.990 e a Ambiente sai por R$ 109.990, ante os R$ 101.190 e R$ 110.190, respectivamente, cobrados pelas versões importadas. O motor 1.4 TFSI está mais vigoroso, gerando agora 150 cv e 25,49 kgf.m de torque. Rodando na gasolina, ele gerava 122 cv e 20,39 kgf.m de torque. Não que isso vá mudar sua vida, mas o ganho de potência refletiu também nos números de desempenho: o 0 a 100 km/h agora é feito em 8,8 segundos, de acordo com a Audi – meio segundo mais rápido – e a velocidade máxima é de 215 km/h. O que muda mesmo é na hora que você pisa no acelerador e aquele fôlego extra aparece. Um detalhe interessanta é que os valores de desempenho do motor são são idênticos tanto com etanol puro como com gasolina. Em suma, eles melhoraram um propulsor que já era bom.

Mas para receber o etanol, o bloco teve de ser renovado. Agora em alumínio, ele também está mais leve e compacto. Injeção direta de combustível e comando variável, além do turbo compressor, fazem parte do pacote. O A3 Sedan é o primeiro Audi no mundo 100% flex, antes dele, alguns modelos da marca até aceitavam alguma porcentagem de álcool, mas não qualquer porcentagem como agora.O motor não é a única novidade. O aclamado câmbio S-Tronic de 7 velocidades e com dupla embreagem deu lugar a um tiptronic de seis velocidades, um pouco mais preguiçoso. O novo câmbio vêm do México e a Audi tem algumas justificativas para a substituição. Uma delas é que o S-Tronic era muito agressivo na saída, o que não nos convcenceu, a outra foi que, por utilizar caixa seca, o ruído (pífio e que aparecia apenas em situações bem específicas) daquele câmbio desagradava o consumidor. Convenhamos que a marca não quer ouvir reclamações, ainda mais em se tratando do modelo de maior volume deles. O preço não foi colocado como uma questão aqui e, segundo a Audi, a transmissão de seis marchas sai mais caro para a marca, inclusive.

É inegável que o S-Tronic é um grande produto da Audi. Ela reconhece isso e nós também e, para quem estava acostumado com a agilidade do DSG, o novo câmbio obviamente não chega perto dele. O “gap” é mais notável nas retomadas, mas mesmo assim, ele não desagrada, oferecendo os engates suaves e precisos dignos de um alemão. As trocas podem ser feitas pela alavanca ou pelas borboletas atrás do volante, no caso da versão Ambiente.

Outra mudança foi na suspensão. A traseira trocou o sistema multibraços (mais firme) por uma mais simples e robusta, mas também mais macia, de eixo de torção. Para quem anda na cidade e prioriza o conforto, vai muito bem, mas se você sonha com aquele Audi com suspensão firme, melhor optar por outro modelo. Esta suspensão é produzida no Brasil e, segundo a montadora, a mudança foi feita para que o carro ficasse mais adaptado à realidade de nossa pavimentação, bem diferente do tapete alemão, eles juram que não foi para baratear o carro. A Audi pensa em vender o A3 nesta configuração em outros países da América do Sul.O A3 Sedan 1.4 recebeu nota A do programa de classificação do Inmetro. O consumo no ciclo urbano foi aferido em 11,7 km/l com gasolina e 7,8 km/l com etanol e, na estrada, 14,3 km/l e 9,9 km/l, respectivamente. Visando economizar combustível, o modelo vem de série com sistema start-stop, que desliga o motor automaticamente quando o carro pára. Mas se ao invés de economizar, você quiser extrair o máximo de potência do motor, a receita é a seguinte: desligue o controle de tração e estabilidade – ele vem em dois níveis, no primeiro o carro fica mais na mão mas ele ainda atua e no segundo, as babás são desligadas. Depois desligue o sistema start-stop, coloque o carro em modo S (a mudança é feita pela alavanca de câmbio) e acelere. A versão de entrada Attaction oferece de série airbags frontais, laterais e de joelho, faróis bi-xenôn, lanternas traseiras em LED, sensor de estacionamento, rodas aro 16”, rádio MMI com tela de 5,8 polegadas, 8 alto-falantes, entre outros itens. A versão intermediária Ambience adiciona sensores de luz e chuva, volante multifuncional, rodas aro 17” e paddle shifts (borboletas). Esta versão oferece pacotes de opcionais, alguns interessantíssimos, e obviamente salgados.

Para começar, o pacote que adiciona o sistema MMI Plus custa R$ 13 mil. Por iguais R$ 13 mil o pacote Design inclui teto solar, couro sintético e porta-objetos. Para fechar, os mais interessantes: Assistance e Assistance Plus, por R$ 10 mil e R$ 18 mil, respsctivamente. Vale lembrar que você deve optar por um ou por outro. O primeiro inclui câmera de ré e controle de cruzeiro e o segundo pode ser chamado de pacote dos sonhos se você preferir. Ele traz sistema de estacionamento automático com câmera de ré, Active Lane Assist e ACC com Pre Front Sense. Calma, vou traduzir. Esses últimos dois sistemas são verdadeiras invenções divinas.

O Active Lane Assist consegue identificar se você está com as mãos no volante e corrige a trajetória do carro caso você saia da faixa sem dar seta. Ele corrige uma, duas, três vezes, na quarta, ao identificar que você não está com as mãos no volante, um aviso sonoro pede para que o motorista assuma a direção. O acionamento é simples, você aperta um botão na ponta da seta do lado esquerdo da coluna de direção e a luz do sistema fica verde no painel. Detalhe, ele funciona apenas quando identifica que você está em velocidade de cruzeiro, não tente usá-lo no anda e pára do trânsito que não vai funcionar.

O outro sistema é o ACC com Pre Front Sense. O ACC é o conhecido controle de cruzeiro adaptativo, você regula a velocidade e ele reduz e acelera o carro, mantendo o veículo sempre dentro da máxima escolhida. É maravilhoso no trânsito. Pode-se habilitar o sistema por um botão em uma alavanca abaixo da seta e, se o carro parar totalmente, você reativa o sistema com uma pisada no acelerador. Mesmo se ele não estiver habilitado, o carro está sempre alerta. Até 30 km/h de velocidade, se ele identificar uma colisão, freia automaticamente.

Interior

O interior está igualzinho. Bem acabado, espaçoso e sem entrada USB. Se você é supeer conectado e não quer ficar sem bateria, antes de entrar em um Audi, compre um adaptador para tomada de 12V com entrada USB, a não ser que o modelo escolhido seja um A6, A7, RS6, RS7 ou o TT, que já contam com a entrada. As capacidade de carga é boa, ele comporta 425 litros no porta-malas, e pode levar até 880 litros com os bancos rebatidos.

Saldo

O tira e põe da Audi aliado à fabricação nacional deu ao A3 Sedan um tempero brasileiro e permitiu que, mesmo com o câmbio variando muito, a marca conseguisse estabilizar o preço do carro. O cliente que está entrando na marca certamente aprovará o novo conjunto, afinal, Audi é sinônimo de status. Porém, aquele que conhece mais o carro ou que já experimentou um DSG e a suspensão mais firme da Audi uma vez na vida, sentirá falta do tempero alemão.

A marca espera produzir ao menos 1.000 unidades do sedã compacto ainda este ano e diz que para 2016 a produção vai ocorrer conforme a demanda. Todavia, eles não esperam produzir menos de 10 mil unidades do modelo ano que vem.

Sem dúvida, o A3 Sedan continua muito bem acertado, graças ao esquema de construção de carroceria, ótima rigidez torcional e dinâmica. Ele seguirá agradando e, sobretudo, atendendo à proposta de um sedã compacto premium. Mas não dá pra negar que, como praticamente tudo que é nacionalizado, o A3 também perdeu um pouco de seu encanto.

Por fim, se você curte a carroceria sedã e quer mais que um motor 1.4, espere pelo final do mês. Vem aí o A3 Attraction 2.0.
Moto BMW apresenta conceito de esportiva elétrica
 

 
A BMW apresentou o conceito BMW eRR, uma versão elétrica da consagrada supersportiva S 1000 RR. O protótipo foi desenvolvido em parceria com a Universidade Técnica de Munique (Alemanha). Segundo o fabricante, as possibilidades são inúmeras para desenvolver uma superespotiva com propulsão elétrica e, assim, mesclar o prazer de pilotar um superbike com emissões zero.

O modelo é capaz de superar nas arrancadas (de 0 a 60 km/h) até mesmo a esportiva S 1000 RR equipada com motor a combustão. Isso dá uma pequena mostra das possibilidades de desempenho da propulsão elétrica.
 
Lifan 530 - Preço a partir de R$41.990
 

Visão Geral

Com perfil típico dos carros compactos modernos, onde o porta-malas e o compartimento do motor cedem espaço para garantir o conforto do habitáculo dos passageiros, as linhas do Lifan 530 são elegantes e conferem ao automóvel um aspecto refinado, valorizado pelas curvas suaves e formando um conjunto harmonioso a agradável de ver.

O Lifan 530 já está disponível em cinco cores em toda a rede de concessionárias Lifan do Brasil nas cores preta, prata, vermelha, branca e azul nas versões Básica e Talent. A diferença entre as duas versões é o sistema multimídia com GPS e câmera de ré. Na versão ainda é possível ao consumidor escolher o “Hyperpack” que inclui bancos em couro e DRL (Daytime Running Light) ao preço de R$1.500,00.

* Preço sugerido ao público à partir de R$ 41.990,00 modelo 2015 com frete incluso, preço para condição de pagamento à vista. Tarifa de gravame, licenciamento, IPVA e emplacamento não inclusos. Preço válido para o território nacional, exceto para o estado do Maranhão.Exterior

A traseira é alta e destaca a volume do porta-malas. Na dianteira a grade segue o desenho do SUV X60, com largos frisos cromados horizontais e o conjunto óptico que avança sobre os pára-lamas. Os faróis biparábola com regulagem de altura são complementados pelos faróis de neblina (ou DRL – Daytime Running Light) embutidos no pára-choque e luzes de seta em LED nos retrovisores, fornece também uma segurança complementar. Este conjunto define a identidade da marca e segue a mesma linha do SUV X60.

Freios ABS/EBD a disco nas quatro rodas, além de contar com a última versão (9.0) do avançado sistema de frenagem eletrônica fornecido pela renomada marca BOSCH, sendo este um dos sistemas de frenagens mais modernos do mundo, fornecendo uma travagem mais curta e uma frenagem muito mais precisa.

O Lifan 530 apresenta uma das maiores alturas em relação ao solo (172 mm), torna-se altamente adaptável a diferentes tipos e condições de solo, proporcionando maior facilidade em traspor obstáculos.

Interior

Além do pacote “básico” de conforto, o lifan 530 traz uma longa lista de equipamentos, como a direção eletro-assistida, sistema multimídia NavTech (versão Talent) que inclui DVD/CD/Rádio AM-FM, tela touchscreen 7”, GPS, MP3, Bluetooth com conexão de chamada de telefone celular e entrada para cartão micro SD. Há também entrada auxiliar e USB no console central, computador de bordo, banco do motorista com regulagem de altura, além de muitos outros detalhes pensados especificamente para o conforto e a conveniência do cinco passageiros.

O sensor de estacionamento com sinal sonoro de proximidade de obstáculos pode ser acompanhado da câmera de ré (apenas na versão “Talent”). O painel é digital e além das informações tradicionais - velocímetro, contagiros, marcador de combustível e de temperatura do líquido de arrefecimento – traz também as luzes espia. No centro do painel há um pequeno display com relógio, marcador de temperatura e alerta de cinto de segurança.

Espalhados em vários locais estão espaços muito uso. Nas laterais das portas há porta-copos e nas costas dos bancos dianteiros há espaço para revistas. O banco traseiro é reclinável, bipartido e rebatível (1/3 – 2/3), o que garante múltiplas configurações para levar cargas maiores no porta-malas de 475 litros, que pode ser aberto pelo controle remoto na chave tipo canivete. Há ainda luzes de leitura individuais para motorista e passageiro, ajuste elétrico de altura dos faróis e o volante possui regulagem de altura.

link: http://www.lifanmotors.com.br/
   
Quer gastar menos para arrumar o carro?
 

Mais baratas, as peças recuperadas têm garantia e controle de qualidade, mas ainda precisam vencer obstáculos.Em ano de crise, nada como buscar formas de economizar dinheiro. Muita gente pode até não conhecer (ou ter algum preconceito), mas para não gastar tanto na hora de consertar seu veículo, seja ele um carro, um ônibus ou até mesmo um caminhão, as peças remanufaturadas podem ser uma saída para poupar algum dinheiro.

E é errado quem pensa que essas peças terão qualidade inferior às novas. “Quando a peça usada chega à fábrica, ela passa por um criterioso processo de restauração, incluindo a desmontagem, inspeção e lavagem dos componentes. Itens que não podem mais ser utilizados são descartados segundo as normas ambientais e substituídos por outros novos e atualizados tecnicamente”, explica Jefferson Germano, presidente da ANRAP.

A própria ANRAP (Associação Nacional dos Remanufatoradores de Autopeças) tem uma história interessante. Ela foi fundada em 1994 por algumas das principais fabricantes de autopeças instaladas no país, no caso a Bosch, Cummins, Sachs Automotive e TRW Automotive. Como o processo de remanufatura está ganhando cada vez mais adeptos, com um crescimento de cerca de 10% ao ano, hoje a entidade já abriga praticamente as principais fornecedoras de autopeças que atuam por aqui.Um dos empecilhos para que a remanufatura ganhe força por aqui é o desinteresse por parte dos gestores públicos. “O maior desafio para aumentar a remanufatura no Brasil é a falta de incentivos em logística reversa, visto que a devolução do casco (peça usada) ao fabricante é fundamental para manter o processo de remanufatura vivo”, declara a ANRAP em comunicado.

Vale destacar que as peças remanufaturadas passam por testes de qualidade e são certificadas pela própria fabricante com selos de originalidade, procedência e inclusive garantia. “A remanufatura de produtos representa uma grande oportunidade para a sustentabilidade global e o meio-ambiente”, conclui Germano.

 

Novo Aircross
 

Frente dividida em níveis segue padrão visual estreado no conceito Technospace, de 2013, que deu origem à nova geração do C4 Picasso e ao inédito C4 Cactus


Após soltar um teaser na semana passada, a Citroën divulgou nesta terça-feira (10) as primeiras imagens do Aircross reestilizado mostrado por inteiro. Lançado em 2010, o monovolume aventureiro enfim ganha mudanças visuais de meia-vida, para se alinhar à nova identidade da marca francesa -- inaugurada pelo C4 Picasso e radicalizada pelo C4 Cactus.
Confira:
 Nas lojas em dezembro
Embora o lançamento esteja marcada para o fim deste mês, a chegada do Aircross 2016 às lojas -- a produção é local, na fábrica da PSA em Porto Real (RJ) -- está programada para a primeira quinzena de dezembro.Desenho das rodas de liga leve também vai mudar, ganhando faixas mais grossas, em forma de Y, e acabamento monocromático em cinza fosco.


"Cactus tropical"
O objetivo, ao alinhar o aventureiro à linha estética global da Citroën, é suprir uma ausência: como os planos de importar o ousado C4 Cactus europeu arrefeceram após a recente desvalorização do real frente a dólar e euro, o facelift do Aircross visa a torná-lo uma espécie de "Cactus tropical" (resguardadas as proporções de comparação, já que o Aircross tem porte menor).

O resultado não é tão radical quanto o primeiro teaser fez parecer, mas não deixa de agradar.

A dianteira ficou dividida em três níveis. No primeiro, faróis mais afilados se integram a uma grade alargada, esta formada pela habitual borda cromada com centro ressaltado, esboçando o logotipo da marca. No "andar" intermediário, luzes diurnas em LED. Na parte de baixo, para-choque com tomadas de ar e apliques de plástico remodelados.

Tradicionais adereços aventureiros, como protetores laterais e das caixas de roda, além de barras longitudinais de teto (que invadem todo o para-brisa), continuam a marcar presença, obviamente sem o grau de inovação que os para-choques com bolhas de ar do Cactus proporcionam.

   
Porsche quer Brasil como maior mercado da América Latina
 

  Em agosto deste ano a Porsche oficializou sua operação no Brasil. Até então, os carros da marca esportiva alemã chegavam por meio de importador autorizado. Agora, um escritório oficial da montadora cuida dos negócios, e com uma missão em vista: reposicionar o país como mercado mais importante da marca na América Latina, tomando o posto assumido pelo México nos últimos anos.

Para isso, a filial brasileira aposta em duas frentes: manter a intensidade na venda de SUVs -- Macan e Cayenne, responsáveis por 75% das 597 unidades vendidas aqui entre janeiro e outubro de 2015 -- e trazer versão mais em conta de sua referência em esportivos, o 911.

A subsidiária já confirmou para meados do ano que vem a chegada da nova geração do 911, dotada de motor V6 3.0 biturbo e tração integral, incluindo a versão "básica" do Carrera 4, de 370 cv. Também é provável a vinda do Macan GTS, versão intermediária entre a S e a Turbo, na virada para 2017. Possivelmente segundo semestre de 2017 deve chegar o Boxter munido de propulsor 2.0 biturbo.

Com o incremento na gama, a Porsche espera voltar a comercializar mais de 1.000 carros anualmente no Brasil -- desde 2014 o patamar está em cerca de 750, média que deve ser mantida este ano. Executivos evitam impor prazos para alcançar a nova meta. Descolada da Volks
Brück também minimizou os impactos que o escândalo de fraude em motores a diesel, que acometeu o grupo Volkswagen, dono da Porsche, podem gerar sobre a Porsche no Brasil. "Não deve afetar, pois estamos descolados desse problema, especialmente aqui, em que quase não se vende modelos a diesel", resumiu. Por aqui, apenas uma versão do Macan com esse combustível é oferecida.

Segundo o executivo, a Porsche já está respondendo de antemão às questões de eficiência energética, intensificadas após o escândalo de sua proprietária. "Já estamos aplicando turbo e apostando em elétricos e híbridos. É o que temos que fazer", afirma o diretor da Porsche do Brasil. Sobre veículos com matriz alternativa, outra novidade foi confirmada para o ano que vem: o Cayenne S E-Hybrid, SUV híbrido com recarga externa, será oficialmente inserido na lista de produtos da marca.


A Triumph vai no sentido contrário e aposta em reformular a bigtrail Explorer 1200. Kawasaki e Suzuki focarão nas esportivas: a primeira já antecipou a nova ZX-10R, enquanto a segunda apresentou um mocape de sua nova hiperesportiva, possível substituta a Hayabusa, em Tóquio.

Desde pequenas nakeds de 300 cc até velozes máquinas de duas centenas de cavalos devem compor o Salão de Milão 2015.
Motos do Salão de Milão
 
  Para todos os gostos
A edição 2015 do Salão de Milão (Itália), pretende traçar um panorama do futuro das motos. Realizado desde 1914 e chegando a sua 73ª edição, o evento não costuma ser palco de protótipos ou conceitos futuristas, mas certamente aponta tendências e exibe o que estará nas ruas a partir do ano seguinte.

Para este ano, ao menos 25 novas motocicletas e scooters deverão ser lançados no centro de exposições Rho-Fiera Milano, que abre as portas para o público na próxima quinta-feira (19) e fica aberto fica até domingo (22), no Pavilhão de exposições.

Cerca de 1.400 expositores de 44 países deverão mostrar, além das novas motos, equipamentos e tecnologias inéditos para o setor, que tem registrado contínua queda nas vendas desde a eclosão da crise econômica mundial de 2008. "É oportunidade de engatilhar negócios e apoiar a recuperação de uma indústria que tem um papel fundamental no crescimento da economia italiana", declarou Antonello Montante, presidente do salão.
Para aproveitar este cenário de melhora, as marcas começam a mostrar seus novos produtos à imprensa já a partir do início desta semana. Anfitriã, a Ducati mostrará sete novidades -- já adiantadas em um evento prévio na noite de segunda (16) --, entre elas uma nova esportiva média para substituir a Panigale 899, uma releitura da custom esportiva Diavel e até uma Scrambler de 400 ou 500 cc.

A Honda, que possui uma subsidiária e um centro de desenho na Itália, vai trazer a reformulada CB 500F, a versão definitiva da Africa Twin e, quem sabe, uma miniesportiva de 250 a 300 cc. Outra japonesa, a Yamaha deu pistas de que lançará uma versão retrô da MT-09. Já a alemã BMW antecipou a pequena G 310R, sua primeira moto abaixo de 500 cc e que será voltada para o segmento de pequenas premium.
MAIS FOTOS:
http://quatrorodas.abril.com.br/moto/galerias/especiais/salao-milao-2014-812697.shtml#foto2
HR-V e o Renegade título de carros mais seguro feito no Brasil
 

   

O Honda HR-V e ao lado do rival Jeep Renegade, tornuou-se, a partir desta segunda-feira (16), o segundo veículo produzido no Brasil a ganhar nota máxima em segurança no Latin NCAP (programa de segurança veicular para América Latina e Caribe).

Com cinco estrelas em proteção para adultos e também para crianças, o SUV japonês obteve nota até maior que a do Renegade (o primeiro a conseguir tal feito) em segurança para os ocupantes dos bancos dianteiros: 16,70 de 17 pontos possíveis (o concorrente alcançou 16,12). De acordo com o instituto, o passageiro ficaria muito bem protegido num impacto frontal a 64 km/h, enquanto o motorista encontraria fragilidade ligeiramente maior na região do peitoral.

Para crianças, o resultado também foi satisfatório (43,30 de 49 pontos), porém abaixo do Renegade (43,54). Na simulação, os cintos preveniram movimentação excessiva da criança de três anos e também do bebê de 18 meses, e a presença de ganchos para cadeirinhas infantis garantiu pontuação extra. A forma como do habitáculo manteve sua integridade após o choque frontal e depois de simulação de batida lateral a 50 km/h também mereceu boa avaliação.

Lembrando que, desde o lançamento, em março deste ano, o HR-V se tornou meteoricamente o líder de vendas no segmento, com 38.631 unidades emplacadas até outubro de 2010. Na soma das pontuações, enquanto o Honda obteve 60 pontos, o Renegade chegou a 59,66.Junto com o HR-V, o Latin NCAP analisou outros cinco modelos nesta última bateria de testes do 2015. O número recorde de participações numa mesma rodada faz parte da celebração de cinco anos de existência do órgão. Além do SUV, a Honda liberou para o teste o monovolume Fit e o sedã pequeno City, todos montados sobre a mesma plataforma.

Ambos levaram cinco estrelas para adultos e quatro para crianças, pois, embora ofereçam itens semelhantes aos do HR-V (na versão testada), possuem célula de sobrevivência menor, o que expõe um pouco mais os ocupantes a contato direto com partes do automóvel em um acidente.

Ford Ka sedã
Outro veículo importante para o mercado brasileiro a passar pelo Latin NCAP em novembro foi o Ford Ka+, configuração sedã da nova geração do compacto. O resultado não é ruim, mas também passa longe de empolgar: são quatro estrelas em proteção para adultos --pontos foram perdidos pela ausência de pré-tensionadores nos cintos do passageiros e pela alta exposição de pernas e joelhos à deformação da cabine -- e três para crianças -- não é possível desativar o airbag do passageiro para instalar a cadeirinha; não há cinto de três pontos na posição central do assento traseiro; ganchos Isofox e avisos de posicionamento das cadeirinhas não estão de acordo com as recomendações do órgão.Críticas à GM
Os demais testes foram feitos com o Volkswagen Vento indiano (equivalente ao Jetta brasileiro) e o Chevrolet Aveo sedã vendido no México, sem airbags. O resultado deste último foi catastrófico -- zero estrelas para adultos e duas para crianças --, o que levou o secretário-geral do programa, Alejandro Furas, a dar uma bronca na GM. "A General Motors está entre as poucas fabricantes que não vêm seguindo nossas recomendações para melhorar a segurança. AS demais fabricantes vão dexá-la isolada", previu.

Esta foi a última rodada de testes feita sob os atuais critérios do Latin NCAP. A organização já anunciou que adotará regras mais duras a partir de 2016, incluindo a presença do controle eletrônico de estabilidade como item de série para se atingir as cinco estrelas.
 

 
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Fiat explica escolha do nome ‘Fullback’ para picape gêmea da Triton
 

 
  Apresentada pela divisão comercial Fiat Professional, a picape Fullback foi uma das grandes atrações da FCA na edição deste ano do Salão de Dubai, nos Emirados Árabes. O modelo surgiu de uma parceria firmada com a Mitsubishi e, além da semelhança notável com a L200 Triton, chamou atenção do público pelo nome adotado. De acordo com os dirigentes da marca, a inspiração para o batismo partiu do mundo dos esportes, mais especificamente do rúgbi e do futebol Conforme explica a marca, trata-se de uma das posições principais desses esportes, sendo representada pelo último jogador da linha defensiva ou pela entrada de um componente da defesa no campo do ataque. Resumidamente, o batismo passa a sensação de que a Fullback é uma picape ágil e capaz de enfrentar qualquer desafio. O modelo será o grande representante da FCA no Oriente Médio e na Ásia, regiões onde as camionetes médias respondem por 23% das vendas de comerciais leves.
 
Porsche quer tornar Brasil o 1º no mercado da América Latina
 

 
  Novo 911 vai chegar às lojas no 1º trimestre de 2016.
Empresa diz que Cayenne Hybrid tem "grandes chances" de vir ao país.A Porsche traçou as perspectivas para o mercado brasileiro, pela primeira vez desde que assumiu a operação da marca no Brasil no início do ano, e a expectativa é de o país se tornar o primeiro mercado da América Latina, afirmou a empresa em coletiva de imprensa na noite de quarta-feira (12), em São Paulo.

“O Brasil já foi o número 1 da América Latina, mas perdeu para o México, queremos superar o quanto antes”, disse Matthias Brück, diretor da Porsche no Brasil, sem especificar o prazo para que isso ocorra. Essa nova fase tem como marco a chegada do novo 911, prevista para o primeiro trimestre de 2016, ainda sem preço definido.
Como grande novidade, o 911 abandonou os tradicionais motores aspirados para dar lugar a tecnologia turbo. Os novos propulsores 3.0 de 6 cilindros possuem dois turbocompressores, que elevam a potência a até 370 cavalos no modelo de entrada e a 420 cv no Carrera S - um aumento de 20 cv em comparação com os 3.4 e 3.8 aspirados, que equipam a versão anterior.
Com o novo motor biturbo, o torque passou de 39,76 para 45,8 kgfm de torque no 911 Carrera. A versão S teve o torque elevado na mesma proporção, de 44,8 para 51 kgfm, que estão disponíveis entre 1.700 e 5.000 rotações por minuto.
Além do Carrera S, os consumidores terão acesso à versão mais básica do 911. A intenção da empresa é tornar o modelo mais acessível, apesar de não divulgar preços.Potencial mesmo em momento difícil


“O Brasil tem potencial e os consumidores são leais. Ainda há espaço para o segmento premium. Acreditamos no crescimento do mercado”, disse Brück. Apesar do tom positivo, a empresa preferiu não citar expectativa em números.
Comparando o ano de 2015, de janeiro a outubro, com o mesmo período do anterior, a marca mostra estabilidade com 1 unidade vendida a mais no ano atual. Foram 597 carros vendidos nos 10 primeiros meses do atual ano, contra 596 no mesmo tempo de 2014. Em todo o ano de 2014, a empresa comercializou 742 veículos no país.A possibilidade de vir é grande, mas ainda não podemos confirmar. A nova legislação para esse tipo de veículo no Brasil ajudou bastante", afirmou Brück, se referindo ao novo imposto para carros "verdes", que ficou zerado para elétricos e variam de zero a 7% para híbridos.
 

Honda Bros 160 versão simples vai substituir a Bros 125
 

  Modelo de entrada roda somente com gasolina e tem freio a tambor.
Bros 125 ainda está nas lojas, mas será substituída gradativamenteA Honda apresentou uma nova versão para a NXR 160 Bros, nesta quinta-feira (12), mais simples para substituir gradativamente a NXR 125 Bros. O preço sugerido pela empresa é de R$ 9.950 com a opção de cores vermelha e preta.
Comparada a versão top de linha ESDD, que custa R$ 10.720, a Bros de entrada perdeu o motor flex e roda apenas com gasolina. Além disso, o freio dianteiro não é a disco e sim utiliza sistema a tambor.

De acordo com a empresa, a Bros 125 deve continuar nas lojas até janeiro, porém, a moto não se adequará às regras de emissões de poluentes para motos previstas para começarem no próximo ano.
 
Triumph revela geração da Speed Triple
 

 
  O Salão de Milão se aproxima, e algumas das novidades que serão apresentadas por lá começam a ser reveladas, como a renovação da naked Speed Triple, da Triumph, revelada nesta terça-feira (10). A conhecida streetfighter inglesa chega em duas versões: S e R. O motor segue sendo o tricilíndrico de 1 050 cm³, mas, segundo a fábrica, ele recebeu 104 inovações com o objetivo de conseguir mais torque em toda a faixa de rotações, um consumo até 10% menor e menor emissão de poluentes. Entre todas essas novidades, algumas das mais relevantes são câmara de combustão, cabeçote, virabrequim, pistões e corpos de injeção totalmente reformulados. O sistema de escape também é novo, assim como a embreagem ( que agora conta com slip-assist), e o radiador, que está menor mas mais eficiente.Apesar disso, é na eletrônica que a nova Speed Triple mais evoluiu. Entre os recursos que ampliam a capacidade da naked estão uma nova ECU aliada a um novo acelerador Ride-by-Wire ajustável com mapas de aceleração selecionáveis. São cinco modos diferentes de pilotagem à disposição: Road, Rain, Sport, Track e Rider, que permite que o piloto configure a motocicleta às condições da estrada ou do clima.

A ciclística evoluiu na mesma proporção, adotando um novo quadro e sistema de freio com pinças Brembo monobloco de fixação radial e ABS que também pode ser ajustado. Nas suspensões, o destaque vai para a versão R que traz suspensões Öhlins top de linha (garfo NIX30 e amortecedor TTX36 RSU). Mais compacta, a distância entre eixos diminuiu 20 mm.

Esteticamente a moto preserva a essência do modelo anterior, mas com detalhes que a deixam mais atual e ressaltam seu apelo agressivo. Os faróis estão mais estilizados e incorporam luzes diurnas (DRL) enquanto a rabeta é claramente inspirada na da Daytona 675R.
Assim, com essa atualização mecânica e, especialmente, na eletrônica, a Triumph colocou a sua radical naked alinhada com o que há de mais atual no mercado. Assim que possível faremos um teste completo para sentir o que efetivamente essas novidades representam na prática.
 
Uno mais vendido para empresas em outubro
 

 
  Vice-líder nas vendas para pessoas jurídicas em setembro, o Fiat Uno retomou a posição de liderança entre os automóveis conquistada em agosto ao emplacar 3.132 unidades no mês passado.O Renault Sandero, com 2.399 unidades, subiu uma posição e ficou à frente do Hyundai HB20 (2.242), 10º no mês anterior. Mais vendido nesta modalidade em maio, julho e setembro, o Ford Ka (1.869) caiu para o sexto lugar, apenas 25 unidades à frente do Fiat Palio (1.844).O VW Gol (1.993), que havia sido sexto em setembro, subiu para a quarta posição. Fechando o top 5, o Renault Duster (1.982) foi o único SUV/crossover presente no top 10.Mais vendido no geral em outubro, o Chevrolet Onix (1.805) foi apenas o oitavo colocado, à frente do VW Voyage (1.620), líder entre os sedãs. Completando o top 10, a Chevrolet Spin (1.590), 16ª no mês anterior, foi a preferida entre os monovolumes.Entre os comerciais leves, houve a repetição do pódio de setembro, com a Fiat Strada (4.365), campeã geral na modalidade, seguida pela VW Saveiro (2.366) e pela Chevrolet S10 (1.672).As vendas para PJ representaram 31,21% do total de outubro (185.291 unidades). Fiat (24,13%), Volkswagen (16,52%), Chevrolet (15,31%), Renault (13,31%) e Ford (8,33%) foram as marcas mais demandadas.
AUTOS

1º FIAT UNO 3.132

2º RENAULT SANDERO 2.399

3º HYUNDAI HB20 2.242

4º VW GOL 1.993

5º RENAULT DUSTER 1.982

6º FORD KA 1.869

7º FIAT PALIO 1.844

8º CHEVROLET ONIX 1.805

9º VW VOYAGE 1.620

10º CHEVROLET SPIN 1.590

11º HYUNDAI HB20S 1.529

12º VW FOX / CROSS FOX 1.495

13º FIAT SIENA 1.481

14º RENAULT LOGAN 1.473

15º TOYOTA COROLLA 1.165

16º FORD KA SEDAN 1.114

17º CHEVROLET PRISMA 1.062

18º HONDA FIT 780

19º FORD ECOSPORT 727

20º HONDA CITY 691

21º RENAULT FLUENCE 660

22º NISSAN SENTRA 655

23º FIAT DOBLO 645

24º CHEVROLET COBALT 570

25º NISSAN MARCH 570
 
Audi A3 Sedan nacional preço inicial R$ 99.990
 

 

A Audi divulgou nesta quarta-feira (11) os preços do A3 Sedan feito em São José dos Pinhais (PR). Por enquanto, apenas os valores da versão 1.4 turbo foram revelados, que chegam às lojas no final deste mês (as versões 2.0 TFSI nacionais virão em dezembro). O sedã parte de R$ 99.990. O preço da versão de entrada do A3 Sedan ficou apenas R$ 1.200 mais barato em relação ao modelo que era importado da Hungria (tabelado a R$ 101.190). Por este preço, a versão Attraction conta com cinco airbags, controle de estabilidade, faróis de bi-xenônio, lanternas de LED, sensor de estacionamento traseiro, rádio MMI com tela de 5,8'', start-stop, volante revestido de couro e rodas 16''.

A Audi divulgou nesta quarta-feira (11) os preços do A3 Sedan feito em São José dos Pinhais (PR). Por enquanto, apenas os valores da versão 1.4 turbo foram revelados, que chegam às lojas no final deste mês (as versões 2.0 TFSI nacionais virão em dezembro). O sedã parte de R$ 99.990. O preço da versão de entrada do A3 Sedan ficou apenas R$ 1.200 mais barato em relação ao modelo que era importado da Hungria (tabelado a R$ 101.190). Por este preço, a versão Attraction conta com cinco airbags, controle de estabilidade, faróis de bi-xenônio, lanternas de LED, sensor de estacionamento traseiro, rádio MMI com tela de 5,8'', start-stop, volante revestido de couro e rodas 16''.

Na opção mais cara, Ambiente, vendida por R$ 109.990, são adicionados comandos no volante, sensores de chuva e crepuscular, aletas para trocas de marcha atrás do volante e rodas 17''.

 A3 Sedan nacional extrai mais potência em relação ao modelo Húngaro. O motor 1.4 TFSI gera 150 cv de potência, 28 cv a mais que o importado. A boa notícia, contudo, vem acompanhada de outras nem tão interessantes assim: o sedã perdeu a suspensão traseira independente (agora usa eixo de torção) e o câmbio de dupla embreagem foi substituído por uma caixa automática convencional (Tiptronic) de seis velocidades.

o A3 Sedan nacional extrai mais potência em relação ao modelo Húngaro. O motor 1.4 TFSI gera 150 cv de potência, 28 cv a mais que o importado. A boa notícia, contudo, vem acompanhada de outras nem tão interessantes assim: o sedã perdeu a suspensão traseira independente (agora usa eixo de torção) e o câmbio de dupla embreagem foi substituído por uma caixa automática convencional (Tiptronic) de seis velocidades.

 
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Nova geração do Camaro
 

 
  Você pode configurar do seu jeito. A nova geração do modelo deve chegar ao Brasil no ano que vem apenas com motor V8

Site oficial da Chevrolet nos EUA passou a oferecer a ferramenta para o esportivo, que deverá chegar ao Brasil em 2016

Sonhando com o novo Chevrolet Camaro? Pois agora você já pode configurar a nova geração do esportivo no site oficial da fabricante para o mercado norte-americano, onde custará a partir de US$ 24.700 (R$ 93.798) na versão de entrada 1LS, que traz sob o capô um motor a gasolina 2.0 turbo de 278 cv de potência.

A nova ferramenta permite, além de selecionar a versão desejada, escolher as cores, as rodas e os opcionais para o modelo, que deverá chegar ao Brasil a partir do ano que vem apenas na versão topo de linha SS, que é equipada com um motor a gasolina 6.2 V8 de 461 cv de potência. Na configuração mais cara 2SS, o Camaro parte de US$ 42.295 (R$ 160.615) nos EUA.
 
Mercedes-Benz GLS é revelado oficialmente
 

Mercedes-Benz GLS é revelado oficialmente

A dianteira foi levemente atualizada no novo GLS

Reestilizado, o GL ganhou novo nome e visual alinhado com os demais veículos da marca.O modelo ocupa o posto de maior SUV da marca

Reestilizado, o GL ganhou novo nome e visual alinhado com os demais veículos da marca.NA traseira, apenas as lanternas e os emblemas foram alterados

Reestilizado, o GL ganhou novo nome e visual alinhado com os demais veículos da marca
 
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Nova CB 500F estará no Salão de Milão
 

 
 

Nesta segunda-feira (9), a Honda revelou quando chega a atualização da naked CB 500F, algo esperado após apresentar a nova geração da crossover CB 500X e da esportiva CBR 500R, previstas para chegar no mercado brasileiro no primeiro semestre de 2016.A CB 500F recebeu atualização visual e funcional, para se manter atrativa, diante das novidades recentemente lançadas pela concorrência no segmento. O visual ficou mais robusto, "musculoso", e com seis cores diferentes. Ganhou um belíssimo farol e nova lanterna em LED. O tanque de combustível é novo, com 16,7 litros. A suspensão dianteira é nova, com ajuste de pré-carga. O manete de freio agora tem regulagem de altura (ou distância do guidão, se preferir) . Completando o pacote, a CB 500F ganhou novo escapamento, mais bonito e de menor peso (quanto menor peso, melhor desempenho). Além da naked CB 500F, a Honda também anunciou que irá apresentar no Salão de Milão a renovação dos modelos NC 750S (derivação naked da 'nossa' crossover NC 750X) e do maxiscooter Integra. Ambos não são comercializados no Brasil. O Salão de Milão começa no dia 16 de novembro para a imprensa e vai de 17 a 22 para o público. A MOTOCICLISMO estará presente mais uma vez, então fique ligado nas novidades que estão para serem apresentadas por aqui!
 

 
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Honda movido a hidrogênio,sustentável e econômico
 

  Honda movido a hidrogênio,sustentável e econômico

Zero poluentes - Por ser um veículo com célula de combustível de hidrogênio, o carro não emite nada além de vapor de água de seu escape. Bateria - O Clarity consegue andar por mais de 640 km com uma única carga. Além disso, o processo de carregar dura três minutos. Sistema de célula de combustível

Sistema de célula de combustível - O sistema de célula de combustível da Honda custa um décimo do que custavam as versões anteriores e, pela primeira vez, cabe embaixo do capô do carro. Isso significa que há mais espaço para passageiros e cargas e que a célula de combustível compacta pode ser usada em outros veículos Honda.Estações de hidrogênio

Estações de hidrogênio - Obviamente, obter o hidrogênio permanece sendo um ponto crítico. Na Califórnia e no nordeste dos Estados Unidos, empresas como a First Element e a Air Liquide estão instalando estações de hidrogênio com apoio do governo e com empréstimos da Toyota e da Honda, mas a implantação segue a passos lentos.A Honda pode ter uma solução: o desenvolvimento da Smart Hydrogen Station, estação de hidrogênio compacta, que permite usar eletrólises de alta pressão para produzir hidrogênio em casa. A empresa não falou sobre quando a tecnologia estará disponível. Porém, se for acessível, pode ser um grande avanço na velocidade de adoção dos veículos de células de combustível. Potência

Potência - Apesar do tamanho compacto, o novo sistema de célula de combustível tem 30% a mais de poder, 130 kW, com alcance de 700 quilômetros. É equipado com uma bateria de íon-lítio que cabe embaixo dos assentos dianteiros. Há dois tanques de hidrogênio: um grande que fica na parte traseira do carro e um pequeno que fica atrás do assento traseiro. Vendas

Vendas - O Clarity começará a ser vendido no Japão em março de 2016 e, em seguida, nos Estados Unidos e na Europa. A montadora pretende vender muito mais do que as 72 unidades vendidas do seu veículo de célula de combustível anterior, o FCX Clarity. Atualmente, o carro está avaliado em 7,66 milhões de yen (US$ 62,807), mas não se sabe qual será o preço quando for posto à venda.
 
Renegade é o carro 0 km mais procurado do Brasil
 

  Lançado em abril deste ano, o Jeep Renegade caiu rapidamente no gosto do consumidor brasileiro. Líder do segmento pela primeira vez e um dos 10 automóveis mais vendidos no país em outubro, o utilitário também fechou o mês como o modelo 0km mais procurado no WebMotors, maior site de classificados de veículos do país.Superando o VW Golf, que até o momento liderava o levantamento mensal do site, o utilitário foi responsável por 2,88% do total de buscas. Outro destaque foi o HB20 (que inclui o HB20X) , que em setembro estava na quarta posição e agora ocupa o segundo lugar com 2,55% das buscas.Produzido na nova fábrica da FCA em Pernambuco, o Renegade aparece na base de anúncios do portal com preços entre R$ 64.400 e R$ 140 mil.Entre os carros usados, Civic e Corolla repetem a liderança dos últimos quatro meses e seguem como os modelos mais procurados em outubro no site. Das pesquisas efetuadas no período, os sedãs foram responsáveis por 2,84% e 2,63% do total, respectivamente.
Veja o Ranking:

Jaguar XE supera Ford Fusion
 

O duelo entre Ford Fusion AWD Titanium e Jaguar XE pode parecer estranho à primeira vista. Pertencentes a mundos diferentes, enquanto um mira o segmento premium o outro se gaba por estar no topo do luxo e tecnologia de uma marca de volume. Contudo, os dois compartilham o mesmo coração: o motor 2.0 EcoBoost.

Não é a primeira vez que a Jaguar usa componentes de sua antiga proprietária em seus carros. Porém, agora, em vez de fazer um carro derivado de um Ford (como ocorreu com o X-Type, um Mondeo repaginado), a marca pegou apenas o bem-sucedido motor de quatro cilindros da marca, que também equipa o XF, o Land Rover Evoque e o Discovery Sport.No XE, o versátil propulsor equipa as três versões iniciais: Pure, Pure Tech e R-Spec. Para aproximar a dupla, levamos em conta a configuração inicial Pure, de R$ 169.900 (ainda que nas fotos na galeria acima você veja a versão R-Sport, de R$ 199.900). Mesmo assim, a diferença para o Fusion 2.0 Titanium AWD é de R$ 32.300 (ele custa R$ 137.600). O que acirra essa disputa é a lista de equipamentos. O Ford é, de longe, o sedã mais equipado do segmento, indo além do controle de cruzeiro adaptativo e do estacionamento automático. Ele também tem dez airbags (incluindo dois dianteiros de joelho e dois nos cintos traseiros laterais, exclusivos da Ford), painel parcialmente digital e ventilação nos bancos, inexistentes no XE.

Com a mesma potência, a vitória do Fusion seria fácil, se não fosse um detalhe de peso. Além de ser menor, o XE tem 75% de alumínio em sua composição e sua transmissão é mais leve que a AWD usada no Fusion. Resultado: o Jaguar é
188 kg mais leve que o Ford. E o futuro do pretérito na página anterior se dá pela perda de 6 cv na linha 2015 do Fusion, que ficou com 234 cv para atender às novas regras de emissões.

Já adianto que o desempenho na pista foi crucial para eleger o campeão entre os irmãos "de coração". O detalhe, aqui, é que há algo neste comparativo difícil de mensurar em um campo de provas.

TESTE DO PESCOÇO
Não importa que o XE seja o modelo mais barato da linha; ele ainda é um Jaguar. E o visual cada vez mais ousado dos modelos da marca caiu como uma luva no sedã, sobretudo na carroceria vermelho "Italian Racing". A traseira é menos inspirada, mas ainda assim chama a atenção. O XE é o carro que restaurantes vão querer estacionado na sua porta e que empresários e executivos desejam em sua garagem. Custando quase R$ 40.000 a menos que um XF, ele será o primeiro Jaguar para muitos consumidores abastados só se viam em modelos Audi, BMW ou Mercedes. Do outro lado está o Fusion, o mais caro sedã da Ford à venda no Brasil. A geração atual já tem três anos, mas a enorme grade do radiador cromada ainda compõe o visual ousado do mais chamativo modelo da marca. Ele se saiu bem melhor do que o antigo Taurus na tarefa de superar o estigma de uma marca generalista ao oferecer luxo equivalente ao das fábricas alemãs. Desde a sua primeira geração ele se destacou no segmento — auxiliado pela facilidade de importação de carros mexicanos — e logo se tornou a escolha número um para muitas frotas corporativas.

Na balança dos sedãs, o embate é decidido entre emoção e razão. Mas a decisão não é tão difícil quanto pode aparentar.

VIGILANTES DO PESO
É muito legal brincar com as inúmeras configurações do computador de bordo do Fusion, controlado por 45 botões espalhados no volante e no console central. A ventilação dos bancos dianteiros é muito mais útil que o aquecimento em um país tropical e o túnel central elevado não impede que três adultos viagem com conforto atrás. Mas se o dono desse Ford encontrar um XE na estrada, não adianta pisar no acelerador.

Além de ter sido 0s5 mais rápido na aceleração de 0 a 100 km/h, o XE não tem limitação eletrônica de velocidade máxima e chega aos 250 km/h, contra apenas 195 km/h do Fusion. Embora poucos dirijam a essas velocidades, toda limitação incomoda. Outro problema foi constatar como os freios do Fusion são suscetíveis ao fading. No teste, a diferença entre a melhor e a pior marcas na frenagem com o modelo carregado com 200 kg (mais o piloto) foi de 8,9m! No mesmo teste, o Jaguar registrou 1,41m. E não será só o XE que trará dor de cabeça nas viagens com o Fusion.Para quem se vale de motorista particular, o Fusion, com seu amplo espaço no banco traseiro, atende muito bem às expectativas. Para quem faz questão de sentar ao volante, o XE se sai melhor. A única semelhança entre esses dois contendores é no motor. Mas por enquanto,, já que ele será substituído futuramente na linha XE pela família de propulsores Ingenium.CONCLUSÃO
Antes de calcular a pontuação, era impossível imaginar qual carro seria o vencedor deste comparativo. E, antes de analisar a tabela de desempenho, a vitória do Fusion parecia certa, por conta de seu porte e nível de equipamentos. Mas a carroceria de alumínio do Jaguar e seus quase 200 kg menos se fizeram valer na pista, com o modelo britânico obtendo ótimos números
 
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Mitsubishi quer eX como SUV híbrido em 2017
 

 
  A Mitsubishi está preparando um SUV compacto para ser vendido nos Estados Unidos e na Europa a partir de 2017. O utilitário ainda não tem nome definido, mas será concorrente direto do Tucson, da Hyundai, e do Kia Sportage. As informações foram divulgadas pelo CEO da montadora, Osamu Masuko, em entrevista ao Automotive News, durante o Salão de Tóquio.O utilitário será vendido no mercado estadunidense com motor híbrido plug-in a gasolina e outra opção a diesel. Para o mercado europeu as motorizações não estão definidas. A Mitsubishi tem expectativa de vender 6.000 carros híbridos em 2016 nos EUA, por isso a decisão de levar o inédito SUV compacto em versão híbrida a partir de 2017.

"Estamos colocando ênfase na SUVs, pois o mercado está crescendo e nós estamos desfrutando de um bom negócio no momento", disse Masuko. O desenho do novo utilitário esportivo será baseado no conceito eX.
 

GM anuncia recall de Prisma e Cobalt, por cinto traseiro
 

A General Motors anunciou nesta sexta-feira (6) um recall dos modelos Chevrolet Prisma e o Cobalt. Os carros envolvidos foram produzidos entre julho de 2014 e outubro de 2015 e podem apresentar problemas no mecanismo do cinto de segurança esquerdo do banco traseiro, segundo comunicado da empresa.

COBALT
Ano/modelo 2015, chassis entre FB116835 e FB242265

PRISMA
Ano/modelo 2015 e 2016, chassis entre FG163302 e GG162548

Por causa do problema, o cinto pode não travar adequadamente, causando danos aos ocupantes em caso de acidentes graves. A General Motors não especificou quantos carros estão envolvidos. O telefone 0800-702-4200 pode ser usado par aagendamento, e o horário de atendimento nas autorizadas é de segunda a sexta, das 8h às 17h. O reparo dura cerca de 30 minutos.
 
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A fascinante Moto Ducati 1299 Panigale
 

  Quando lançou a 1199 Panigale, no Salão de Milão de 2011, a Ducati surpreendeu o mundo. A moto era leve, potente e esmagadoramente maravilhosa. A mais potente de todas as superesportivas do mercado na época, construída em larga escala, da marca de Bolonha, mesmo com um motor de dois cilindros em L, pela primeira vez era capaz de ser mais veloz nas retas que muitas quatro cilindros em linha. Ela tinha tantos recursos eletrônicos e versões tão exclusivas como a Superleggera, que jamais esperaríamos que a Ducati pudesse ser capaz de nos surpreender tão rapidamente com outra superesportiva.Com essa informação na cabeça, só poderíamos imaginar que a nova 1299 não ganhou apenas dois pistões maiores, com 4 mm a mais de diâmetro, e sim muito mais recursos na ciclística, o que nos possibilita ir mais rápido e com muito mais facilidade. Os números impressionam e até assustam, pois a Ducati declara para a 1299 nada menos que 205 cv a 10 500 rpm e 14,7 kgf.m a 8 750 rpm, tudo isso para um peso seco de 166,5 kg.O motor Superquadro não ganhou apenas pistões 4 mm maiores. Agora, os pistões correm em camisas de aço em vez de correr em cilindros 100% de alumínio. Isso foi necessário, pois o alumínio não ficaria com uma espessura tolerável em relação à parte externa, já que os pistões são maiores e a largura do motor, não.

São 10% a mais de torque e 10 cv a mais que a 1199. Como um ser humano normal ou um piloto de final de semana poderia domar tanta potência e tanta força sem que a moto seja extremante equilibrada e venha com recursos eletrônicos para manter a roda dianteira no chão?Outra grande novidade é a adoção de um pedal de câmbio com quick-shifter reversível, que nos possibilita esquecer do manete de embreagem também nas reduções. O controle de tração, o freio motor eletrônico e o sistema antiempinada são automaticamente recalibrados conforme a mudança do perímetro do pneu e da relação de transmissão final.

Visualmente pouca coisa mudou, apenas um vero ducatista consegue enxergar de imediato que a frente está ligeiramente mais larga, que a bolha protege mais que as entradas de ar, ao lado dos faróis, estão maiores e que a rabeta recebeu novo desenho. A versão S ganhou botões extras para um set-up mais rápido do DTC, DWC e EBC.

Essa sopa de letrinhas significa Ducati Traction Control, Ducati Wheelie Control e Engine Brake Control e tudo pode ser calibrado em oito níveis diferentes de acordo com a necessidade do piloto. Com um olhar mais clínico percebemos também que as ponteiras de escape estão diferentes e que a espessura dos tubos das curvas é mais grossa.Frente às atuais concorrentes, uma legítima Panigale também não poderia deixar de contar com quick-shifter bidirecional e ABS Race. O caráter do motor L2 sempre foi de extremo torque em baixos giros, mas fico sem palavras para comentar sobre a estupidez desse da 1299. Como ela seria com seus 14,7 kg de torque a 8 750 rpm se não tivesse um sistema antiempinada? Agora, pode vir as quatro cilindros em linha na reta, que ela fica na vácuo!

YOUTUBE: https://youtu.be/aNXR009MzBw
 
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A nova BMW F 800R, agora mais estável. Prelo R$ 37 900
 

 

  A palavra que resumia uma F 800 R sempre foi: gostosa. Nada muito mais do que isso. Uma moto naked, com assento baixo e que, ao menos no primeiro mundo, nasceu com a proposta de ser uma moto urbana, para ser utilizada diariamente dentro da cidade ou na estrada, mas em trechos curtos. Com banco baixo e superfácil de pilotar, logo conquistou a o público feminino. Aqui no Brasil, ela se tornou uma espécie de degrau para muitos que um dia pretendiam domar a fúria de uma moto maior da marca. Muitos se viam conscientemente obrigados a fazer um estágio com ela antes de encarar uma K 1300 R, por exemplo.Antes de começar a dizer o que mudou na nova versão 2015, temos que contar uma pequena história. Apesar de ser equipada com o mesmo motor da F 800 GS, ela nasceu antes da trail, ou pelo menos se originou lá atrás, quando lançaram a F 800 S. Lembra? Uma bonita, esportiva, semicarenada, equipada com motor bicilíndrico em paralelo, fabricado pela austríaca Rotax, e que gerava uma potência de 85 cv. Eu me lembro de ter ido ao lançamento da F 800 S em 2006 e depois que eu cheguei do teste dinâmico, realizado em uma estrada, a equipe da BMW veio me perguntar o que eu tinha achada da moto. Causei!Talvez tenha sido o único jornalista do evento que tinha achado a moto bonita e confortável, porém fraca. Até o diretor da BMW do Brasil me chamou de canto, para eu me explicar melhor. Eu fui taxativo ao dizer que a moto era boa de ciclística, mas que eu esperava mais de uma 800 cm³. Cheguei a comentar que muito provavelmente essa sensação de moto fraca vinha da transmissão final por correia dentada.

Eu disse que uma “esportiva” com correia dentada não era o máximo e que talvez, se a F 800 S tivesse corrente, coroa e pinhão talvez a sensação de “pegada” fosse melhor. Bingo! Depois dela veio as F 650 GS bicilíndrica, a F 800 GS e a F 800 R, todas com sistema de transmissão final tipo corrente, coroa e pinhão. Cada uma com uma potência declarada diferente, o que variava era o acerto da injeção e comandos de válvulas. Não preciso dizer que, hoje, uma BMW, da série F, seja lá qual for o modelo, tem um motor muito gostoso, bem “torcudo”, com a terceira marcha bem forte e elástica.Voltando à nossa protagonista, este mês, a escolhida do nosso eclético roteiro do Superteste, foi a nova F 800 R. Adivinha o que melhoraram nela? Além do visual mais atualizado, que traz novas entradas de ar e um único farol triangular, agora temos muito mais sensibilidade e confiança nos freios e, em curvas bem inclinadas, ela está muito mais firme. Mérito das novas pinças de freios com encaixe radial e da nova suspensão dianteira invertida.A nova F 800 R é realmente nova, melhorou muito e as poucas mudanças fizeram enorme diferença. O banco está mais baixo (exatamente 1 cm), as pedaleiras estão ligeiramente mais à frente e mais baixas e o novo guidão agora está mais próximo do piloto, pois está fixado sobre novas e bonitas abraçadeiras, mais altas.O ABS de dois canais também trabalha melhor que os antigos, principalmente na dianteira, mas o pedal do freio traseiro ainda vibra muito e sofre com as imperfeições do asfalto. Com as novas pinças de freios radiais, fazemos bem menos força no manete, conseguimos modular melhor o controle da frenagem e controlamos com mais facilidade o espaço de parada.
 

 

As novas bengalas invertidas oferecem melhor apoio à roda dianteira. Agora percebemos uma frente mais firme, mais bem apoiada e o resultado é um conjunto muito mais equilibrado. Perdeu um pouco de maciez, principalmente na buraqueira da cidade, mas em compensação ganhou muito mais estabilidade em alta velocidade. Se elas tivessem regulagens, poderíamos amolecer para a cidade e endurecer para a serra cheia de curvas, mas elas não permitem ajustes como ocorre com o amortecedor traseiro.

Mais uma vez me sinto na obrigação de enaltecer o casamento dos pneus com as novas suspensões. Com curso de 125 mm tanto na dianteira como na traseira, é quase impossível raspar as pedaleiras no chão, mesmo com um piloto de 90 kg no comando.A nova F 800 R está com um ajuste invejável de chassi. Agora ela não chacoalha mais e percorre curvas quase como uma superesportiva. Todavia, acreditamos que a maioria dos clientes de F 800 R está mais preocupada com a economia e o desempenho do motor e nisso, essa moto dá aula de efi ciência. Esta nova versão recebeu outra relação de câmbio para a primeira e a segunda marchas e ainda ganhou três cavalinhos a mais.A BMW tabelou o preço da nova F 800 R em R$ 37 900. Um preço muito interessante pelo pacote de equipamentos que ela possui. Resumidamente alteraram o visual sem que ela perdesse a identidade e ainda deram a ela muito mais equilíbrio, principalmente em curvas. Quanto ao novo farol, ainda temos que nos acostumar com ele. Uns gostaram, outros nem tanto. Mas temos certeza que no geral ela evoluiu na medida certa. Recebeu somente o que precisava, sem exageros. Agora além de gostosa está também mais bonita e mais estável.

 
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Lamborghini deve ter surpresa para 2016
 

Marca prepara superesportivo, a ser lançado no Salão de Genebra, com preço acima dos R$ 4 milhões
Surpresa, surpresa. O próximo supercarro da Lamborghini será produzido em escala muito limitada. Quem diria?

Brincadeira à parte, é apenas a Lamborghini sendo Lamborghini. A marca italiana é especialista em fazer carros em pequenas quantidades, para valorizá-los e garantir exclusividade a seus compradores. Foi assim com o Veneno, o Sesto Elemento e o Egoista (da foto acima), por exemplo.

O modelo terá apenas 20 unidades produzidas, e preço na casa de 1,2 milhão de dólares (mais de R$ 4 milhões). Se confirmado, o modelo deverá ser mais exclusivo que McLaren P1, LaFerrari e Porsche 918.

Aparentemente, a Lamborghini fez uma apresentação virtual do carro (em forma holográfica) no encontro de Pebble Beach, ocorrido estes mês, na Califórnia.

O superesportivo é esperado para o Salão de Genebra, na Suíça, no primeiro semestre do ano que vem.
 
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O que mata mais? Precisamos humanizar a fiscalização de trânsito
 
 
 
  Neste último fim de semana nós brasileiros aproveitamos o feriado prolongado para pegar a estrada e visitar a família, curtir a praia ou o campo, ou simplesmente conhecer um novo destino. Quem viaja com frequência e já tem alguma quilometragem de estradas sabe que nessas datas é preciso retomar os cuidados ao volante. As estradas estão mais cheias e há todo tipo de motorista dividindo aquele pedaço de asfalto que liga uma cidade a outra — gente prudente, gente apressada, gente irresponsável e até gente que detesta dirigir e gente sem habilitação. Parece o cenário perfeito para o caos motorizado, não?

Pois é mesmo, de certa forma. A Polícia Rodoviária Federal procurou cumprir sua função e preparou uma operação intensiva para fiscalizar e garantir a segurança pública nas estradas. A chamada Operação Finados durou três dias — começando sexta-feira (30) às 23:59 e se estendendo até as 23:59 da segunda-feira (2) — e nesta última terça-feira (3) divulgou o balanço do feriado nas rodovias federais. Foram 1.141 acidentes que resultaram em 1.066 pessoas feridas e 84 mortes. Não houve comparação com o ano passado, pois o feriado aconteceu em um domingo — o que, na prática, o tornou um fim de semana comum.

Eu, Leo, estava entre os motoristas que pegaram a estrada nesse feriado. Foi uma viagem curta, coisa de 500 km, mas como vocês bem sabem, essas viagens sempre permitem um momento mais introspectivo, no qual você pensa calmamente em assuntos diversos. Em um desses momentos eu passei por um radar perdido no meio do nada, longe de cidades e em um trecho reto em declive. Foi esse declive acentuado que levou as autoridades de trânsito, no caso o Departamento de Estradas de Rodagem de SP, a instalar um radar.

Mas o radar não era sinalizado. Ele ficava dentro da distância máxima para a placa de limite de velocidade, sem nenhuma luz ou qualquer outro objeto que permitisse identificá-lo. Foi quando comecei a pensar na verdadeira função daquele radar.

A engenharia de tráfego preza que, quando há a necessidade de uma redução de velocidade que não possa ser percebida naturalmente pelo motorista, devem ser adotados elementos viários para que ele perceba ou para que ele adote velocidade compatível. Essa é a função das lombadas (sejam físicas ou eletrônicas) e outros elementos redutores de velocidade em curvas acentuadas, arredores de escolas etc. Você está rápido, reduz a velocidade, garante a segurança e vai embora.

Mas aquele radar não tinha essa função. Ele era pouco visível durante o dia e invisível à noite. Ao passar por ele em uma velocidade inadequada para aquele trecho, o motorista é punido dali a 30, 40 dias, mas só isso.

Esse motorista em velocidade excessiva continuou sendo um elemento de risco, com um comportamento de risco naquele trecho. Ele não reduziu a velocidade pois não viu o radar, logo, o radar não serviu como redutor de velocidade. E se não causou a redução de velocidade, não garantiu a segurança desejada pelas autoridades. Sendo assim, aquele radar não é um instrumento de segurança viária. Ele é uma máquina de multar motoristas que passam por ele a 118 km/h ou mais. Uma fiscalização burra, portanto. Afinal, segundo a rigidez da programação eletrônica, um motorista a 116 km/h não é perigoso, mas um motorista a 118 km/h é. Da mesma forma um caminhão bitrem a 115 km/h nesse declive acentuado não seria perigoso, mas um Volkswagen up! a 120 km/h sim.

O que mata mais?

Este foi mais um exemplo para corroborar nossos argumentos já mencionados aqui no FlatOut, de que a fiscalização de trânsito no Brasil é ineficaz para disciplinar motoristas e evitar mortes e acidentes. Atualmente, ela se concentra intensamente no “excesso” de velocidade — um conceito vago e que, por isso preferimos chamar de “velocidade inadequada” aqui no FlatOut. Prova disso é a adoção crescente de radares e dispositivos semelhantes pelas três esferas do poder público. Hoje nenhum prefeito, nenhum governador, nenhum secretário e nenhum ministro fala em trânsito sem relacionar reduções de limites de velocidade a supostas reduções de mortalidade e prometer aumento da fiscalização de velocidade como se estes fossem os dois únicos fatores variáveis no trânsito.
Na verdade, a velocidade inadequada (ou excesso de velocidade) não é sequer a maior causa de acidentes fatais no trânsito brasileiro. Ao menos é o que dizem os relatórios produzidos por órgãos oficiais, como a CET de São Paulo ou a Polícia Rodoviária Federal. Na capital paulista, a maior causa de mortes no trânsito são os atropelamentos, enquanto nas rodovias federais, são as colisões frontais.

E aqui voltamos àquela operação da PRF citada nos primeiros parágrafos deste texto: a Polícia Rodoviária Federal sabe que a principal causa dos acidentes fatais são as colisões frontais e também sabe que elas são causadas por ultrapassagens proibidas/forçadas. Na verdade, isso é tão notório que há exatamente um ano, em novembro de 2014, o Congresso aprovou a lei que prevê punições mais severas para motoristas que fazem ultrapassagens forçadas, com multa de quase R$ 2.000 e suspensão da CNH por 12 meses.

Ao chegar em casa depois do feriado, topei com uma publicação da PRF/SC no Facebook que fazia o balanço da Operação Finados naquele estado: 13 mortes nas rodovias federais. Como os acidentes foram causados? Todos, sem exceção, por colisão frontal decorrente de ultrapassagens proibidas.
A infração “infiscalizável”

Sim, você poderia argumentar que os motoristas estão rápidos demais, mas estes 45 mil motoristas não reduziram a velocidade onde era necessário reduzir e mesmo assim houve “somente” 1.141 acidentes em todo o Brasil. Mas o que interessa nessa estatística é o que não foi evidenciado pela polícia e por nenhum veículo de comunicação: a fiscalização de ultrapassagens proibidas. Claro, é impossível controlar cada trecho de faixa contínua das rodovias federais, mas as autoridades trabalham com estatísticas, eles sabem onde estão os pontos críticos.
Antes de seguir é importante dizer que esta não é uma crítica direcionada à instituição Polícia Rodoviária Federal, mas sim um exemplo de como as autoridades brasileiras — aquelas que estão acima dos agentes e que raramente pisam no asfalto das ruas e rodovias do país — encaram a fiscalização de trânsito. Atualmente, a única forma de punir um motorista por ultrapassagem irregular é flagrando o ato — é permitido que eles sejam fiscalizados por câmera de monitoramento, mas de forma diferente da fiscalização dos motoristas que furam pedágios ou caminhoneiros que passam direto por balanças e postos fiscais. Sem a presença de um agente de trânsito no local ou diante do monitor da câmera, um motorista que força uma ultrapassagem continuará impune até ter o “azar” de topar com a fiscalização ou, na pior das hipóteses, sofrer um acidente.

Além disso, o ostensivo para realizar estas fiscalizações é insuficiente. As equipes de cada posto policial são pequenas e os recursos são limitados. E aqui chegamos a outro “paradoxo” da fiscalização de trânsito brasileira: o dinheiro arrecadado com infrações de trânsito pode ser destinado unicamente a ações e programas educativos para o trânsito ou… mais fiscalização. Mas, na prática, esse aumento da fiscalização está se resumindo a mais radares de velocidade, que não têm mostrado resultado prático em termos gerais, como mostram as estatísticas de mortes no trânsito brasileiro nos últimos anos: foram 35.000 mortes em 2004 e 52.000 em 2014 — número que nos coloca no quarto lugar do ranking mundial de mortes no trânsito.

Fiscalização humanizada

No fim das contas, o que pretendemos com todos estes dados é mostrar que a fiscalização de trânsito parece estar concentrada nas causas erradas. Não há fiscalização para coibir um motorista “costureiro”, como o Jeep Grand Cherokee que me passou pela direita quando eu cedia passagem para o cara de trás e poderia ter causado um grave acidente, caso eu não tivesse um mínimo de experiência com esses caras. Não há fiscalização para coibir um cara como esse caminhoneiro:
A insistência no “excesso” de velocidade só está produzindo estatísticas irreais, avolumadas por infrações em que o excesso é o menor possível — aquelas multas de 67 km/h em locais com limite de 60 km/h ou as multas de 119 km/h em locais com limite de 110 km/h. A fiscalização com agentes à vista patrulhando um trecho perigoso é mais eficaz que qualquer radar ou máquina programada para multar. É só ver a reação dos motoristas ao avistar uma viatura parada no acostamento ou circulando em meio aos demais carros. Além disso, há o fator constrangimento: uma bronca bem dada por um policial tem efeito mais educativo que o de uma multa. Quando comecei a dirigir e ainda era um motorista desmiolado como quase todos somos aos 20 anos, eu tinha por hábito entrar em uma determinada rua sem frear para embalar a subida… até o dia em que um agente me parou e perguntou se eu não havia visto a pré-escola que havia naquela rua. Lição aprendida e lembrada até hoje.

Recentemente tem se falado muito em humanizar o trânsito, nós achamos que é preciso humanizar a fiscalização. Precisamos deixar de lado o pensamento automático e colocar a capacidade humana de julgamento, de raciocínio e de tomar decisões a serviço da segurança do trânsito. É cômodo (e rentável) colocar máquinas para cuidar do trânsito, mas fazer isso é como colocar uma máquina para cuidar de doentes, de bebês ou de qualquer outra condição humana que requer cuidados especiais. Quando as máquinas substituem os cuidados humanos o resultado não pode ser diferente do caos violento do trânsito brasileiro.Fonte: Carplace
 
 
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Jeep Renegade lidera segmento em outubro; diesel responde por 24% das vendas
 

 
  Lançado em março deste ano, o Jeep Renegade encerrou o mês de outubro com a marca de 5.623 unidades emplacadas no país e assumiu pela primeira vez a liderança do segmento de SUVs compactos. Pelo segundo mês, a Jeep foi a nona marca no ranking de automóveis e comerciais leves, com 3,1% de participação.

Único SUV a figurar entre os 10 automóveis mais vendidos, nas vendas acumuladas o modelo que é produzido em Pernambuco já se aproxima dos seus principais rivais, apesar de ter sido lançado depois.
“De cada 100 carros hoje vendidos no país, três são Renegade. De cada 100 SUVs vendidos, 20 são Renegade. De cada 100 SUVs compactos que ganham as ruas, 30 são Renegade”, ilustra Sérgio Ferreira, diretor-geral da Chrysler Brasil e da Jeep para a América Latina.

Diesel

Opção inédita no segmento, as versões equipadas com motor diesel continuam ganhando espaço nas vendas. No mês passado, foram emplacadas 1.380 unidades com esta motorização – 24,6% do total (22,4% em setembro).
Atualmente, a Jeep possui 165 pontos de venda no país, número que deve chegar a 200 até o fim do ano, de acordo com o planejamento estratégico da marca.
 
 
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Toyota afirma: novas Hilux e SW4 andam como carro de passeio
 

 
  Nova Hilux em estreia no Salão da Indonésia: novo estilo para seguir referência
A Toyota começa a apresentar, nesta quinta e sexta-feira (5 e 6), em Mendoza (Argentina), a nova geração da picape Hilux para o mercado brasileiro. Fabricada desde outubro em Zárate (a 90 quilômetros de Buenos Aires), o modelo só deve ter sua operação de entrega às lojas nacionais coloca em carga plena em janeiro. Preços e especificações somente serão divulgados no decorrer desses dois dias, mas UOL Carros adianta, do Japão, a principal característica do novo modelo: andar suave como carro de passeio.

Mudanças de plataforma e acabamento, mas principalmente de motor (sobretudo a unidade a diesel), câmbio e suspensão são responsáveis pela mudança de hábito tanto da Hilux, quanto do SUV derivado SW4, que agora tem visual divergente em relação à picape e será apresentado ao brasileiro ao longo de 2016. Ambos foram desenvolvidos pela equipe da Toyota da Austrália/Ásia (Tailândia e Indonésia) e lançados globalmente no começo deste segundo semestre.

"Nossa principal preocupação no desenvolvimento da nova geração da Hilux, como também do novo SW4, foi como melhorar a dirigibilidade e a sensação de conforto a bordo da cabine", explicou Hiromi Nakajima, gerente de produto da Toyota, em entrevista exclusiva durante evento paralelo ao Salão de Tóquio. "Conseguimos deixar o motor [a diesel] mais suave e reduzir a sensação de que o conjunto está batendo, aquele ruído perceptível mesmo em baixas rotações", completou.

Esta sensação contribui, ao longo de uma viagem, para maior cansaço do motorista. É também um dos pontos baixos de picapes e SUV montados sobre chassis, que cada vez mais perdem espaço para modelos monobloco. O ponto da discórdia foi sempre a falta de capacidade de carga dos últimos, mas os números de vendas têm provado que -- tirando empresas da conta -- cada vez menos consumidores ligam para força no reboque ou no uso de tração em trilhas (o número esbarra em 98%).Hilux fica mais arrojada, mas principais mudanças são de tecnologia e conforto
Melhorou... no Land Cruiser

No test-drive rápido nas instalações da Toyota em Fuji para testar as modificações de trem-de-força e itens de conforto que estarão presentes na nova Hilux. O teste, porém, foi feito a bordo do utilitário Land Cruiser -- a Hilux não é vendida no Japão, daí o uso de um modelo fabricado sobre a mesma plataforma.

Descontadas as diferenças entre o SUV e um modelo com caçamba, foi possível notar uma boa qualidade de vida na cabine. A percepção de ruído foi extremamente baixa -- alguém desavisado pensaria que o veículo estava desligado --, enquanto a Toyota fala em redução de 3 decibeis. O Land Cruiser também se portou de modo nada chocalhante.

De acordo com os engenheiros da marca, além de mudança no conjunto de suspensão e reforço do subchassis, a nova família de motores GD é responsável pelo comportamento. Com quatro cilindros, o novo motor turbodiesel tem 2,8 litros contra os 3 litros da geração atual, conseguindo além da redução de consumo típica do downsizing (redução do volume do motor, sem perda de potência e força), baixar consideravelmente o nível de emissão de particulados NOx (termo que ficou em voga com o escândalo da Volkswagen).

Com 177 cavalos de potência e 45,9 kgfm de torque (entre 1.600 e 2.400 giros), o novo motor também é mais suave e conversa melhor com a caixa de seis marchas (automática no Land Cruise testado). Resta saber se isso será repetido pela Hilux e pelo SW4 que serão vendidos no Brasil.
 
 
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Carro elétrico se livra do Imposto de Importação a partir desta terça
 

 
  BMW i3 é primeiro elétrico à venda no varejo, e atualmente custa R$ 209.950
A partir desta terça-feira (27), veículos de propulsão elétrica ou movidos a hidrogênio (tecnologia também conhecida como célula de combustível) não pagarão mais o chamado Imposto de Importação, alíquota de 35% cobrada para a entrada de automóveis importados no Brasil.

A medida seria publicada no Diário Oficial da União nesta terça. Ela tem vigência imediata, o que significa que as próximas unidades faturadas, de qualquer modelo que se encaixe nas características acima descritas, já se beneficiarão da isenção.

Nissan aguardava incentivos do governo para definir produção do hatch elétrico Leaf em Resende (RJ); falta agora ver se preço do dólar permitirá venda a preço competitivo
Com o anúncio, a Anfavea (associação dos fabricantes) espera que o mercado nacional atinja em 2015, pela primeira vez, volume de 1.000 veículos com matriz energética alternativa emplacados em um só ano.
Segundo a resolução 97/2015 da Camex (Câmara de Comércio Exterior), órgão do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, serão contemplados com isenção total do II automóveis montados, semidesmontados (apenas com a carroceria pronta) e totalmente desmontados, o que também facilitará a produção local desses carros em sistema CKD (as peças chegam prontas e separadas do exterior).

A exigência é que o motor elétrico forneça autonomia mínima de 80 quilômetros, algo que praticamente todos os elétricos comercializados no mundo conseguem cumprir.

Atualmente, o único carro 100% elétrico vendido no varejo por aqui é o BMW i3, que parte de R$ 209.950. Em nota, a fabricante alemã afirmou ter "recebido a notícia de maneira muito positiva", mas adiantou que ainda está "avaliando os impactos da medida para a estratégia de negócios do i3". A intenção da marca, aliás, é fabricá-lo em Araquari (SC) entre 2017 e 2018, caso os incentivos permitam.

Outro elétrico que está perto do país é o Nissan Leaf, que já roda por aqui, por contrato de comodato, em frotas de táxis. A nossa reportagem, executivos da marca japonesa admitiram que a isenção do II representaria um grande avanço para a produção nacional do hatchback. "O preço precisa ser atrativo. Vamos seguir fazendo as contas", disse João Veloso Jr., diretor de comunicação da companhia.Extensão para híbridos
Na mesma resolução a Camex estendeu o escopo de automóveis híbridos (com recarga externa ou não) contemplados com redução no Imposto de Importação. Desde outubro do ano passado, modelos com capacidade para levar até seis passageiros e munidos de motor a combustão entre 1 e 3 litros podem ter isenção total ou pagar tributação de 2% a 7%, de acordo com o nível de eficiência energética. Confira na tabela:

Automóvel desmontado; consumo de 0,01 MJ/km a 1,68 MJ/km: 0%
Automóvel semidesmontado; consumo de 0,01 MJ/km a 1,10 MJ/km: 0%
Automóvel montado; consumo de 0,01 a 1,10 MJ/km: 2%
Automóvel semidesmontado; consumo de 1,10 a 1,68 MJ/km: 2%
Automóvel desmontado; consumo de 1,68 a 2,07 MJ/km: 2%
Automóvel montado; consumo de 1,10 a 1,68 MJ/km: 4%
Automóvel desmontado; consumo de 1,68 a 2,07 MJ/km: 5%
Automóvel montado; consumo de 1,68 a 2,07 MJ/km: 7%

Por ela, é possível perceber que a resolução também visa a estimular a montagem local de híbridos, o que explica o interesse da Toyota em fazer no Brasil a nova geração do Prius, a partir de 2018. Além dele, são comercializados aqui os seguintes híbridos: Fusion Hybrid, Toyota Prius, Lexus CT200h e Outlander PHEV.

 
 
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Moto das celebridades de Hollywood, Bonneville muda por completo
 

 
  Favorita de astros como Tom Cruise e George Clooney, motocicleta clássica da Triumph ganha nova geração com motores mais potentes e modernos - estreia no Brasil ocorre em abril.Seja caçando dinossauros no filme Jurassic World ou sendo pilotada por Tom Cruise na ficção No Limite do Amanhã, a Triumph Bonneville é uma referência cultural há tanto tempo que muitas vezes não percebemos que a conhecemos. A moto britânica mais famosa da história já está há quase 60 anos no imaginário popular, seja como a moto de astros como Marlon Brando ou Steve McQueen – e mesmo agora quando vemos George Clooney pilotando um exemplar em suas costumeiras viagens.

Moto que definiu um estilo clássico e outras subdivisões como Cafe Racer e Scrambler, a Bonneville teve sua primeira edição produzida em 1959 e ganhou esse nome em homenagem ao recorde de velocidade obtido por um protótipo da marca três anos antes no deserto de sal do mesmo nome nos Estados Unidos.

Suas linhas carismáticas e despojadas atravessaram décadas, carreira só interrompida quando a Triumph original fechou suas portas por um curto período de tempo.

Renascida nos anos 90, logo os novos donos da Triumph perceberam que tinha um tesouro inestimável em seu portfólio que, embora tenha sido ampliado e ganhado volume com motos como a Tiger ou esportiva 675, mexia com a emoção de muita gente fã do visual retrô da Bonneville.

E tem sido assim desde 2009 quando a atual Bonneville foi lançada. No entanto, tudo mudará em 2016 com a chegada da nova geração da moto, cujo lançamento mundial .Mais torque e potência

Foram quatro anos de desenvolvimento e o desafio de recriar um mito adicionando a ele itens modernos, mas sem deixar a tradição para trás. A nova Bonneville preserva o ar que a consagrou, mas acrescenta novidades que devem ampliar seu público.

São três versões além de duas outras derivações. A clássica T120 Bonneville, por exemplo, ganhou a companhia da T120 Black, com visual mais discreto comparado aos cromados da primeira. Já a potente e intimidadora Thruxton tem a companhia da versão mais esportiva ‘R’. Mas a surpresa da linha é mesmo a Street Twin, uma versão mais despojada voltada para um público jovem que buscava algo menos retrô que a Bonneville: “esse cliente costumava comprar a Bonneville, mas fazia customizações para deixá-la com um ar mais moderno”, explica Fernando File, gerente de marketing da Triumph do Brasil.

Embora sejam parte da mesma família, as três motos têm diferenciais importantes. A Street Twin está equipada com um motor de 900 cc que privilegia o torque e agilidade. A Bonneville, por sua vez, ganhou um novo motor de 1.200 cc com 54% a mais de torque enquanto a Thruxton usa uma versão desse motor que privilegia a potência pura.


Em comum, os três motores passam a ter refrigeração a água, encerrando uma tradição de motores a ar desde seu nascimento. Ciente disso, a Triumph optou por manter alguns adereços típicos de motos com esse tipo de motor para manter a ligação com o passado.

O visual clássico não impede que a nova Bonneville e suas irmãs passem a contar de série com recursos tecnológicos como controle de tração, ‘Ride by Wire’ e freios a disco avançados. Na Bonneville, o modo de pilotagem pode ser escolhido entre Sport e Road enquanto a Thruxton oferece ainda o modo Rain (chuva).A Triumph não se limitou a explorar algumas possibilidades de estilo na Bonneville. A fabricante britânica percebeu também que a tendência natural de seus clientes é de personalizar suas motos e decidiu explorar esse nicho. Toda a nova geração da Bonneville passará a ter até 470 opções de customização em seus concessionários. São os chamados “Aspirational Packs”, ou kits aspiracionais, que podem transformá-las em modelos ‘cafe racer’ ou Scrambler, além de diversos opcionais para que cada moto saia da loja com uma personalidade própria. Segundo File, esses acessórios podem acrescentar cerca de 20% ao preço final da moto, equivalente ao que os clientes gastariam em personalizações com terceiros.A Triumph confirmou para abril de 2016 o primeiro lançamento da nova geração da motocicleta. Nesse mês chegará à rede a Street Twin, principal aposta em termos de volume. Em junho será a vez da Bonneville T120 e em agosto a Thruxton R – a versão normal não será vendida em nosso mercado, a princípio.

A marca não quis antecipar os preços, mas estima que a Street Twin terá preços semelhantes aos da atual Bonneville, por exemplo. A expectativa é que a participação da ‘familia’ aumente de 12% para 20% no Brasil – todas elas serão montadas em sua fábrica de Manaus em regime de CKD. Se os planos derem certo, não só Tom Cruise aparecerá andando de Bonneville por aí.
 
 
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Carros elétricos devem ser mais comuns no Brasil com isenção.
 

 
  Isenção de alíquota de 35% deve reduzir preços significativamente; híbridos, dependendo da tecnologia, podem pagar até 7%.
Os automóveis movidos somente a eletricidade ou hidrogênio (célula de combustível) passam a ser isentos de Imposto de Importação no Brasil. A nova medida publicada no Diário Oficial da União pela Câmara de Comércio Exterior (Camex) e já está está em vigor no país. Anteriormente, os importadores desses veículos pagavam alíquota de 35 por cento.

De acordo com a Camex, a medida quer fazer com que esse tipo de veículo se torne mais acessível a uma parcela maior de consumidores. Para receber o benefício, os automóveis devem apresentar autonomia de pelo menos 80 quilômetros com apenas uma carga. Além disso, apenas unidades importadas, desmontadas ou semidesmontadas serão isentadas do imposto.

O órgão anunciou ainda um incentivo para algumas categorias de carros híbridos plug-in, que apresentam tecnologia de recarga externa, com capacidade para até seis ocupantes e motor a combustão de até 3.0 litros. Atualmente, esses veículos pagam carga tributária de importação de 35 por cento. Atualmente, há apenas um carro elétrico à venda no Brasil, o BMW i3, que custa algo em torno de R$ 230 mil. Já entre os híbridos, há o Ford Fusion Hybrid, Toyota Prius, Lexus CT 200h, Mitsubishi Outlander PHEV e BMW i8, com preços que variam de R$ 116 mil a R$ 800 mil. Aproveitando o anúncio do governo, a Kia decidiu trazer ao país a versão elétrica do Soul, a EV. Ainda não há, no entanto, estimativa quanto à redução dos preços desses modelos.
Sem benefícios. A mudança de postura do governo brasileiro, embora elogiável, ainda está aquém da estratégia de outros países a respeito dos carros ditos ecológicos. Em lugares como os Estados Unidos e alguns países da Europa, os carros elétricos e híbridos, além de não pagarem impostos de importação pesados ainda recebem benefícios que reduzem significativamente seus preços, de forma a estimular sua aquisição em preços competitivos ao de automóveis convencionais.

Ainda assim, a isenção de impostos pode estimular a venda no país de modelos como o Nissan Leaf, Chevrolet Volt e até os famosos veículos da americana Tesla, considerados os mais eficientes nesse sentido.
Sem benefícios

A mudança de postura do governo brasileiro, embora elogiável, ainda está aquém da estratégia de outros países a respeito dos carros ditos ecológicos. Em lugares como os Estados Unidos e alguns países da Europa, os carros elétricos e híbridos, além de não pagarem impostos de importação pesados ainda recebem benefícios que reduzem significativamente seus preços, de forma a estimular sua aquisição em preços competitivos ao de automóveis convencionais.

Ainda assim, a isenção de impostos pode estimular a venda no país de modelos como o Nissan Leaf, Chevrolet Volt e até os famosos veículos da americana Tesla, considerados os mais eficientes nesse sentido.
 
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Mercedes-Benz SLK 300 começa a ser vendido por R$ 254,9 mil
 

 
  Nova versão do roadster da Mercedes substituir o SLK 250.Para ocupar o lugar do SLK 250, a Mercedes-Benz anunciou a chegada do SLK 300, que se diferencia por oferecer um motor mais potente e câmbio automático de nove velocidades. O novo roadster começa a ser vendido no mercado nacional em novembro, com preço sugerido de R$ 254,9 mil.

O Mercedes-Benz SLK 300 é equipado com um motor 2.0 litros turbo, que desenvolve 245 cavalos, a 5.500 rpm, e 37,7 kgfm de torque, entre 1.300 e 4.000 rpm, o que representa um aumento de 41 cv e 6,1 kgfm em relação a versão anterior. Já o câmbio 9G-Tronic é inédito em um modelo da marca por aqui, com direito a três modos: Economic, Sport e Manual. Há ainda o sistema start/stop.

Esse conjunto, segundo dados da Mercedes, é capaz de levar o automóvel de 0 a 100 km/h em 5,8 segundos e alcançar velocidade máxima de 250 km/h, limitada eletronicamente. O roadster é equipado com um teto retrátil do tipo panorâmico, que pode ser aberto e fechado em 20 segundos.

Nos equipamentos de série, a nova versão do SLK oferece quatro airbags, faróis bi xenônio com LEDs diurnos, assistente de estacionamento, alerta de sonolência, bancos dianteiros com ajustes elétricos e memórias, ar-condicionado digital de duas zonas, sistema multimídia Comand Online com tela de 7 polegadas, navegador GPS e DVD, entre outros.
 
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Veículos mais vendidos - outubro de 2015
 

 
  eículos mais vendidos - outubro de 2015


Pos. Modelo Vendas


1º CHEVROLET ONIX 10.212
2º HYUNDAI HB20 8.889
3º FIAT PALIO 8.761
4º FORD KA 7.486
5º FIAT STRADA 7.116
6º RENAULT SANDERO 6.369
7º TOYOTA COROLLA 5.775
8º FIAT UNO 5.775
9º VOLKSWAGEN FOX 5.749
10º HONDA HR-V 5.747

 
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Kawasaki faz estreia mundial de nova geração da Ninja ZX-10R no Brasil
 

 
  Esportiva tem motor de 4 cilindros com 200 cavalos de potência.
Moto chega ao Brasil em meados de 2016, montada em Manaus.A Kawasaki revelou a nova Ninja ZX-10R no Salão Duas Rodas, nesta quinta-feira (8), em São Paulo. Esta foi a estreia mundial da nova geração do modelo, apresentado simultaneamente em Barcelona. Além de alterações no visual, o motor foi renovado e agora atinge 200 cavalos a 13.000 rpm - elevados a 210 com a indução de ar.

As vendas na Europa começam no início do próximo mês, enquanto o Brasil deve levar mais tempo para recebê-la.
A previsão de chegada ao Brasil é para meados de 2016, com a montagem sendo montada em Manaus.
De acordo com a empresa, o motor de 4 cilindros e 998 cc foi retrabalhado internamente, ganhando novo virabrequim, pistões mais curtos e válvulas de escape maiores.
Seu torque é de 11,6 kgfm a 11.500 rpm.
Outras novidades estão no chassi, mais leve, com a moto alcançando peso total de 206 kg.
Além da nova ZX-10R, a Kawasaki também mostra na feira, pela primeira vez no Brasil, a H2R, modelo de pista com 316 cavalos de potência.
 
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Triumph Bonneville 2016 muda de geração com 2 novos motores
 

 
  Linha composta de 5 modelos chega ao Brasil em 2016.
Street Twin tem moto de 900 cc; T120 e Thruxton utilizam um de 1.200 cc.A Triumph revelou nesta quarta-feira (28) a nova geração da Bonneville, que ganha novos modelos e 2 motores inéditos. Os modelos vão chegar ao Brasil em 2016, como confirmou o colunista do G1, Roberto Agresti, em sua coluna Triumph responde à Ducati Scrambler com nova geração da Bonneville
De acordo com a empresa, a linha foi 100% renovada e agora é composta por 5 modelos: Bonneville T120, Bonneville T120 Black Edition, Street Twin, Thruxton 1200 e Thruxton 1200 R.

Uma das principais novidades é a inédita Street Twin, que passa a ser o modelo de entrada da família e será a mais acessível. Será a primeira a chegar ao país, ainda sem preço definido, em janeiro. Seu estilo mira diretamente a Ducati Scrambler, que acaba de ser lançada no mercado brasileiro.A Street Twin possui novo motor de 2 cilindros e 900 cc, que rende 8,15 kgfm de torque a 3.200 rpm, 18% acima da geração anterior, afirma a fabricante britânica. Nesta geração, o antigo sistema de refrigeração a ar foi aposentado, dando lugar a um dispositivo líquido.

Para T120 e Thruxton, foi criado novo motor de 1200 cc, mas com rendimentos diferentes entre ambos. No caso da T120, o bicilíndrico atinge 10,7 kgfm de torque a 3.100 rpm - 54% mais que a antiga T100. Para a Thruxton, o aumento foi de 62%, chegando a 12,23 kgfm a 4.950 rpm, informa a Triumph.Retrô, mas moderna
Apesar de manter como ponto central o visual retrô da linha Bonneville, a Triumph modernizou todo o conjunto das motos, não somente os motores. Chassi e suspensões também são novos e a moto passa a contar com diversos sistemas eletrônicos.
Além de ABS de série em toda a linha, T120, T120 Black, Thruxton e Thruxton R possuem modos de pilotagem, acelerador eletrônico e controle de tração.
 
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Kawasaki revela a 'pequena' moto Z125 para briga com a Honda MSX 125
 

 
  Tanto a Z125 como a MSX 125, também chamada de Grom 125 nos Estados Unidos, possuem como alvo o público jovem.A Kawasaki apresentou mundialmente a inédita Z125, modelo que foi desenvolvido para brigar com a Honda MSX 125.
Além da baixa cilindrada, estas motos são realmente pequenas, com dimensões mais compactas que uma 125 cc vendida no Brasil.

Com duas versões, a básica e a Pro, a Z125 foi definida pela empresa como uma supernaked ágil.
O motor é de 1 cilindro e 125 cc, que é capaz de gerar 10 cavalos de potência, para um peso de apenas 102 kg.

Na versão de entrada, a Z125 possui câmbio automático, enquanto a Pro, mais esportiva, a escolha foi um câmbio manual de 4 marchas.
Modelo tem motor de 125 cc e 10 cavalos de potência.
Com dimensões compactas, Z125 pesa apenas 101 kg.
 
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Subaru apresenta o Impreza WRX STI S207
 

 
  Subaru apresenta o Impreza WRX STI S207, versão ainda mais nervosa do lendário esportivo japonês
Limitado a 400 unidades, sedã agora conta com 328 cavalos e torque máximo de 43,9 kgfm.A Subaru apresentou esta semana, Salão de Tóquio 2015, o WRX STI S207, versão especial do sedã esportivo japonês. A principal mudança em relação ao modelo tradicional são os 20 cavalos e 3,8 kgfm de torque a mais no motor 2.0 turbo. Outro ponto relevante é a produção limitada em 400 unidades e restrita ao mercado do sol nascente

Japonesa anunciou que venderá seu lendário superesportivo no País a partir de 2016
 
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Nissan confirma GT-R no Brasil
 

 
  A Nissan confirmou nesta sexta-feira (30) que venderá oficialmente o superesportivo GT-R no Brasil a partir de 2016. Criado no fim dos anos 1960, o lendário modelo da marca japonesa fez sua primeira aparição por aqui em outubro de 2014, durante o Salão do Automóvel de São Paulo. Logo depois, em dezembro, a montadora convidou jornalistas brasileiros para acelerar a máquina em um circuito,confira como foi nossa volta. O supercarro ainda não tem preço definido.

Esta atual geração do GT-R renasceu em 2007, para suceder o famoso sedã Skyline. Em seguida, o superesportivo chegou aos principais mercados globais EUA, Europa e Japão. Sua produção na fábrica de Tochigi é limitada em 1.000 unidades mensais, e o viril motor 3.8 V6 biturbo de 552 cv é montado em Yokohama, com processo totalmente artesanal em uma sala livre de poeira e outras impurezas. Cada unidade recebe ainda uma placa com o nome do engenheiro responsável.

Ícone da Nissan e do universo dos superesportivos, o GT-R (sigla de Gran Turismo Racing) foi lançado em fevereiro de 1969 como uma versão de alta performance do sedã esportivo Skyline. Na época, o modelo usava um motor de 2.0 litros com seis cilindros e 24 válvulas, capaz de gerar 160 cv e 18 kgfm de torque. A fama do modelo que passou a se chamar Skyline GT-R se intensificou anos depois, quando atingiu 200 km/h de máxima e venceu mais de 50 de provas de automobilismo no Japão.
 
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Motos KTM já podem ser encontradas nas concessionárias Dafra
 

 
  Motos KTM já podem ser encontradas nas concessionárias Dafra

11 concessionárias DAFRA já estão operando com a marca KTM na comercialização das motocicletas 200 Duke e 390 Duke ABS, bem como a linha de roupas e acessórios exclusivos para esses produtos e também o atendimento pós-venda.

Localizadas nas cidades de São Paulo, Campinas, Santo André e Santos (SP), Belo Horizonte (MG), Florianópolis (SC), Brasília (DF), Cabo Frio, Duque de Caxias e Niterói (RJ), e Maringá (PR), a nova rede dual brand DAFRA KTM ganhará novas revendas até o início de 2016. “Além das lojas já em funcionamento com as duas marcas, estamos em fase avançada de preparativos para outras 11 concessionárias que entrarão em operação até o 1º trimestre do próximo ano. Com isso chegaremos a 22 concessionárias dual brand DAFRA KTM, além das cinco atuais Flagship”, explica José Ricardo Siqueira, gerente de marcas da DAFRA Motos.NOVO CONCEITO DE LOJA E TEST RIDE,Para que o consumidor pudesse ter uma experiência completa da marca KTM nas novas lojas, a Kiska – agência também responsável pelo desenvolvimento das motocicletas da marca – criou o conceito de um espaço exclusivo para a exposição das motos, roupas e acessórios. “Esse formato, em que duas marcas dividem o mesmo espaço, é uma novidade do Brasil, mas algo já consolidado na Europa. Acreditamos que as duas linhas de produtos se complementam, pois atendem a diferentes perfis de consumidores e isso permite que nosso concessionário tenha resultados ainda melhores”, finaliza.
Além disso, as dual brand oferecem a possibilidade dos consumidores realizarem test ride com ambas motocicletas.
 
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Harley-Davidson traz moto elétrica ao Brasil
 

 
  Harley-Davidson traz moto elétrica ao Brasil para teste no Salão Duas Rodas
Brasileiros poderão avaliar o modelo LiveWire em simulador no evento.

A Harley-Davidson confirmou  que sua moto elétrica estará pela primeira vez no Brasil em exposição no Salão Duas Rodas 2015, que vai de 7 a 12 de outubro, no Anhembi em São Paulo. De acordo com a empresa, o objetivo de trazer a motocicleta ao país faz parte do desenvolvimento do projeto LiveWire, como é chamado pela marca, que ainda não é vendido em nenhuma parte do mundo.

No Salão Duas Rodas, estarão disponíveis 3 unidades da LiveWire, sendo uma para exposição e outras duas para que os usuários possam sentir como é acelerar a moto em um simulador

Chamado de "Jumpstart", esta espécie de teste é feita com a moto parada, mas o motociclista pode acelerar enquanto a roda gira em contato com o rolo no chão. A Harley-Davidson informa que ainda não há previsão de quando a moto chegará ao mercado mundial, mas será uma oportunidade para ver como o consumidor brasileiro reagirá ao produto.Apesar de a Harley-Davidson não revelar oficialmente seus planos sobre a produção da moto, o modelo mostrou que está em fase muita avançada de desenvolvimento e, inclusive, homologado para rodar nas ruas.

Controle de tração e suspensões eletrônicas são adventos que passam longe do repertório da H-D. Desde a crise de 2009, que culminou no fechamento da Buell, marca que fazia parte do grupo, a Harley começou a focar no aprimoramento da atual linha – no projeto Rushmore, por exemplo – e no desenvolvimento de novos produtos, como as surpreendentes Street 500 e 750, com parte da produção na Índia, e agora o projeto LiveWire.

Questionado sobre o porquê de a empresa ser a primeira grande fabricante de motos a dar um passo nesta direção, o presidente da Harley-Davidson Motor Company, Matt Levatich, respondeu um sonoro “Por que não?”.Autonomia ainda é o desafio
Baseando-se nos números divulgados pela Harley-Davidson, o maior desafio para a LiveWire é a sua autonomia. Capaz de rodar uma média de 85 km com a carga completa de uma bateria, a moto oferece uma boa margem para deslocamentos em cidades, mas sair do perímetro urbano pode ser um inconveniente e uma “pane seca” elétrica iminente.

Quando e se a Harley decidir lançar este produto, esta tecnologia já poderá ter evoluído, aumentando o raio de ação da moto com a bateria completa. Antes de ligar a moto, ainda é possível escolher um modo de condução econômica, que reduz sua força, e diminui os gastos. Uma carga completa leva 3,5 horas para ser realizada.

Não chega a ser animador, mas já é melhor que a de outros modelos elétricos que podem tomar até 8 horas para a carga total. No entanto, eles possuem autonomia maior, de até 200 km. Para realizar a recarga, basta conectar a LiveWire em uma tomada comum.
 
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Honda revela triciclo híbrido que faz curvas como moto
 

 
  Honda revela triciclo híbrido que faz curvas como moto

A Honda antecipou algumas novidades para o segmento de motocicletas que serão expostas no Salão de Tóquio 2015, em outubro, no Japão. Entre os destaques, está o primeiro triciclo moderno da empresa, conhecida mundialmente por fabricar carros e motos. Chamado de Neowing, o modelo pode "fazer curvas como uma moto de alta cilindrada", afirmou a empresa.

O modelo possui propulsão híbrida com motor de 4 cilindros a combustão e motores elétricos, mas os detalhes de desempenho ainda não foram divulgados. Ainda não foram revelados detalhes de como o sistema de suspensão dianteira funciona para que possa "deitar como uma moto em curva", mas tecnologias com o mesmo intuito já foram vistas em scooters da Yamaha e Piaggio.
   
 
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